CEDH - Livros e Partes de Livros / Books and Books Parts
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Entradas recentes
- EducationPublication . Soares, Diana
- Service-learningPublication . Ribeiro, Luísa Mota
- Mental healthPublication . Campos, Luísa Vieira de
- E depois do acesso (de "novos públicos" ao ensino superior): a revolução não acabouPublication . Amorim, José Pedro; Azevedo, Joaquim; Coimbra, Joaquim Luís
- Acompanhamento científico do programa Mais Sucesso_Fénix: relatórioPublication . Alves, José Matias
- Prémio de inovação pedagógica da Universidade Católica Portuguesa | 2025Publication . Soares, Diana
- A influência da velocidade da distribuição na eficácia de ataque do jogador de entrada de rede de voleibolPublication . Lima, Ricardo Franco; Morais, Catarina; Resende, RuiO aumento da velocidade de jogo no voleibol tem sido um fundamental para que a oposição, através do bloco, tenha mais dificuldades em contrariar a ação do ataque. Neste sentido, o presente estudo pretendeu analisar se a velocidade do passe no voleibol de élite masculino pode prever a eficácia de ataque do atacante da posição de entrada de rede. Foram observados um total de 32 jogos de competições masculinas de elite, e 260 ações de ataque realizadas pelos atacantes ponta de seis seleções nacionais foram analisadas através do software Kinovea. Foram realizados testes t independentes e, quando as diferenças entre grupos foram significativas (ou seja, p < .050), essas variáveis foram incluídas no modelo como covariáveis. Além disso, para analisar as variáveis preditoras da eficácia, foram utilizadas regressão logística binária e regressão linear. Os resultados mostraram que quanto melhor a receção, maior a velocidade do passe na distribuição; no entanto, nem a velocidade da levantada nem o nível da equipa predizem a eficácia de ataque. Assim, pode- se concluir que o desempenho individual do atacante ponta deve ser desenvolvido em vez da velocidade da levantada. Não obstante, para aumentar a velocidade do jo go, as equipas devem melhorar a eficácia da receção. É importante que as equipas encontrem uma velocidade de levantada que equilibre o benefício de uma levantada mais rápida com a necessidade de controlo e precisão do atacante ponta.
- Avaliação da psicopatologia em crianças clinicamente referenciadas portuguesas com a bateria ASEBA: acordo inter-informadoresPublication . Dias, Pedro; Campos, Joana; Carneiro, Alexandra; Lima, Vânia Sousa; Machado, Bárbara César; Xavier, Maria Raúl Lobo; Veríssimo, Lurdes
- PsychologyPublication . Matos, Raquel
- Vivências que traçam e atravessam as relações educativasPublication . Alves, José Matias; Pinheiro, Sara FilipaAs relações pedagógicas são uma das bases essenciais da ação docente. Dada esta centralidade são pontos de partida para compreender o processo de ensino-aprendizagem nas suas potencialidades e limites. Como refere António Nóvoa «a troca de experiências e a partilha de saberes consolidam espaços de formação mútua, nos quais cada professor é chamado a desempenhar, simultaneamente, o papel de formador e de formando» (Nóvoa, 1992:26). É neste sentido que o Projeto Memórias se centra nas experiências marcantes da vida dos docentes, enquanto profissionais e tenta percecionar de que forma essas experiências influenciam o trabalho docente. Em concreto, pretende-se saber de que modo as vivências evidenciam aspetos da relação pedagógica, entre docentes e alunos, e questionar se as relações pedagógicas apresentam maioritariamente dimensões relacionadas com a emoção e os afetos, compreensão e bem-estar entre estes ou se as memórias mais significativas têm a ver com dimensões cognitivas, relacionadas com a instrução ou ainda com situações maioritariamente problemáticas, que apresentam dificuldades e traços de mal-estar. Para a concretização deste projeto procedeu-se à recolha de dados, através de um inquérito por questionário. Foram selecionados 122 inquéritos por questionário de professores em exercício de funções, analisados com recurso ao programa informático de análise qualitativa NVivo. Referem Tardif e Lessard «a docência é, então, concebida como um “artesanato”, uma parte aprendida no tato, realizada principalmente às apalpadelas e por reações parcialmente refletidas em contextos de urgência. Os fundamentos cognitivos desse trabalho, ou seja, o conjunto de conhecimentos, competências e habilidades necessárias ao seu cumprimento diário, assumem aqui uma coloração bastante experimental, existencial: o “saber ensinar” parece um recurso exclusivo da vivência, da experiência pessoal, até da história anterior, familiar ou escolar (Butt et al., 1988; Carter & Doyle, 1996). A afetividade também assume, aqui um lugar de destaque, pois é a partir das experiências afetivas fortes (…) que o “eu-profissional” do professor (Abraham, 1984) se constrói e se atualiza» (Tardif e Lessard, 2005:46). Esta reflexão permite-nos, antes de mais, pensar o trabalho docente construído tendo como pressuposto vital a relação educativa, uma vez que um docente não ensina sem construir uma relação com os alunos e só apreende experiências ao envolver-se numa relação de partilha e escuta.
