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FCSE - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations

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  • O impacto da perturbação do hiperatividade e défice de atenção no controlo inibitório, em adultos
    Publication . Conchinha, Rafaela de Fátima Rosado; Coutinho, Miguel; Ribeiro, Filipa Delegado Neiva Correia
    Introdução: A Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) é uma patologia neurobiológica do desenvolvimento caraterizada por dificuldades na atenção, elevada impulsividade e hiperatividade. Embora historicamente associada a crianças, a PHDA afeta muitos adultos, persistindo em cerca de 30% dos indivíduos diagnosticados na infância, ainda que os sintomas de hiperatividade tenham tendência para diminuir. No entanto, à medida que os adultos enfrentam novas responsabilidades os desafios aumentam. Isto pode impactar de forma negativa o desempenho no trabalho e nas interações sociais. Estudos indicam que os indivíduos com PHDA apresentam um desempenho inferior em tarefas que avaliam as funções executivas, particularmente o controlo inibitório. Este estudo pretende avaliar a relação entre o diagnóstico de PHDA em adultos e o comprometimento do controlo inibitório, numa amostra portuguesa. Secundariamente, será analisada a eficácia do teste Stroop como ferramenta de identificação precoce, essencial para facilitar intervenções mais eficazes e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos com PHDA. Metodologia: A amostra deste estudo é composta por 50 participantes, utentes do Hospital Particular do Algarve, divididos em dois grupos. Os instrumentos de recolha de dados incluem um questionário sociodemográfico, o Inventário de Funcionamento Executivo do Adulto (ADEXI) e o teste Stroop, utilizados para avaliar as funções executivas. Resultados: Os resultados indicaram uma associação significativa entre PHDA e défices no controlo inibitório em adultos. Embora eficaz na identificação de dificuldades de inibição, o Stroop revelou limitações como preditor exclusivo de PHDA. Conclusões: Este estudo realça a relevância do controlo inibitório na PHDA e a utilidade do Stroop na avaliação. No entanto, devido às limitações encontradas, recomenda-se uma abordagem diagnóstica mais completa e o desenvolvimento de intervenções para melhorar as funções executivas, promovendo uma melhor adaptação e qualidade de vida.
  • Validação da versão portuguesa da tarefa face name memory test (FNMT) em adultos cognitivamente saudáveis
    Publication . Gomes, Maria do Carmo Teles de Vasconcelos Monteiro; Ribeiro, Filipa Delegado Neiva Correia
    Introdução: A população mundial encontra-se crescentemente envelhecida e entre as queixas mais comuns daqueles que são encaminhados para avaliação neuropsicológica, destacam-se as referentes à memória. A memória associativa, especificamente, tem-se revelado uma área promissora para avaliações mais sensíveis, caracterizando-se pela capacidade de interligar informações previamente não associadas, um processo conhecido como binding. Até ao momento, há poucas provas de memória associativa consideradas exigentes e ecologicamente válidas para a população portuguesa. Neste contexto, surge um paradigma considerado Face-Nome (paradigma multimodal; visual-verbal). Com base neste surgiram diversas provas de memória associativa consideradas promissoras, as quais têm vindo a ser adaptadas e validadas para várias populações. Contudo, em Portugal verifica-se uma escassez de provas de memória associativa exigentes, não havendo até à data nenhuma prova validada baseada no paradigma FaceNome para a população portuguesa. Metodologia: A amostra de conveniência deste estudo transversal foi composta por 58 adultos, sem suspeita de deterioração cognitiva. Aplicou-se uma prova de memória associativa, outras provas cognitivas e questionários de caracterização: MoCA, GDS-15, IADL, TMT A e B, prova de Iniciativa Verbal semântica e fonémica e FNMT. Realizaram-se testes ao coeficiente de correlação Pearson, testes de diferenças, análise dos itens, a análise psicométrica à prova FNMT e um modelo de regressão linear. Resultados: Foram encontradas diferenças entre as várias fases da prova FNMT. A FNMT apresentou validade convergente apropriada, validade divergente parcialmente adequada e boa consistência interna (global). Foi averiguada uma correlação negativa com a idade em várias fases da prova. O modelo de regressão linear refere que a Evocação espontânea diferida da prova pode ser explicada pelo preditor idade. Conclusão: As análises indicam que a construção e as propriedades psicométricas da prova são adequadas, destacando o seu potencial para a avaliação neuropsicológica da memória associativa.
