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- Media history: the Portuguese law of the press before and after the carnation revolution - reflections from authoritarianism and revolutionPublication . Fernandes, Inês FerreiraFrom 1933 until 1974, Portugal lived under the authoritarian regime Estado Novo. Known for its strict regulations of the media with censorship and propaganda as tools of the regime, it determined what was newsworthy and built an alternative reality of the country (Ribeiro, 2014, 2017). On the 25th of April 1974, a military coup overthrew the regime and with it the end of the prevailing law of the press and censorship. The aim of this research is to analyse and understand how the law of the press evolved and was portrayed in the final years of the regime against the first months of democracy. For that, the research takes on the law of the press from 1972 and compares it against the law of 1974/75, and the coverage received in the newspaper O Século. The research is conducted through document and journalistic analysis and intends to understand the impact such laws had in the path of Portuguese journalism. In contemporary Portuguese journalism, censorship is still a sensible subject and an eco of 48 years of authoritarianism. How the law of the press contribute to the change in the journalistic field is what this research aims to understand.
- Impact of extracellular polymeric substances (EPS), biochar, and microbial inoculants on maize growth and irrigation needsPublication . Overall, Alexandra; Moreira, Helena; Sousa, Ana Sofia; Wilfert, Philipp; van Loosdrecht, Mark; Castro, Paula M. L.; Pereira, S. I. A.
- Validação de boas práticas no cuidado em morte iminente em medicina interna: estudo DelphiPublication . Carneiro, Rui; Capelas, Manuel Luís; Simões, Catarina; Freire, Elga; Carneiro, António H.Contexto: Em Portugal, dois terços das mortes ocorrem no hospital. O Internista assume-se como perito na abordagem dos doentes de uma forma integral e deverá ser capaz de proporcionar cuidados paliativos no final da vida. Bons cuidados em fim de vida significam poder ser tratado com dignidade e receber os melhores cuidados de saúde baseados na melhor evidência científica disponível. Objetivo: Validação nacional de conteúdo de um instrumento de elementos constantes do Modelo 10/40 do International Collaborative for the Best Care for the Dying Person e que pode servir de referência na avaliação de doentes em morte iminente nos serviços de Medicina Interna portugueses. Validação de conteúdo de proposta de medicação antecipatória acautelável nesta circunstância e baseada na evidência científica atual. Metodologia: Processo Delphi com questionário semi-estruturado com recurso a um painel alargado e de conveniência de 23 médicos com a especialidade de Medicina Interna e simultaneamente com a Competência de Medicina Paliativa, avaliando grau de concordância/ discordância com os elementos constituintes do instrumento de organização de cuidados. Esta ferramenta de utilização clínica havia previamente sido adaptada para português e avaliada em congruência formal pelo referido comité internacional. Resultados Foi possível gerar consenso do painel de peritos nos elementos relacionados com: (1) diagnóstico de situação de últimas horas ou dias de vida; (2) avaliação das habilidades de comunicação do doente e da família; (3) avaliação de necessidades físicas, psíquicas e espirituais do doente e família; (4) vigilância e documentação da presença de sintomas cardinais (dor, dispneia, respiração ruidosa, inquietação, náusea/ vómito e febre); (5) verificação da existência de prescrição adequada para controlo dos sintomas cardinais; (6) intervenções a suspender ou a minimizar importância; (7) intervenções a implementar ou reforçar importância; (8) cuidados pós-mortem e (9) revisão do diagnóstico de situação de últimas horas ou dias de vida. Não foi possível gerar consenso alargado nas propostas apresentadas para a terapêutica antecipatória aos problemas sintomáticos potenciais desta fase da vida. Conclusão: Obteve-se o primeiro consenso nacional acerca do conteúdo de um instrumento, sob a forma de lista de verificação prática e objetiva, para avaliação de doentes em morte iminente nas enfermarias de Medicina Interna portuguesas. As melhores práticas foram definidas por peritos nacionais de Medicina Interna simultaneamente com competência em Medicina Paliativa. Os autores apresentam ainda o esforço investigacional em curso para colmatar a ausência de consenso sobre as melhores práticas farmacológicas. Esta lista de verificação aqui apresentada é a base do modelo curricular que está em desenvolvimento com o objetivo de dotar os internistas nacionais de competências para propiciar aos seus doentes um final de vida digno e catalisar lutos saudáveis.
