CEGE - Outros / Others
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- When sales agents aren’t human: how identity disclosure, social presence, and speciesism shape trustPublication . Cicco, Roberta De; Elmashhara, Maher Georges; Silva, Susana Costa; Hammerschmidt, MaikTelling customers they are interacting with an AI sales agent can reduce trust and sales, even if the bot works perfectly. Our research shows this negative effect is driven by a consumer bias called "speciesism"—a preference for humans over machines. The solution is strategic: disclose the bot's identity before the conversation begins, and design it with a high "social presence" using emojis, humor, and personalization. This approach maintains transparency while preserving customer trust and purchase intentions.
- Accounting choice and comparability: evidence from fair value option use in U.S. banksPublication . Fontes, Joana C.; Panaretou, Argyro; Shakespeare, CatherineThe choice between historical cost and fair value measurement is one of the most debated issues among accounting academics and practitioners. We use the election of the fair value option (FVO) to study the effects of entities’ measurement choices on accounting comparability. The FVO enables entities to use different measurement bases for similar assets and liabilities, raising questions about whether the FVO compromises or enhances comparability. Using a sample of US banks, we find that FVO elections increase comparability both across FVO electing banks and between FVO electing banks and banks that never elect the FVO but only if the FVO elections comply with the intent of the standard setters to remedy accounting mismatches. Overall, our results suggest that banks elect the FVO to better present their economics, yielding higher comparability.
- Unveiling the power of supplier-country - image in B2BPublication . Crespo, Cátia Fernandes; Crespo, Nuno Fernandes; Silva, Susana Costa eThis study challenges the common assumption that country-of-origin (COO) effects work the same way in B2B markets as they do for consumer purchases. By surveying 182 international B2B buyers in Portuguese industries (footwear, molds, and wood/furniture) and analyzing the data using advanced statistical modeling (structural equation modeling, or SEM), the research finds that a supplier’s country image significantly impacts both product quality perceptions and relationship quality (trust, commitment, satisfaction). However, strong relationships—not just product quality—drive customer loyalty and brand awareness. Trust and commitment boost loyalty, while trust and satisfaction raise supplier visibility. These findings highlight that B2B buyers prioritize long-term relationships over product perceptions alone, suggesting managers should focus on strengthening partnerships, especially when overcoming a weak or negative country image.
- Understanding the factors influencing firms’ social media marketing strategy developmentPublication . Li, Fangfang; Silva, Susana C.; Larimo, JormaThis study explores the factors shaping firms’ social media marketing strategies (SMMS) in international markets, focusing on companies in Finland, China, and Brazil. By analyzing both internal (resources, capabilities) and external (cultural, institutional) influences, the research highlights how national culture and regulatory environments impact SMMS development. Key findings show that firms in collectivist cultures prioritize community engagement, while those in individualistic cultures emphasize personal branding. Additionally, decision-making is more centralized in high power distance markets, and regulatory constraints shape content strategies, particularly in China. The study identifies four key SMMS practices—social selling, content marketing, risk management, and relationship management—each adapted to local market conditions. The insights presented provide actionable recommendations for businesses seeking to optimize their social media strategies across diverse cultural landscapes.
- Predicting consumer ad preferences using physiological monitoring and AIPublication . Marques, José Alexandre Lobo; Neto, Andreia C.; Silva, Susana C.; Bigne, EnriqueThis policy paper explores how combining neurophysiological tools—Electrodermal Activity (EDA) and Facial Expression Analysis (FEA)—with machine learning (ML) enhances the prediction of consumer preferences in advertising, addressing the biases of traditional self-report methods. Analyzing responses from 37 participants to various cosmetic ads revealed that emotions like joy and disgust significantly influenced ad preference, with the Random Forest ML model achieving high predictive accuracy. Explainable AI (XAI) identified key features such as attention and engagement, offering marketers actionable insights. The findings suggest that integrating neurophysiological data with AI can improve advertising strategies, targeting, and consumer engagement.
- On the taxation of stock repurchases on the taxation of stock repurchasesPublication . Pacheco, Luís KrugStock repurchases are viewed by scholars, market participants and policymakers as a key transaction for companies seeking to optimize stockholder value. However, the net benefits of this practice are not consensual, which has motivated significant debate, especially the potential taxation of these operations. In this regard, the paper discusses the benefits and downsides of stock repurchases and the potential role of their taxation, and provides some international evidence and suggestions for policymakers. The main conclusion is that the only strong argument to implement the taxation of stock repurchases is to raise additional government revenue to finance public spending, and even that is not guaranteed in light of other alternatives to distribute cash.