  • Para uma terminologia em saúde em língua gestual portuguesa
    Publication . Conceição, Betina Moura da; Moita, Mara; Carvalho, Paulo
    A presente investigação tem como principal objetivo propor a primeira lista terminológica na área da saúde em Língua Gestual Portuguesa (LGP), como primeiro passo para a construção de um recurso lexicográfico, que se acredita que será um contributo para uma comunicação mais eficaz para e com as pessoas surdas, numa área que é um pilar de relevância inquestionável, com barreiras e com dificuldades de comunicação, que precisam de ser melhoradas e para as quais se apresentam algumas propostas. Este trabalho foi realizado em três fases. Na primeira fase, fez-se a recolha de gestos no Subcorpus de saúde em LGP da Universidade Católica Portuguesa ( Ref.ª PTDC/LLTLIN/29887/2017). Na segunda fase, observou-se e elicitou-se gestos por especialistas surdos gestuantes na área da saúde. Na última fase, ocorreu um levantamento do léxico existente da área da saúde nos recursos linguísticos de léxico comum em LGP existentes. Aplicaram-se os respetivos critérios de exclusão, selecionaram-se os gestos e analisaramse fonologicamente, nos parâmetros: Configuração, Localização e Movimento, as 167 diferentes formas de produção. Do 70% dos gestos que apresentaram alterações e que correspondem a 65 gestos comuns dos diferentes gestuantes. Posteriormente, os gestuantes foram separados em dois grupos, e realizou-se a comparação dentro e entre cada grupo, denominando-os como especialistas na área da saúde e não especialistas na área da saúde. Os resultados desta análise mostram que os gestos produzidos entre os dois grupos estudados (especialistas e não especialistas) apresentam diferenças articulatórias na sua maioria (98%, 57 em 58 gestos). Dentro do grupo de gestuantes não especialistas, observa-se que 75% dos gestos (33 em 44 gestos) variam e dentro do grupo e que dentro do grupo de especialistas a variação de gestos verifica-se a 74% (17 em 23 gestos). Na análise à variação de parâmetros fonológicos, os gestuantes especialistas apresentam a menor percentagem de alterações com apenas variação em 4% dos termos produzidos. O grupo de não especialistas revelou variação em 16% dos termos produzidos. Na comparação entre o grupo de especialista e não especialista, observou-se um total de variação total de gestos (alteração total dos parâmetros) em 33% dos termos produzidos. Observou-se ainda que o parâmetro fonológico que apresenta maior variação é a Configuração da mão, seguindo-se a Localização e o Movimento. Optou-se ainda por acrescentar uma segunda análise que revela um fenómeno conceptual na produção gestual de termos que observado ao longo da análise fonológica, registandose diferentes gestos/conceitos para o mesmo termo/vocábulo, sugerindo alguma polissemia numa terminologia que se quer sem ambiguidades. Observou-se ainda outros fenómenos na criação dos gestos como a identificação do princípio da transparência da denominação, e de Transliteração da Letra Inicial, processos importantes na criação de neologismos.
