CEGE - Outros / Others
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- Accounting choice and comparability: evidence from fair value option use in U.S. banksPublication . Fontes, Joana C.; Panaretou, Argyro; Shakespeare, CatherineThe choice between historical cost and fair value measurement is one of the most debated issues among accounting academics and practitioners. We use the election of the fair value option (FVO) to study the effects of entities’ measurement choices on accounting comparability. The FVO enables entities to use different measurement bases for similar assets and liabilities, raising questions about whether the FVO compromises or enhances comparability. Using a sample of US banks, we find that FVO elections increase comparability both across FVO electing banks and between FVO electing banks and banks that never elect the FVO but only if the FVO elections comply with the intent of the standard setters to remedy accounting mismatches. Overall, our results suggest that banks elect the FVO to better present their economics, yielding higher comparability.
- Assigning patients to healthcare centers using dispatching rulesPublication . Teymourifar, Aydin; Trindade, Maria A. M.This study proposes a model for the balanced assignment of patients to healthcare centers in a region. In the suggested model, it is supposed that patients want to go to the nearest center, which causes an imbalance in the workloads of resources between centers. This disproportion is undesirable not only for the centers but also for the patients. Thus, balancing assignments is targeted. This goal is expressed in a model with a multi-objective function. Since balancing is one of the main goals of the sectorization concept, we characterize the model based on it. Unlike studies in the literature, we do sectorization employing dispatching rules. This diminishes the problem's complexity and makes it suitable for solving actual, large, and dynamic problems. We simulated the system using the Rockwell Arena software. We consider the effect of different seasons, days, and hours on the system. The dispatching rule used for sectorization is optimized using the OptQuest software. The numerical results demonstrate that by optimizing the dispatching rule, it is possible to enhance the objective function significantly.
- Bereavement during the COVID-19 pandemic as a bioethical concern: a systematic integrative review with narrative synthesisPublication . Mucache, Éden Sansão; Pereira, Sandra Martins; Hernández-Marrero, Pablo
- A bioethical perspective on the meanings behind a wish to hasten death: a meta-ethnographic reviewPublication . Borges, Paulo; Pereira, Sandra; Hernández-Marrero, Pablo
- Diagnóstico das ONG em Portugal 2015-2024Publication . Rocha, Francisco M. A. S. Martins da; Pires, Hélder; Rodrigues, Leonor; Vareta, Mariana; Mendes, Américo M. S. Carvalho; Pinto, Filipe B.; Franco, Raquel Campos
- Dynamic resectorization to improve utility of healthcare systemsPublication . Teymourifar, Aydin; Trindade, Maria A. M.This study discusses a regional healthcare system including several hospitals with different characteristics. We define a utility function for the system based on the sectorization concept to form a balance between hospitals in terms of important outputs such as waiting times and demands. Since the determined system is dynamic, the balance state is lost over time; consequently, resectorization is done over time. We simulate the system utilizing the data of a case study. We characterize multiple periods and calculate the utility of the system's current state. We design resectorization scenarios based on boosting the capacity and quality of hospitals. Numerical results demonstrate that substantial improvement of utility with resectorization is achievable.