- O cuidado ao doente em morte iminente nas enfermarias de medicina interna em Portugal: one day surveyPublication . Carneiro, Rui; Capelas, Manuel Luís; Simões, Catarina; Carneiro, António H.; Gonçalves, António Ferraz; Araújo, AntónioContexto: Em Portugal, dois terços das mortes ocorrem no hospital. Não há dados nacionais que caracterizem a forma como os doentes em morte iminente (Mi) últimas horas ou dias de vida internados nos serviços de Medicina Interna (MI) portugueses são cuidados. Objetivos: Caracterizar (1) o cuidado de doentes em Mi em enfermarias de MI nacionais, segundo os elementos de boas práticas previamente validados; (2) a população em situação de Mi internada nos serviços de MI portugueses. Método: Estudo transversal, multicêntrico e observacional, com a avaliação dos registos no processo clínico dos elementos de qualidade do cuidar dos doentes em Mi, constantes num instrumento de organização de cuidados baseado nas boas práticas do International Collaborative for the Best Care for the Dying Person e previamente validado por conjunto de internistas e peritos nacionais em Medicina Paliativa. População-alvo: adultos em situação de Mi internados nos serviços de MI portugueses. Interlocutores locais colaboraram na identificação da população a incluir e no preenchimento da base de dados. Resultados: Participaram 31 centros nacionais e foram incluídos 119 doentes. A maioria dos serviços tem apoio de equipas de cuidados paliativos (29; 94%), visitação flexível (31;100%) e disponibilidade de quarto individual (22;71%). A média da taxa mortalidade dos serviços foi de 13,1(±5,3%) e 54,0(±24,6%) dos óbitos hospitalares hospitalar ocorreram no serviço de MI, segundo dados do último ano em que há registo. Os doentes apresentavam média de idade: 81,4(±12,6 anos), patologia não oncológica (79%) e 39,5% tinham consultoria ativa por equipa de cuidados paliativos (CP). Registos de: comunicação com doente (112; 94%) e família (104; 87%); consulta de diretivas antecipadas de vontade (10; 8%); sistemas de crenças (12; 10%). Sintomas mais pesquisados: dor (103; 87%), dispneia (97; 82%) e agitação (87;73%); com prescrições disponíveis em, respetivamente, em 112 (94%), 100 (84%) e 54 (45%) doentes. Rotação prevista para vias de maior conforto em menos de metade das situações. DNR definido em 103 (87%) doentes. Ajuste de parâmetros de vigilância em 28 (24%) doentes. Sem registo revisão da oportunidade de: exames complementares (62: 52%), antibioterapia (53; 45%), profilaxias (41; 34%) e fluidos (40; 34%). Discussão e Conclusão: A maior parte da mortalidade hospitalar em Portugal ocorre em enfermarias de MI. Morre um em 7 doentes internado na MI. Serviços fisicamente bem equipados e dotados da possibilidade de apoio de CP. A maioria dos doentes em Mi são idosos e com patologia não oncológica. Cuidado na documentação de sintomas (dor, dispneia, agitação) e na prescrição (dor e dispneia). Pouca pro-atividade em registar diretivas antecipadas de vontade e elementos do cuidado espiritual. DNR definido na maioria dos doentes em Mi. Registos omissos no processo deliberativo sobre adequação de elementos típicos da medicina do doente agudo, com menos benefício nesta fase da vida.