  • O uso de antibiótico em doentes que faleceram no hospital
    Publication . Lohmann, Corinna; Pereira, João Gonçalves
    Introdução: A prática de uso de antibiótico até a morte é uma prática hospitalar comum para doentes terminais em fase de fim de vida (FdV). No entanto, em muitos casos a eficácia e o benefício desta terapia é duvidosa, e o uso indiscriminado e indevidamente prolongado de antibiótico nesta população contribui para a emergência de bactérias multirresistentes (MDR). Objetivos: Determinar a prevalência de utilização de antibiótico nos últimos dias de vida de doentes com e sem doença terminal no hospital, em particular a sua classe, duração, benefícios observados e o envolvimento das equipas de Cuidados Paliativos (CP) no tratamento. Métodos: Incorporado num estudo multicêntrico, realizámos um estudo longitudinal, retrospetivo, analítico e observacional, focado na utilização de antibioterapia na amostra de 300 doentes que faleceram no hospital, nomeadamente no Serviço de Medicina (SdM) e nas unidades do Serviço de Medicina Intensiva (UCI). Resultados: No conjunto dos dois serviços, 62,6% dos doentes falecidos apresentavam condições terminais associadas a patologias crónicas avançadas. Entre os pacientes terminais que faleceram, 55,3% receberam antibióticos até à morte, frequentemente de largo espetro. No SdM, doentes terminais receberam menos antibiótico do que não-terminais (40,7 versus 56,8%), ao contrário da UCI onde essa relação era semelhante (69,2% versus 75%). A duração média de terapia antibiótica era semelhante entre os doentes terminais e não-terminais (5,2 e 5,6 dias). Uma resposta clínica positiva ao tratamento foi documentada em 12 doentes. Foi pedido consultoria à equipa dos CP a 16 doentes.(5,3%). Aproximadamente 70% dos doentes faleceram sob a decisão de Não-Resuscitação (DNR), dos quais 48,1% estavam sob antibioterapia nos últimos dias de vida. O tempo médio de tratamento foi semelhante entre os com e sem ordem de DNR. Um número considerável de doentes em FdV e sob ordem de DNR (26 doentes no SdM e 8 na UCI) recebeu antibiótico durante um período excessivamente prolongado. Discussão e Conclusão: Observámos uma elevada prevalência na prescrição de antibióticos de largo espetro nos doentes em FdV, tanto no SdM quanto na UCI. Além disso, identificámos um prolongamento excessivo na administração desses antibióticos, apesar do estado avançado da doença e da decisão prévia de DNR tomada nesta população Não pondo de parte a subdocumentação nos processos clínicos, o número escasso de doentes com melhoria clinica levanta dúvidas sobre a eficácia e os benefícios da terapia com antibióticos em muitos doentes em FdV. V Verificou-se uma participação das equipas de Cuidados Paliativos muito restrita. Uma solução para mitigar o uso indiscriminado de antibióticos em doentes em FdV, com contextos clínicos e éticos tão singulares, reside numa abordagem especializada e centrada no paciente, a qual não pode ser alcançada sem a contribuição ativa dos CP.
  • Promoção da adaptação à hospitalização da criança/jovem e família : intervenções de enfermagem
    Publication . Barros, Inês Vieira de Almeida Queiroz de; Charepe, Zaida Borges
    Durante o processo de crescimento e desenvolvimento das crianças o sistema familiar depara-se frequentemente com inúmeros acontecimentos de vida geradores de crises, tais como a doença e a hospitalização. Este pode ser um período de elevado stress e ansiedade tanto para a criança como para a sua família. Torna-se essencial compreender a vivência do processo de hospitalização e mapear intervenções que visem diminuir o sofrimento e a ansiedade, prevenir sequelas e potenciar efeitos positivos. A adaptação é o conceito primário da Modelo de Adaptação de Roy, sendo um eixo orientador para a prática de enfermagem, este significa que o sistema tem capacidade para se ajustar às mudanças no meio ambiente, e por sua vez, afetar o mesmo. Este relatório de estágio tem como objetivo analisar criticamente o percurso de desenvolvimento de competências realizado ao longo do Curso de Mestrado em Enfermagem na área de especialização em Saúde Infantil e Pediátrica, incluindo os estágios realizados em quatro contextos diferentes. Mais especificamente pretende comunicar as aprendizagens e competências adquiridas/desenvolvidas, a par do resultado investigativo produzido ao longo do mesmo. Ao longo do percurso formativo foram desenvolvidas atividades relacionadas com a promoção da adaptação à hospitalização da criança/jovem e família. No contexto de cuidados de saúde primários, no âmbito dos cuidados antecipatórios, foi desenvolvido um folheto sobre como lidar com a febre e convulsões febris e um guia para os pais se preparem em caso de confrontarem com a necessidade de hospitalização dos seus filhos. Em contexto de Serviço de Urgência foi dado enfoque aos cuidados na admissão/ acolhimento ao internamento da criança/jovem e família, através do desenvolvimento de um Guia de Acolhimento, com o intuito de os preparar para o processo de hospitalização, adequando ao estado de desenvolvimento da criança e à disponibilidade psicológica dos pais. Em contexto de Unidade de Cuidados Neonatais foi desenvolvido um Diário de Esperança, dirigido aos pais, no contexto de promoção da esperança, enquanto intervenção promotora de adaptação à hospitalização. Por fim, no estágio em Unidade de Cuidados Intensivos foi construída uma proposta de Kit de Adaptação, com atividades individualizadas às necessidades dos pais. Inerente ao desenvolvimento das atividades descritas as principais competências desenvolvidas ao longo deste percurso foram “comunicar com a criança/jovem e família utilizando técnicas apropriadas à idade e estádio de desenvolvimento“, “transmite orientações antecipatórias às famílias para a maximização do potencial de desenvolvimento infanto-juvenil.”, “capacita a criança (…) e família para a adoção de estratégias de coping e de adaptação” e também “Utiliza estratégias promotoras de esperança realista” (Ordem dos Enfermeiros, 2018).