- ECOFOR.PT: valorização económica dos bens e serviços dos ecossistemas florestais de Portugal: relatório científicoPublication . Mendes, Américo M. S. Carvalho; Madureira, Lívia; Sottomayor, Miguel; Alves, Rosário; Rosário, José Victorino Cristiano do; Moura, Sofia Sandra AssunçãoPara as quatro questões de investigação que orientaram este estudo as respostas obtidas foram as seguintes: Qual é o Valor Económico Total dos ecossistemas florestais de Portugal? Para o período de 2014 a 2019, não contando com o ano excecional de 2017, a média do Valor Económico Total dos espaços florestais de Portugal, numa estimativa por defeito, a preços de 2016, foi de 2,240 mil milhões de euros. Subtraindo os custos sociais dos incêndios florestais (prevenção, combate e perdas de bens e serviços), a média do Valor Económico Total, sem o ano de 2017, no período de 2014 a 2019, foi de 1,926 mil milhões de euros. Com grandes incêndios, o Valor Económico Total pode ter valores negativos, como foi o caso de 2017 em que baixou para -77,795 milhões de euros. Qual é a parte do Valor Económico Total dos ecossistemas florestais que corresponde a bens e serviços não mercantis que, portanto, não são receita para os produtores florestais? No período de 2014 a 2019, não contando com o ano excecional de 2017, o valor dos bens e serviços não mercantis foi o seguinte: • em percentagem do Valor Económico Total, cerca de metade, mais precisamente, 50,09% em 2014, 46,35% em 2015, 43,48% em 2016, 47,30% em 2018 e 49,95% em 2019; • em valor total, uma média de 1,062 mil milhões de euros; • em valor por hectare, uma média de 173,52€/ha. Qual é o contributo de cada uma das principais espécies ou grupos de espécies florestais para o Valor Económico Total dos ecossistemas florestais de Portugal? • No que se refere à contribuição de cada espécie ou grupo de espécies para o Valor Económico Total, as resinosas, tal como o eucalipto, representam cerca de um quinto desse valor, o sobreiro e a azinheira cerca de um quarto e as outras folhosas mais os matos e as pastagens cerca de um terço; • No que se refere à percentagem dos bens e serviços não mercantis no Valor Económico Total de cada espécie ou grupo de espécies, a situação é a seguinte: o o eucalipto é a espécie onde esse peso é relativamente menor, com cerca de 30% (31,18% em 2014, 29,61% em 2015, 28,78% em 2016, 30,61% em 2018 e 32,24% em 2019); o segue-se o sobreiro e a azinheira, com mais de 40%, mas abaixo de 50% (44,80% em 2014, 43,27% em 2015, 41,48% em 2016, 43,04% em 2018 e 46,45% em 2019); o nas resinosas essa percentagem já anda quase sempre acima de 50% (57,22% em 2014, 51,20% em 2015, 48,61% em 2016, 52,24% em 2018 e 54,14% em 2019); o nas outras folhosas mais os matos e pastagens essa percentagem é a mais elevada de todas, à roda dos 60% (60,15% em 2014, 55,18% em 2015, 50,74% em 2016, 58,42% em 2018 e 60,62% em 2019); • Considerando os valores dos bens e serviços não mercantis por hectare de cada espécie ou grupo de espécies, agora a ordem é a seguinte, a começar pelo valor menor de todos, em média, para o período de 2014 a 2019, sem o ano de 2017: o 134,05€/ha para as outras folhosas mais os matos e pastagens; o 161,63€/ha para o eucalipto; o 227,67€/ha para o sobreiro e a azinheira; o 253,93€/ha para as resinosas. Que tipos de mecanismos é que existem em Portugal e noutros países europeus para a internalização do valor dos bens e serviços não mercantis em benefício dos produtores florestais para que possam assegurar uma gestão florestal sustentável? O tipo de mecanismo de internalização do valor dos bens e serviços não mercantis dos espaços florestais que é mais utilizado nos países europeus e que tem alguns casos, mas ainda poucos, em Portugal é o dos contratos de pagamento de serviços de ecossistema (PES – Payments for Ecosystems Services) estabelecidos entre proprietários de áreas produtoras desses serviços e entidades públicas e/ou privadas que lhes pagam para gerir essas áreas de maneira a produzirem os serviços de ecossistema pretendidos. No caso português, e mesmo nos outros países europeus onde há mais exemplos destes, os casos de mecanismos de internalização do valor dos bens e serviços não mercantis dos espaços florestais estão ainda muito longe de captar uma fatia substancial deste valor para os produtores florestais. Focando só no caso português, comparem-se os 1,062 mil milhões de euros do valor da produção de bens e serviços não mercantis produzidos pelos espaços florestais com os cerca de 25 milhões de euros do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos consignados para o Fundo Florestal Permanente que poderia se um instrumento importante de internalização daquele valor em benefício dos produtores florestais. A distância é enormíssima, mesmo que se argumente que nem todo o valor de 1,062 milhões de euros deva ser internalizado em benefício dos produtores florestais e mesmo que se acrescente às verbas do Fundo Florestal Permanente o seguinte: • as despesas públicas para a conservação da biodiversidade em espaços florestais; • as medidas silvoambientais e os apoios ao investimento florestal do Programa de Desenvolvimento Rural; • as poucas experiências de contratualização privada de pagamento de serviços de ecossistema. O estudo termina com algumas recomendações relativas a cada uma das suas quatro questões de investigação fundamentadas nos resultados atrás referidos: • para a primeira, segunda e terceira questões especificam-se os domínios onde há mais carência de informação para a valoração dos serviços de ecossistema dos espaços florestais; • para a quarta questão recomenda-se uma atuação forte na internalização do valor não mercantil gerado pelos espaços florestais, com uma atenção especial a dar nos mecanismos dessa internalização ao apoio não só ao investimento, mas também ao funcionamento de formas de gestão florestal agrupadas. Este estudo contém também os seguintes elementos: • Apresentação de 38 métodos diferentes de valoração monetária ou mista de serviços de ecossistema; • Inventariação dos 47 estudos de valoração de serviços de ecossistema de espaços florestais de Portugal realizados entre 1996 e 2021; • Apresentação de 35 casos de mecanismos de pagamento dos serviços de ecossistema não mercantis dos espaços florestais em 20 países europeus, incluindo Portugal, cobrindo quase todos os tipos deste género de mecanismos; • Um glossário com 180 entradas.
- Eleição direta das presidências das áreas metropolitanas de Lisboa e do PortoPublication . Costa, Leonardo; Figueiredo, António Manuel; Castro, Alberto; Neto, Luísa
- Ética e trabalho híbrido: no rescaldo da pandemiaPublication . Gonçalves, Helena; Magalhães, SusanaO inquérito “Ética e Trabalho Híbrido: no rescaldo da pandemia” foi desenvolvido pelo Fórum de Ética da Católica Porto Business School, tendo sido aplicado a membros de empresas e tendo como objetivo proporcionar um melhor conhecimento sobre as perceções dos colaboradores (com e sem responsabilidade de gestão) em relação à forma como viveram, vivem e vão viver experiências de trabalho híbrido (presencial combinado com remoto). Pretendeu-se, portanto, identificar oportunidades e ajudar a criar linhas de orientação para (re)imaginar o futuro da força de trabalho e das organizações e fazer emergir espaços de trabalhos (mais) humanizados. As pistas de reflexão foram agrupadas em três linhas: a) necessidade de criação de espaços e de momentos regulares, quer formais quer informais, para partilha de perspetivas e expectativas; b) atenção à equidade tendo em conta diferentes tipos de vulnerabilidades, designadamente física, mental, social e financeira; c) a importância de repensar as responsabilidades individuais e coletivas e a noção de flexibilidade, nos diferentes espaços e tempos de trabalho. Parece ser possível afirmar que o nível de satisfação com o trabalho híbrido e o impacto da adoção deste modelo ao nível da saúde física, mental e social e da situação financeira são resultados significativos que devem ser considerados no futuro desenho do mundo do trabalho. Por outro lado, a perceção e a vivência das dificuldades inerentes à adoção do modelo híbrido, tendo em conta a diversidade de contextos organizacionais e os riscos subjacentes à promoção da desigualdade a vários níveis, sublinham a necessidade de desenvolvermos mais estudos de metodologia mista (qualitativa e quantitativa), que permitam ouvir de facto o que pensam os vários intervenientes. Pensamos que o livro coletivo “Proximidades e Distâncias: Desafios Éticos do Trabalho Híbrido”, que complementa este inquérito, responde a este nosso desafio.
- Immigrant youth in Portugal: insights from PISA 2022Publication . Gevrek, Z. Eylem; Ribeiro, Luísa AntunesUsing the 2022 PISA data, this policy paper examines immigrant-native gaps in Portugal across three key domains: (i) academic achievement (mathematics, science, reading), (ii) life satisfaction, and (iii) exposure to bullying. The results show that the raw mean test score gaps in mathematics, science, and reading are 32, 23, and 22 points, respectively, in favor of native students. However, after accounting for student background characteristics and school fixed effects, the achievement gap narrows to 7 points in mathematics and becomes statistically insignificant in science and reading. Moreover, immigrant students report significantly lower life satisfaction than their native peers. First-generation immigrants face higher bullying exposure, even after controlling for socioeconomic factors and school environments. These findings highlight the need for comprehensive policy interventions, including addressing socioeconomic disadvantage, prioritizing language support, ensuring equitable school resources, investing in mental health, and strengthening anti-bullying initiatives to foster inclusive learning environments.
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