FFCS - Dissertações de Mestrado / Master Dissertations
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- Bem-estar e equilíbrio trabalho-vida pessoal em atletas de dança desportiva : o papel da supressão emocial, das estratégias de coping e do apoio socialPublication . Macedo, Ângela Beatriz Pereira; Pinto, Viviana SoaresO equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal assume um papel fundamental na promoção do bem-estar psicológico, particularmente em contextos desportivos caracterizados por múltiplas exigências. O presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre o equilíbrio trabalho-vida pessoal e o bem-estar psicológico em atletas federados de dança desportiva, bem como avaliar o papel mediador da supressão emocional e o papel moderador das estratégias de coping e do apoio social percebido nessa relação. Participaram no estudo 158 atletas federados de dança desportiva. Os resultados evidenciaram uma associação positiva e estatisticamente significativa entre o equilíbrio trabalho-vida pessoal e o bem-estar psicológico. No entanto, a supressão emocional não mediou esta relação, embora tenha apresentado uma associação negativa e significativa com o bem-estar psicológico. Relativamente às análises de moderação, apenas a estratégia de coping de negação revelou um efeito moderador estatisticamente significativo na relação entre o equilíbrio trabalho-vida pessoal e o bem-estar psicológico. Em contrapartida, as restantes estratégias de coping e as diferentes dimensões do apoio social percebido (família, amigos e pessoas significativas) não exerceram um efeito moderador nesta relação, embora algumas destas variáveis tenham evidenciado efeitos diretos positivos e estatisticamente significativos sobre o bem-estar psicológico. Conclui-se que um maior equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal se associa a níveis mais elevados de bem-estar psicológico nos atletas estudados. Os resultados sugerem ainda que a estratégia de coping de negação influencia a intensidade desta relação, desempenhando um papel moderador. Estes achados contribuem para uma melhor compreensão dos fatores psicológicos associados ao bem-estar em atletas federados de dança desportiva e reforçam a importância de promover o equilíbrio entre as diferentes esferas da vida.
- Aleitamento e sono do bebé : o papel preditor das práticas parentais na hora de adormecer entre os 4 e os 12 meses de idadePublication . Gonçalves, Helena Isabel Vieira; Dias, Cláudia Alexandra CastroNo primeiro ano de vida, o sono do bebé constitui uma dimensão central do desenvolvimento infantil e uma preocupação frequente para muitas famílias, podendo ser influenciado pelo tipo de aleitamento e pelas práticas parentais na hora de adormecer, com possíveis repercussões nos problemas de sono do bebé e no bem-estar familiar. Este estudo teve como objetivo analisar a relação entre o tipo de aleitamento, as práticas parentais na hora de adormecer e os problemas de sono do bebé entre os quatro e os 12 meses. Participaram 204 mães de bebés entre os quatro e os 12 meses de idade, que responderam a um Questionário de Caracterização Sociodemográfica, ao Brief Infant Sleep Questionnaire – Revised Short Form (BISQ-R-SF) e ao Children’s Sleep Habits Questionnaire – Infant Version (CSHQ-I). Os resultados indicaram que os bebés em aleitamento materno exclusivo apresentaram maior resistência em ir para a cama e maior sonolência diurna, enquanto os bebés alimentados exclusivamente com fórmula apresentaram mais dificuldades nos hábitos de sono positivos. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas nos problemas de sono totais em função do tipo de aleitamento. O local onde o bebé adormece, a forma como adormece e o adormecimento durante a alimentação apresentaram um efeito significativo nas diferentes dimensões dos problemas de sono. Verificou-se ainda associação entre o tipo de aleitamento, o local onde o bebé adormece e o adormecimento durante a alimentação. As práticas parentais revelaram-se preditores mais consistentes dos problemas de sono do que o tipo de aleitamento, que apenas manteve contributo significativo nos hábitos de sono positivos. No seu conjunto, os resultados reforçam a importância de apoiar as famílias na promoção de práticas de sono ajustadas ao desenvolvimento, mantendo os benefícios do aleitamento materno.