  • O desempenho académico em função da qualidade do sono, atenção executiva e ansiedade em período de exames universitários de diferentes cursos
    Publication . Ferreira, Carina Sofia Correia; Rato, Joana Maria Rodrigues; Caldas, Alexandre Castro
    Enquadramento Teórico: O desempenho académico de estudantes universitários pode ser influenciado por diversos fatores, desde a qualidade do sono aos agentes stressores, especialmente durante os períodos de exames. Estes fatores, já discutidos na literatura, são críticos para a compreensão das variações no sucesso académico no ensino superior. O presente estudo investigou a relação entre a qualidade do sono, a atenção executiva e os estados de ansiedade, identificando possíveis preditores do sucesso académico em estudantes de diferentes áreas de curso. Metodologia: Foi adotada uma abordagem correlacional e comparativa com uma amostra de 51 estudantes universitários de uma universidade privada na zona geográfica da grande Lisboa, oriundos de cursos de Medicina, Economia e Direito. Os instrumentos de medida foram aplicados no período de exames e incluíram o Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI), a Escala de Sonolência Epworth (ESE), o Inventário de Ansiedade Estado-Traço (STAI), o Inventário de Depressão de Beck (BDI-II) e testes neuropsicológicos como o Teste Stroop e a tarefa de controlo inibitório Go/No-Go. Resultados: Os resultados evidenciaram diferenças significativas entre estudantes dos diferentes cursos, com os estudantes de Medicina a apresentar uma qualidade de sono inferior e os de Direito a demonstrar pior desempenho na atenção executiva. Identificouse a qualidade do sono e a ansiedade-estado como preditores significativos do desempenho académico, enquanto a atenção executiva não demonstrou predição relevante. Conclusão: Os resultados destacam a necessidade de promover estratégias que melhorem a qualidade do sono e regulem a ansiedade nos estudantes universitários, independentemente da área de estudo. O suporte institucional é crucial para ajudar os estudantes a gerir as exigências académicas e a saúde mental, particularmente durante os períodos de maior stress, como os exames.
  • Relações entre interoceção, variabilidade da frequência cardíaca e funcionamento cognitivo : um estudo exploratório
    Publication . Silva, Carolina Silveira da; Canaipa, Rita; Agostinho, Mariana
    Enquadramento Teórico: Atualmente, a interoceção é reconhecida como um conjunto de processos complexos através do quais o sistema nervoso capta, processa e integra sinais fisiológicos, criando uma constante representação compreensiva do estado interno do corpo. Estes sinais são posteriormente processados e contextualizados, de modo a orientar respostas fisiológicas conscientes e inconscientes, influenciando o processamento emocional e cognitivo. A variabilidade da frequência cardíaca constitui um indicador do equilíbrio entre as componentes simpática e parassimpática do sistema nervoso autónomo, refletindo a sua adaptabilidade e responsividade face às alterações e necessidades percecionadas. Estudos recentes destacam o estabelecimento de um mecanismo de feedback entre estes processos fisiológicos, subjacente a um conjunto de regiões cerebrais integradas na central autonomic network, verificando-se um efeito modulatório da variabilidade da frequência cardíaca sobre a capacidade interocetiva, com possíveis implicações no funcionamento emocional e cognitivo. Metodologia: O presente estudo foi elaborado com o objetivo de estudar esta relação e a sua influência sobre o funcionamento cognitivo, desenvolvendo-se a hipótese de um efeito preditivo individual e combinado destas variáveis no desempenho de uma tarefa de memória de curto-prazo. Foi incluída uma amostra não probabilística de quarenta e um participantes saudáveis. Inicialmente, foram aplicados os questionários de avaliação da saúde psicológica, seguidos do preenchimento do questionário MAIA, para avaliação da sensibilidade interocetiva e da realização da tarefa de memória de dígitos, para avaliação do funcionamento cognitivo. Posteriormente, foi realizada a gravação das medidas fisiológicas basais dos participantes através de um eletrocardiograma e, por fim, foi efetuada a tarefa de