- Dificuldades e oportunidades da medicina interna na gestão da situação de morte iminente: focus groupPublication . Carneiro, Rui; Capelas, Manuel Luís; Simões, Catarina; Carneiro, António H.Contexto: Em Portugal, dois terços das mortes ocorrem no hospital. O Internista assume-se como perito na abordagem dos doentes de uma forma holística e deverá ser capaz de proporcionar cuidados paliativos no final da vida. A evidência científica mais recente aponta que doentes em morte iminente (Mi) continuam a receber cuidados de tipologia do doente agudo. Objetivo Identificação das principais dificuldades e oportunidades para melhoria da qualidade assistencial a doentes em morte iminente e suas famílias, internados ao cuidado da Medicina Interna (MI), na perspetiva do prestador de cuidados profissional (médicos e enfermeiros que trabalham no ambiente da Medicina Interna). Método Estudo qualitativo com análise temática do conteúdo de discussão de um grupo focal constituído por amostra de conveniência de 10 profissionais de MI: diretores de serviço (2), especialistas (2), internos de formação específica (2), enfermeiros (2) e profissionais de saúde mental de ligação (2). A sessão foi gravada a sua transcrição submetida a técnica iterativa de categorização, segundo os procedimentos de Braun e Clarke e com recurso ao programa NVivo®. Resultados: Participaram no grupo focal 4 médicas, 3 médicos, 2 enfermeiras e 1 psicóloga. A média de idades foi de 43.3 anos (min: 28; máximo: 65 anos); 4 tinham formação em cuidados paliativos. Da discussão convergente emergiram 3 categorias principais: (1) a atitude do profissional de MI e ambiente terapêutico (relevância e impacto epidemiológico da morte nos serviços de MI; atitude e sentimentos da equipa perante a Mi); (2) avaliação da situação de Mi (incerteza sobre a elaboração do diagnóstico e papel dos contributos da equipa nesse processo) e (3) plano individual de cuidados (estilo de comunicação ajustado ao momento; estrutura do apoio à família; elementos da atuação e registo da equipa). Foram sinalizadas como dificuldades nos cuidados: risco de isolamento do profissional, a confrontação com a morte e com a incerteza, a expectativa da sociedade e a falta de linhas orientadoras práticas. Áreas de necessidade de aprendizagem apontadas: comunicação centrada na gestão de emoção (principalmente do profissional); o treino da presença terapêutica; incorporação de elementos clínicos facilitadores de luto da família; modelo de registo do trabalho multidisciplinar. Discussão e Conclusão: Os profissionais de saúde da MI estão cientes da relevância de cuidar de doentes em Mi na dinâmica das equipas e na vivência interna dos profissionais. Sinalizam necessidade de intervenção educacional nas áreas da comunicação, presença terapêutica, gestão da emoção, planeamento de cuidados multidisciplinar e seu registo formal.
- A pessoa em situação crítica : o foco do cuidado em enfermagemPublication . Azevedo, Juliana Cristina Vieira; Neves, Vasco Manuel da SilvaO presente relatório tem como objetivo desenvolver todo o processo de aprendizagem e desenvolvimento de competências, com vista à obtenção do título de mestre e especialista no cuidado à pessoa em situação crítica. Incide, principalmente, no estágio final realizado no decurso da Unidade Curricular “Estágio Final e Relatório” do 2º ano do 17º Curso de Mestrado em Enfermagem com Especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica, na área de Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica, da Escola de Enfermagem-Porto da Universidade Católica Portuguesa. Através da introdução é realizado um enquadramento inicial, descrevendo os objetivos do presente relatório, assim como, uma breve apresentação dos contextos de estágio selecionados, metodologia e estrutura do relatório. O desenvolvimento, composto por quatro capítulos, aborda inicialmente, de forma breve e dinâmica, os campos do Estágio Final, seguido da evidência do desenvolvimento das competências comuns e específicas do enfermeiro especialista em Enfermagem Médico Cirúrgica na área da Pessoa em Situação Crítica. Todos os capítulos apresentam, no seu desenvolvimento, reflexões acerca das experiências vivenciadas neste percurso acompanhadas pela respetiva fundamentação teórica. Através da pesquisa bibliográfica nestes contextos, foram realizados trabalhos que contribuíram para o desenvolvimento de competências, nomeadamente, uma revisão da literatura denominada “Delirium – Implicações na pessoa sob ventilação invasiva numa Unidade de Cuidados Intensivos” realizada no primeiro contexto e a revisão da literatura acerca de “A importância da comunicação entre o enfermeiro e a família, em contexto de situação crítica, no Serviço de Urgência” realizada no segundo contexto. Ainda no primeiro contexto foi, também, elaborada uma revisão de conceitos acerca de “A Pessoa em Situação Crítica – Intervenções de Enfermagem na Mucosite Oral”. A elaboração deste relatório teve por base a pesquisa bibliográfica e a análise crítico-reflexiva das oportunidades vivenciadas ao longo de todo o processo de aprendizagem, com vista à obtenção do título de mestre e especialista nesta área.