- O papel da vinculação e das experiências de (in)validação parental nos traços de narcisismo em jovens adultos portuguesesPublication . Quintela, Núria Alexandra Antunes Gomes; Dias, Cláudia Alexandra CastroAs relações estabelecidas com as figuras de vinculação primárias desempenham um papel fulcral no desenvolvimento emocional e na construção da personalidade do indivíduo, influenciando a visão de si, dos outros e do mundo. O presente estudo teve como objetivo geral explorar o papel dos estilos de vinculação e das experiências de invalidação e validação emocional parental nos traços de personalidade narcísica, numa amostra de jovens adultos de nacionalidade portuguesa. A investigação é de carácter descritivo-correlacional e foi realizada com recurso a uma amostragem não probabilística por bola de neve e por conveniência. A amostra foi constituída por 260 jovens adultos portugueses (M=23.27, DP=3.57) que responderam a questionários para recolha e análise de informação, nomeadamente um Questionário Sociodemográfico, a Escala de Vinculação do Adulto, o Questionário de Experiências de (In)Validação Emocional, o Inventário de Personalidade Narcísica - 13 e a Escala de Narcisismo Hipersensível. As análises de diferenças revelaram que o sexo feminino apresentou níveis mais elevados de narcisismo hipersensível e vinculação ansiosa, bem como maior perceção de invalidação emocional. Os resultados indicaram associações significativas entre os estilos de vinculação, a perceção de validação e invalidação parental e os traços de narcisismo. Observou-se que a vinculação segura se associou negativamente ao narcisismo, enquanto a vinculação ansiosa se relacionou positivamente. No que respeita à invalidação paterna e materna, ambas as perceções de invalidação se associaram positivamente aos traços de narcisismo, enquanto a validação paterna e materna apresentou resultados inversos. Os modelos de regressão evidenciaram que a vinculação segura e a invalidação paterna e materna constituem preditores significativos do narcisismo grandioso. Adicionalmente, a validação parental de uma das figuras de vinculação moderou o efeito da invalidação da outra, sugerindo um possível efeito protetor das experiências de validação emocional. De um modo geral, os resultados destacam o papel central das experiências de vinculação e de validação ou invalidação emocional no desenvolvimento de traços narcisistas em jovens adultos.
- Tecnologias emergentes e satisfação laboral : o papel do suporte e do comprometimento organizacionalPublication . Araújo, Joana Carolina Correia; Pinto, Viviana SoaresAtualmente, a perceção da integração e do impacto de Tecnologias Emergentes (TE) constitui um fator cada vez mais relevante nas organizações, pelo seu potencial para transformar os processos de trabalho. A adoção destas tecnologias pode influenciar a experiência dos trabalhadores e promover resultados positivos para estes e para as organizações. O presente estudo teve como objetivo explorar a relação entre a perceção da integração e do impacto de TE no contexto organizacional e a satisfação laboral nos setores industrial e dos serviços, considerando o papel moderador do suporte organizacional percebido e o papel mediador do comprometimento organizacional afetivo. Participaram no estudo 213 trabalhadores. A recolha de dados foi realizada online, de acordo com a disponibilidade das empresas e dos participantes. Procedeu-se à análise dos dados obtidos com recurso ao software Statistical Package for Social Sciences (SPSS®), versão 28. Os resultados evidenciaram uma relação positiva e estatisticamente significativa entre a perceção da integração e do impacto de TE e a satisfação laboral, indicando que uma perceção mais positiva destas tecnologias se associa a níveis mais elevados de satisfação dos trabalhadores. Em contrapartida, não foi encontrada evidência empírica que sustentasse o efeito moderador do suporte organizacional percebido nem o efeito mediador do comprometimento organizacional afetivo nesta relação. Estes resultados sugerem que uma perceção mais positiva da integração e do impacto de TE se associa a níveis mais elevados de satisfação laboral, salientando a importância de as organizações acompanharem os processos de transformação digital com práticas de gestão de recursos humanos orientadas para o apoio e valorização dos trabalhadores, como, por exemplo, o investimento em programas de formação e requalificação de competências digitais.
- A relação depois da relação : associação entre estilos de vinculação e relações parassociais mediada plea rutura amorosa e mede da intimidadePublication . Abreu, Pedro Camilo Pinto; Leite, Ângela Maria TeixeiraCom o desenvolvimento dos media e a crescente presença das redes sociais, as relações parassociais, vínculos emocionais unilaterais com figuras mediáticas, tornaram-se cada vez mais comuns. Por isso, é relevante compreender de que forma estas relações se articulam com os estilos de vinculação, padrões afetivos formados a partir das primeiras experiências relacionais. A presente investigação, de cariz quantitativa transversal, tem como objetivo explorar a relação entre os estilos de vinculação e o estabelecimento de relações parassociais, considerando o efeito mediador do medo da intimidade e da rutura amorosa, com recurso a instrumentos validados para a população portuguesa. Os resultados indicaram uma associação mais complexa do que a inicialmente prevista. Enquanto os estilos de vinculação inseguros de tipo ansioso (desorganizado e preocupado) se associaram a uma maior propensão para relações parassociais, o estilo evitante revelou-se associado a níveis significativamente mais baixos de envolvimento parassocial. No entanto, confirmou-se que tanto o medo da intimidade como a experiência de uma rutura amorosa atuam como mecanismos psicológicos relevantes. O medo da intimidade medeou totalmente a relação entre a vinculação evitante e as relações parassociais, e a rutura amorosa atuou como um antecedente que influencia o envolvimento parassocial, tanto diretamente como através do aumento do medo da intimidade. Este estudo contribui para o aprofundamento da compreensão das dinâmicas psicológicas que sustentam as formas contemporâneas de ligação emocional mediada, e salienta a importância de considerar fatores relacionais na análise de comportamentos afetivos em ambientes digitais.
- Valências de trabalho em díades de pais e filhos : relações intergeracionais, fatores sociodemográficos e profissionaisPublication . Cardoso, Maria de Jesus da Rocha; Oliveira, Íris MartinsSustentado nas perspetivas desenvolvimentistas contextualistas e sistémicas de carreira e na teoria da construção da carreira, o presente estudo investigou a transmissão intergeracional das valências de trabalho em díades de pais e filhos no início da adolescência, considerando fatores sociodemográficos e profissionais dos progenitores. A amostra foi recrutada por amostragem bola de neve. Incluiu 65 díades de pais e filhos, com idades médias dos pais de 45.54 anos (DP = 4.99) e dos filhos de 12.22 anos (DP = 1.29). Pais e filhos responderam, individualmente, a um questionário sociodemográfico e à Escala de Valências de Trabalho. Os dados foram analisados com recurso ao software Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 28.0 para Windows. Os resultados descritivos revelaram uma disposição globalmente positiva face ao trabalho em pais e filhos. A transmissão intergeracional apurada por resultados correlacionais revelou-se assimétrica, circunscrevendose predominantemente às dimensões negativas das valências de trabalho, sobretudo na díade mãe-filho e entre progenitores com habilitações ao nível do ensino secundário e superior. As habilitações e o sexo dos progenitores exerceram diferenças nas suas próprias valências de trabalho, mas não influenciaram as valências de trabalho dos filhos. Entre os filhos, os rapazes revelaram expectativas de experiências de trabalho negativas mais elevadas do que as raparigas. Estes resultados salientam a importância da família como contexto de socialização para o trabalho e desenvolvimento de carreira, permitindo refletir sobre intervenções psicoeducativas que promovam disposições positivas face ao trabalho desde idades precoces.
- Relação entre conhecimentos e atitudes sobre sexualidade e objectivos de vida nos adolescentesPublication . Freixinho, Beatriz Pereira Rosa; Azevedo, Ângela Maria Pereira e SáA adolescência constitui uma etapa do desenvolvimento marcada por mudanças físicas, cognitivas, emocionais e sociais, sendo também um período determinante para a construção da identidade e da sexualidade. Neste contexto, compreender os conhecimentos e as atitudes dos adolescentes face à sexualidade, bem como a sua relação com os objetivos de vida, assume particular relevância. O presente estudo teve como principal objetivo perceber se existe relação entre os conhecimentos e as atitudes sobre sexualidade e os objetivos de vida dos adolescentes, bem como verificar a influência de variáveis sociodemográficas nestas dimensões. Participaram 400 adolescentes portugueses, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos (M = 15.5; DP = 1.9), aos quais foi aplicado um protocolo constituído por um Questionário Sociodemográfico, o Questionário de Conhecimentos sobre Sexualidade, a Escala de Atitudes Sexuais – Versão Adolescentes e o Aspiration Index for Adolescents, todos validados para a população portuguesa. Os resultados evidenciaram que as raparigas apresentaram níveis significativamente superiores de conhecimentos sobre sexualidade quando comparadas com os rapazes. Verificou-se ainda que os adolescentes com idade superior a 15 anos e aqueles que frequentavam o 9.º ano e o Ensino Secundário apresentaram níveis significativamente mais elevados de conhecimentos sobre sexualidade, sendo esta última variável a que evidenciou a maior magnitude do efeito. Observou-se igualmente que os adolescentes que participaram em programas ou sessões de educação sexual apresentaram atitudes mais positivas face à sexualidade. Por outro lado, verificou-se uma associação positiva entre os conhecimentos sobre sexualidade e as atitudes face à sexualidade, bem como entre os conhecimentos sobre sexualidade e os objetivos de vida, sugerindo que um maior conhecimento nesta área se associa a atitudes mais positivas e a uma maior valorização dos objetivos futuros. Estes resultados reforçam a importância da educação sexual em contexto escolar como estratégia promotora do desenvolvimento saudável dos adolescentes.
- As exigências do trabalho e o burnout : o papel moderador da inteligência emocionalPublication . Alves, Diogo André Silva; Rodrigues, Anabela SantosO burnout constitui um dos principais riscos psicossociais no contexto laboral, estando frequentemente associado a elevadas exigências de trabalho. Neste sentido, o presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre as exigências laborais e o burnout, bem como explorar o papel moderador da inteligência emocional nesta relação. Recorreu-se a um desenho quantitativo, transversal e correlacional, envolvendo uma amostra de trabalhadores de diferentes contextos organizacionais. Os dados foram recolhidos através de um protocolo constituído por um questionário sociodemográfico, a Wong and Law Emotional Intelligence Scale (WLEIS), o Oldenburg Burnout Inventory (OLBI) e a dimensão Exigências Emocionais do Copenhagen Psychosocial Questionnaire III (COPSOQ III). A análise dos dados foi realizada com recurso ao Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) versão 29. Os resultados evidenciaram uma associação positiva e estatisticamente significativa entre as exigências laborais e o burnout, bem como uma relação negativa entre a inteligência emocional e os níveis de burnout. Verificou-se, ainda, uma associação positiva entre a idade e a inteligência emocional. Contudo, a inteligência emocional não apresentou um efeito moderador significativo na relação entre as exigências laborais e o burnout. Estes resultados reforçam a importância da implementação de estratégias organizacionais orientadas para a gestão das exigências laborais e sugerem o potencial contributo do desenvolvimento de competências emocionais para a promoção do bem-estar psicológico dos trabalhadores.
- Exigências laborais e satisfação no trabalho : o papel moderador dos eventos sociais organizacionaisPublication . Vilhena, Inês Seara da Costa Pereira de; Rodrigues, Anabela SantosOs contextos organizacionais contemporâneos caracterizam-se por níveis crescentes de exigência emocional e cognitiva, colocando aos trabalhadores, desafios constantes de adaptação e gestão psicológica. Quando prolongadas e não acompanhadas por recursos adequados, estas exigências podem comprometer o bem-estar ocupacional, nomeadamente a satisfação no trabalho, considerada um importante indicador de saúde organizacional, de motivação e de permanência na organização. Neste contexto, os eventos sociais organizacionais podem influenciar a forma como os colaboradores interpretam e experienciam as exigências laborais. O presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre as exigências emocionais e cognitivas e a satisfação no trabalho, explorando o papel moderador dos eventos sociais organizacionais nessa relação. Metodologicamente, foi desenvolvido um estudo quantitativo, transversal e correlacional, tendo a recolha de dados sido efetuada através de um formulário online composto por um questionário sociodemográfico, pelo Short Index of Job Satisfaction (SIJS), por uma subescala do COPSOQ para avaliação das exigências laborais e por questões relativas aos eventos sociais organizacionais. Os dados foram analisados com recurso ao software SPSS, através de análises correlacionais e modelos de moderação estatística. Os resultados revelaram que os eventos sociais organizacionais não moderam a relação entre as exigências do trabalho e a satisfação no trabalho. Contudo, verificou-se uma correlação positiva e significativa entre os eventos sociais organizacionais e a satisfação laboral, sugerindo que contextos organizacionais percecionados como mais positivos tendem a estar associados a níveis mais elevados de satisfação profissional.
- Relação entre liderança e burnout : o papel moderador da satisfação no trabalho e a sua variação em função da idadePublication . Pinto, Rúben Edgar Ferreira; Rodrigues, Anabela SantosNum contexto organizacional cada vez mais exigente, os trabalhadores enfrentam pressões elevadas que aumentam as exigências de desempenho e disponibilidade, potenciando desequilíbrios entre a vida profissional e pessoal. Este desajuste pode originar stress ocupacional e, em situações mais severas, burnout, caracterizado por estados de exaustão física, emocional e mental associados ao trabalho. Neste contexto, a satisfação no trabalho surge como um importante recurso psicológico, podendo atuar como fator protetor perante os efeitos negativos de determinados contextos organizacionais. Paralelamente, os estilos de liderança assumem um papel relevante na promoção do bem-estar dos colaboradores, destacando-se a liderança empoderadora pelos seus efeitos positivos e a liderança tóxica pelas suas potenciais consequências prejudiciais. Neste contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar a relação entre os estilos de liderança (tóxica e empoderadora) e o burnout, explorando o papel moderador da satisfação no trabalho nesta relação e a influência da idade nesse processo. Participaram 339 trabalhadores ativos, aos quais foram aplicados o Empowering Leadership Questionnaire (ELQ), a Toxic Leadership Scale (TLS), o Oldenburg Burnout Inventory (OLBI) e o Short Index of Job Satisfaction (SIJS). Os resultados evidenciaram associações positivas entre algumas dimensões da liderança tóxica, nomeadamente o narcisismo e a supervisão abusiva, e o burnout, bem como associações negativas entre todas as dimensões da liderança empoderadora e o burnout. Verificou-se, ainda, que a satisfação no trabalho desempenhou um papel moderador em algumas das relações analisadas, sendo este efeito parcialmente influenciado pela idade dos participantes.