deteção do batimento cardíaco. Resultados: Não foram encontradas correlações entre a interoceção e a variabilidade da frequência cardíaca, mas observou-se uma associação positiva III entre a HRV e a sensibilidade interocetiva. Para além disto, verificou-se uma corelação positiva e um efeito preditor entre a precisão interocetiva e a tarefa de memória de dígitos. Discussão: A capacidade interocetiva desempenha um papel fundamental no âmbito da manutenção da homeostase, do processamento emocional e no funcionamento cognitivo, orientando as respostas fisiológicas de acordo com o meio que nos rodeia. Neste sentido, a literatura científica atual evidencia uma relação entre a perceção de sensações corporais e a capacidade de resposta do organismo, indicada pela variabilidade de frequência cardíaca. Os resultados obtidos não foram de encontro ao esperado, no entanto, evidenciaram uma associação entre a regulação autonómica e a dimensão emocional da sensibilidade interocetiva, o que reflete a implicação destas componentes na experiência emocional, e uma relação positiva e preditiva entre a capacidade interocetiva e o desempenho em tarefas cognitivas simples, o que reflete o papel da interoceção no funcionamento cognitivo. Conclusão: A presente investigação exploratória apresenta evidências preliminares sobre a relação entre a interoceção e a regulação autonómica e as suas implicações no funcionamento cognitivo e emocional. Ainda que não se tenham verificado algumas associações esperadas, fornece informações importantes sobre as diferentes dimensões integradas no processo complexo da interoceção e da sua implicação na responsividade autonómica e no funcionamento cognitivo
  • Relatório de estágio
    Publication . Zau, Vaneza Ester Bamóquina; Barbosa, Constança Maria Silva Festas
    O presente Relatório de Estágio surge no âmbito da Unidade Curricular "Estágio Final e Relatório" do 16° Curso de Mestrado em Enfermagem, com especialização em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica. O objetivo primário deste relatório é evidenciar o percurso concretizado ao longo do estágio para o desenvolvimento de competências no âmbito da prestação de cuidados especializados na área da Saúde Infantil e Pediatria. O estágio decorreu em diferentes contextos, incluindo o Serviço de Urgência Pediátrica, a Unidade de Cuidados Intensivos de Neonatologia e o Serviço de Internamento Pediátrico, que permitiu desenvolver competências especializadas à criança e família. No presente relatório são descritas as diversas atividades realizadas para a concretização das diferentes competências, bem como uma reflexão crítica apoiada na evidência científica. Ao longo do estágio, foram analisadas e trabalhadas as diferentes competências conforme a unidade curricular de Relatório Final e Estágio, destacando-se a importância do Enfermeiro Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica na gestão de cuidados e recursos fundamentais à prestação de cuidados à criança e à família. Também foram abordados temas como a gestão da dor na criança, parentalidade, parceria de cuidados, assistência em situações de complexidade, entre outros. Foi analisada a importância da formação pessoal e profissional, com a oportunidade de realizar formação a pares e desenvolver habilidades do domínio da investigação, de forma particular dar relevo à importância de desenvolver uma prática baseado na evidência. As competências adquiridas durante o estágio e a elaboração deste relatório permitiram o desenvolvimento de novas habilidades. Com isso, consegui perceber a importância do enfermeiro na prestação de cuidados que a criança necessita. Aprendi a realizar diagnósticos de enfermagem e aprofundei meu conhecimento sobre doenças agudas e crónicas em crianças. Além disso, desenvolvi um pensamento crítico essencial para um enfermeiro especialista. Adquiri competências, crescimento pessoal e a capacidade de identificar as necessidades da criança e da família, prestando cuidados baseados em evidências científicas. Este aprendizado permitirá uma prática eficaz e fundamentada na prestação de cuidados como futuro Enfermeiro Especialista em Saúde Infantil e Pediátrica, garantindo sempre a busca por conhecimento atualizado e a excelência no atendimento.