- Relatório de estágioPublication . Santos, Ana Catarina Baptista dos; Barbosa, Constança Maria Silva FestasO presente Relatório de Estágio foi realizado no âmbito do 17º Curso de Mestrado em Enfermagem, com Especialização em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica, da Escola de Enfermagem, da Universidade Católica Portuguesa (UCP), do Porto. Este relatório pretendeu descrever o caminho percorrido ao longo do Estágio Final, para adquirir e consolidar competências e conhecimentos subjacentes à área de Enfermagem de Saúde Infantil e Pediatria. O Estágio Final foi realizado em diversos contextos da prática de Enfermagem, nos quais o Enfermeiro Especialista em Saúde Infantil e Pediatria ocupa o seu espaço de intervenção: numa Unidade de Cuidados na Comunidade; no Serviço de Urgência Pediátrica, com passagem no serviço de Medicina Intensiva Pediátrica; e, por fim, no serviço de Neonatologia. Neste Relatório foi utilizada uma metodologia descritiva e critico-reflexiva, onde as várias atividades desenvolvidas nos estágios foram refletidas e fundamentadas, com base científica, demonstrando a aquisição das competências definidas no plano de estudos. Com base nas competências do EESIP, foram trabalhadas as dimensões da comunicação com a criança/jovem e família, a gestão e controlo da dor, os cuidados especializados em situações complexas ou de doença crónica, a transição para a parentalidade e a parceria de cuidados. Além disto, foram também enaltecidas as competências do Enfermeiro Especialista, na área da formação, da investigação e da gestão. A elaboração deste relatório teve um papel fundamental sobre a minha aprendizagem, onde explanei as competências adquiridas, mas, sobretudo, onde desenvolvi objetivos de aprendizagem que me levaram a alcançar essas competências, tendo alicerçado essa prática a uma consciência reflexiva, que usa evidência científica atual e credível.
- Relatório de estágioPublication . Pássaro, Beatriz Lucas; Antunes, Isabel Maria Quelhas Lima EngráciaO presente relatório encontra-se integrado na Unidade Curricular “Estágio Final e Relatório”, inserida no terceiro semestre do Curso de Mestrado em Enfermagem com Especialização em Saúde Infantil e Pediátrica, da Escola de Enfermagem (Porto) da Universidade Católica Portuguesa. Tem como objetivo apresentar e descrever o percurso de aprendizagem e aquisição das competências definidas no plano de estudos do curso, desenvolvidas ao longo de três contextos de estágio: Neonatologia, Urgência Pediátrica e Internamento de Pediatria. Através de uma metodologia descritiva e critico-reflexiva é exposto o processo de desenvolvimento das competências de Mestre e Especialista em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica, que se encontram agrupadas e apresentadas em quatro domínios: prestação de cuidados, formação, gestão e investigação. Cada domínio integra os objetivos definidos, as atividades e reflexões realizadas, assim como todas as dificuldades sentidas, experiências vividas e oportunidades de aprendizagem. Ao longo do relatório foram abordadas e analisadas as competências que abrangem as diferentes áreas de atuação do Enfermeiro Especialista em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica, com destaque para a comunicação com a criança/jovem e família; a prestação de cuidados em situações de especial complexidade de saúde; a avaliação, gestão e controlo da dor; a promoção da adaptação da criança/jovem e família à doença crónica; a promoção de parceria de cuidados; bem como a facilitação do processo de transição para a parentalidade. Foi também abordado o processo de autoformação, reflexão crítica dos cuidados e formação de pares, inerentes à promoção de uma formação contínua. Foram ainda abordadas e aprofundadas as competências relacionadas com a gestão e liderança de equipas, de cuidados e recursos; bem como com a comunicação e incorporação na prática de resultados obtidos pela investigação, de forma a garantir uma prestação de cuidados baseada na melhor e mais recente evidência científica, contribuindo para o crescimento da disciplina de Enfermagem. Durante todo o percurso, baseei-me no modelo de Cuidados Centrados na Família e no modelo de Parceria de Cuidados, essenciais para guiar a prática de cuidados à criança/jovem e família. Foram atingidos os objetivos propostos com sucesso, que contribuíram para o meu desenvolvimento a nível pessoal e profissional permitindo-me proporcionar cuidados de excelência ao utente pediátrico, elementares para a concretização do Mestrado em Enfermagem e futura Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica.