- Policy brief on accounting choice and comparability: evidence from fair value option in U.S. banksPublication . Fontes, Joana C.; Panaretou, Argyro; Shakespeare, CatherineThe choice between historical cost (HC) and fair value (FV) measurement is highly debated among standard-setters, academics, and practitioners. Stakeholders disagree on whether accounting measurement choices improve or undermine comparability—the extent to which similar (different) economic events are reflected in similar (different) accounting numbers — enabling meaningful comparison across firms and time. The fair value option (FVO) allows entities to apply FV to most financial assets and liabilities, that would otherwise be measured at HC. Critics argued this discretion could reduce comparability by allowing different treatments for identical assets or liabilities.
- Poder e biscoitos: quem vai comer primeiroPublication . Rego, Arménio; Cunha, Miguel Pina e
- ECOFOR.PT: valorização económica dos bens e serviços dos ecossistemas florestais de Portugal: relatório científicoPublication . Mendes, Américo M. S. Carvalho; Madureira, Lívia; Sottomayor, Miguel; Alves, Rosário; Rosário, José Victorino Cristiano do; Moura, Sofia Sandra AssunçãoPara as quatro questões de investigação que orientaram este estudo as respostas obtidas foram as seguintes: Qual é o Valor Económico Total dos ecossistemas florestais de Portugal? Para o período de 2014 a 2019, não contando com o ano excecional de 2017, a média do Valor Económico Total dos espaços florestais de Portugal, numa estimativa por defeito, a preços de 2016, foi de 2,240 mil milhões de euros. Subtraindo os custos sociais dos incêndios florestais (prevenção, combate e perdas de bens e serviços), a média do Valor Económico Total, sem o ano de 2017, no período de 2014 a 2019, foi de 1,926 mil milhões de euros. Com grandes incêndios, o Valor Económico Total pode ter valores negativos, como foi o caso de 2017 em que baixou para -77,795 milhões de euros. Qual é a parte do Valor Económico Total dos ecossistemas florestais que corresponde a bens e serviços não mercantis que, portanto, não são receita para os produtores florestais? No período de 2014 a 2019, não contando com o ano excecional de 2017, o valor dos bens e serviços não mercantis foi o seguinte: • em percentagem do Valor Económico Total, cerca de metade, mais precisamente, 50,09% em 2014, 46,35% em 2015, 43,48% em 2016, 47,30% em 2018 e 49,95% em 2019; • em valor total, uma média de 1,062 mil milhões de euros; • em valor por hectare, uma média de 173,52€/ha. Qual é o contributo de cada uma das principais espécies ou grupos de espécies florestais para o Valor Económico Total dos ecossistemas florestais de Portugal? • No que se refere à contribuição de cada espécie ou grupo de espécies para o Valor Económico Total, as resinosas, tal como o eucalipto, representam cerca de um quinto desse valor, o sobreiro e a azinheira cerca de um quarto e as outras folhosas mais os matos e as pastagens cerca de um terço; • No que se refere à percentagem dos bens e serviços não mercantis no Valor Económico Total de cada espécie ou grupo de espécies, a situação é a seguinte: o o eucalipto é a espécie onde esse peso é relativamente menor, com cerca de 30% (31,18% em 2014, 29,61% em 2015, 28,78% em 2016, 30,61% em 2018 e 32,24% em 2019); o segue-se o sobreiro e a azinheira, com mais de 40%, mas abaixo de 50% (44,80% em 2014, 43,27% em 2015, 41,48% em 2016, 43,04% em 2018 e 46,45% em 2019); o nas resinosas essa percentagem já anda quase sempre acima de 50% (57,22% em 2014, 51,20% em 2015, 48,61% em 2016, 52,24% em 2018 e 54,14% em 2019); o nas outras folhosas mais os matos e pastagens essa percentagem é a mais elevada de todas, à roda dos 60% (60,15% em 2014, 55,18% em 2015, 50,74% em 2016, 58,42% em 2018 e 60,62% em 2019); • Considerando os valores dos bens e serviços não mercantis por hectare de cada espécie ou grupo de espécies, agora a ordem é a seguinte, a começar pelo valor menor de todos, em média, para o período de 2014 a 2019, sem o ano de 2017: o 134,05€/ha para as outras folhosas mais os matos e pastagens; o 161,63€/ha para o eucalipto; o 227,67€/ha para o sobreiro e a azinheira; o 253,93€/ha para as resinosas. Que tipos de mecanismos é que existem em Portugal e noutros países europeus para a internalização do valor dos bens e serviços não mercantis em benefício dos produtores florestais para que possam assegurar uma gestão florestal sustentável? O tipo de mecanismo de internalização do valor dos bens e serviços não mercantis dos espaços florestais que é mais utilizado nos países europeus e que tem alguns casos, mas ainda poucos, em Portugal é o dos contratos de pagamento de serviços de ecossistema (PES – Payments for Ecosystems Services) estabelecidos entre proprietários de áreas produtoras desses serviços e entidades públicas e/ou privadas que lhes pagam para gerir essas áreas de maneira a produzirem os serviços de ecossistema pretendidos. No caso português, e mesmo nos outros países europeus onde há mais exemplos destes, os casos de mecanismos de internalização do valor dos bens e serviços não mercantis dos espaços florestais estão ainda muito longe de captar uma fatia substancial deste valor para os produtores florestais. Focando só no caso português, comparem-se os 1,062 mil milhões de euros do valor da produção de bens e serviços não mercantis produzidos pelos espaços florestais com os cerca de 25 milhões de euros do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos consignados para o Fundo Florestal Permanente que poderia se um instrumento importante de internalização daquele valor em benefício dos produtores florestais. A distância é enormíssima, mesmo que se argumente que nem todo o valor de 1,062 milhões de euros deva ser internalizado em benefício dos produtores florestais e mesmo que se acrescente às verbas do Fundo Florestal Permanente o seguinte: • as despesas públicas para a conservação da biodiversidade em espaços florestais; • as medidas silvoambientais e os apoios ao investimento florestal do Programa de Desenvolvimento Rural; • as poucas experiências de contratualização privada de pagamento de serviços de ecossistema. O estudo termina com algumas recomendações relativas a cada uma das suas quatro questões de investigação fundamentadas nos resultados atrás referidos: • para a primeira, segunda e terceira questões especificam-se os domínios onde há mais carência de informação para a valoração dos serviços de ecossistema dos espaços florestais; • para a quarta questão recomenda-se uma atuação forte na internalização do valor não mercantil gerado pelos espaços florestais, com uma atenção especial a dar nos mecanismos dessa internalização ao apoio não só ao investimento, mas também ao funcionamento de formas de gestão florestal agrupadas. Este estudo contém também os seguintes elementos: • Apresentação de 38 métodos diferentes de valoração monetária ou mista de serviços de ecossistema; • Inventariação dos 47 estudos de valoração de serviços de ecossistema de espaços florestais de Portugal realizados entre 1996 e 2021; • Apresentação de 35 casos de mecanismos de pagamento dos serviços de ecossistema não mercantis dos espaços florestais em 20 países europeus, incluindo Portugal, cobrindo quase todos os tipos deste género de mecanismos; • Um glossário com 180 entradas.
- O impacto da pandemia de COVID-19 nas IPSS e seus utentes em PortugalPublication . Bragança, Ana; Horta, Marta; Martins, Filipe; Marcos, Vanessa; Mendes, Américo Carvalho; Castro, Joana Morais e; Alves, Sofia MexiaO estudo exploratório “Impacto da pandemia de COVID-19 nas IPSS e seus utentes em Portugal”, elaborado pela ATES – Área Transversal de Economia Social do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, em colaboração com a CNIS – Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, visou compreender o impacto da pandemia de COVID-19 nas Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e nos seus utentes. Durante os meses de junho e julho de 2020, altura em que os portugueses já tinham vivenciado três estados de emergência e se encontravam em desconfinamento gradual, esteve disponível um inquérito de preenchimento online e de âmbito nacional, que havia sido estruturado combinando perguntas de resposta dicotómica, escolha múltipla, escala e abertas. A partir das respostas de pessoas com responsabilidades de coordenação de 329 IPSS e instituições equiparadas, obteve-se um conjunto equilibrado de dados quantitativos e qualitativos, que permitiram uma caracterização descritiva sobre o fenómeno em estudo e, sobretudo, identificar e retratar as perceções, necessidades, desafios, respostas e histórias de superação destas instituições. Em síntese, elencamos de seguida os principais resultados do estudo realizado.
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