  • Relatório de estágio
    Publication . Neiva, Sara Alexandra Guimarães; Antunes, Isabel Maria Quelhas Lima Engrácia
    O presente relatório surge no âmbito da Unidade Curricular “Estágio Final e Relatório”, do 16º Curso de Mestrado em Enfermagem com Especialização em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica, da Escola de Enfermagem da Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Este relatório tem como objetivo central demonstrar o percurso de desenvolvimento das competências exigidas para a obtenção do grau de mestre em Enfermagem com Especialização em Saúde Infantil e Pediátrica. As competências previamente adquiridas e a apresentação dos contextos de estágio, caracterizam o início deste documento. Os contextos de estágio que permitiram este desenvolvimento profissional foram: os Cuidados de Saúde Primários, Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais e Serviço de Urgência Pediátrica. O conteúdo central do trabalho evidencia as diferentes competências agrupadas por domínios. Para cada domínio foram delineados objetivos específicos e por meio de uma análise critico reflexiva da sua interligação com as atividades desenvolvidas, foi demonstrado como as competências previstas foram adquiridas. Este relatório evidencia o papel do enfermeiro especialista na área da gestão de cuidados e de recursos, na promoção e difusão do conhecimento científico e no desenvolvimento profissional dos seus pares e no seu próprio desenvolvimento. São desenvolvidos com especial ênfase alguns aspetos inerentes aos cuidados especializados em enfermagem de saúde infantil e pediátrica como: a comunicação, a gestão da dor, a parceria de cuidados, a promoção da parentalidade, a assistência em situações de especial complexidade, a promoção de saúde, a vigilância em saúde infantil e juvenil, a saúde escolar, e as intervenções desenvolvidas para a aquisição de competências especializadas. A finalização deste processo formativo permitiu-me refletir sobre as implicações para a prática profissional.
  • Processo de desenvolvimento de competências em enfermagem à pessoa em situação crítica
    Publication . Sá, Marina Amorim de; Gonçalves, Patrícia Daniela Barata
    O presente Relatório Final de Estágio surge integrado no décimo quinto Curso de Mestrado em Enfermagem, com especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica, na área de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica, lecionado no Instituto de Ciências de Saúde (Porto), da Universidade Católica Portuguesa, tendo como objetivo focar as competências comuns e específicas adquiridas ao longo do percurso concretizado na Unidade Curricular «Estágio Final e Relatório». Como tal, o presente Relatório compreende a descrição de dois contextos de estágio: o primeiro, decorrido entre 5 de setembro e 26 de outubro de 2022, na Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente de um Hospital Central do Norte do País; o segundo, entre 27 de outubro e 27 de dezembro de 2022, no Serviço de Urgência Polivalente do mesmo hospital. Os contextos de estágio, tanto na Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente como no Serviço de Urgência Polivalente, ofereceram uma grande diversidade de experiências, no que diz respeito à complexidade do quadro clínico da Pessoa em Situação Crítica, aquando do seu internamento e chegada ao Hospital, comportando uma vigilância rigorosa da mesma, devendo-se a sua escolha a tal diversidade. Através da descrição dessa mesma diversidade, procuro focar as atividades desenvolvidas durante o percurso clínico, com o intuito de demonstrar as competências científicas, mas também humanas, que as mesmas permitiram desenvolver, preparando o futuro profissional enquanto Enfermeira Especialista na área de prestação de cuidados à Pessoa em Situação Crítica, que constitui o foco enquanto Enfermeira formada e especializada na matéria. Dando seguimento ao programa formativo teórico, a aquisição deste conhecimento empírico foi complementada pela reflexão empreendida, com o recurso a uma pesquisa sistematizada de evidência sobre as estratégias que o enfermeiro especialista deve implementar para a promoção de um sono e de um descanso eficaz na pessoa em situação crítica internada numa Unidade de Cuidados Intensivos e a uma apresentação sobre a preservação e a recolha de vestígios forenses no Serviço de Urgência, consideradas adequadas para a fundamentação do papel do Enfermeiro Especialista nos contextos mencionados, com o intuito de salvaguardar o bem-estar da Pessoa em Situação Crítica colocada à sua guarda. A experiência adquirida permitiu-me desenvolver as competências necessárias para a prestação de cuidados especializados, com o objetivo de exercer a função de futura Enfermeira Especialista em Enfermagem Médico-Cirúrgica, na área de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica.