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Feridas precoces, vinculação e emoções : o papel destes fatores ao nível da agressividade em adultos portugueses

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Resumo(s)

The aim of this study was to explore the relationship between adverse childhood experiences, attachment styles and emotional regulation, as well as the impact of these variables on levels of aggression in portuguese adults. The sample consisted of 401 participants (M = 29.63, SD = 12.45), and a quantitative methodology was adopted. The data collection protocol included a sociodemographic questionnaire, the Family ACE Questionnaire (FAQ), Adult Attachment Scale – Short Form (AAS–SF), Difficulties in Emotion Regulation Scale – Short Form (DERS–SF), Buss–Perry Aggression Questionnaire (BPAQ) and Alcool Use Disorders Identification Test (AUDIT). The results showed that there was no statistically significant association between adverse childhood experiences and levels of aggression. On the other hand, positive correlations were identified between insecure attachment styles and aggression, with anxious attachment showing the greatest magnitude. Emotional regulation difficulties showed a moderate positive association with levels of aggression, emerging as the strongest predictor of this variable. Multiple regression analyses confirmed that attachment styles and difficulties in emotional regulation significantly predict aggression. In addition, statistically significant differences were found between the sexes. Males show higher levels of total and physical aggression, while females show higher levels of adverse childhood experiences. That said, the results obtained reinforce the importance and role of attachment styles and emotional regulation in terms of aggression in portuguese adults.
O presente estudo teve como objetivo explorar a relação entre experiências adversas na infância, estilos de vinculação e regulação emocional, bem como o impacto destas variáveis nos níveis de agressividade em adultos portugueses. A amostra foi constituída por 401 participantes (M = 29.63, DP = 12.45), tendo sido adotada uma metodologia quantitativa. O protocolo de recolha de dados incluiu um questionário sociodemográfico, o Questionário da História de Adversidade na Infância (QHAI), a Escala de Vinculação do Adulto – Versão Reduzida (EVA–VR), a Escala de Dificuldades na Regulação Emocional – Versão Reduzida (EDRE–VR), o Questionário da Agressividade de Buss-Perry (QABP) e o Teste de Identificação de Perturbações Relacionadas com o Consumo de Álcool (AUDIT). Os resultados demonstraram que não se verificou uma associação estatisticamente significativa entre as experiências adversas na infância e os níveis de agressividade. Por sua vez, foram identificadas correlações positivas entre os estilos de vinculação inseguros e a agressividade, sendo a vinculação ansiosa a que apresentou maior magnitude. As dificuldades na regulação emocional revelaram uma associação positiva de magnitude moderada com os níveis de agressividade, emergindo como o preditor mais forte desta variável. As análises de regressão múltipla confirmaram que os estilos de vinculação e as dificuldades na regulação emocional predizem significativamente a agressividade. Adicionalmente, foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre sexos. O sexo masculino evidencia níveis mais elevados de agressividade total e física, enquanto que o sexo feminino apresenta níveis mais elevados de experiências adversas na infância. Posto isto, constata-se que os resultados obtidos reforçam a importância e o papel dos estilos de vinculação e da regulação emocional ao nível da agressividade em adultos portugueses.

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Palavras-chave

adultos portugueses agressividade diana25antunes@gmail.com estilos de vinculação experiências adversas na infância regulação emocional

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