CEFi - Livros e Partes de Livros / Books and Books Parts
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- O mito de Portugal nas suas raízes culturaisPublication . Pimentel, Manuel CândidoO autor investiga a ideia mítica de Portugal nas suas configurações discursivas e interdiscursivas (imaginário, arte, literatura, história, etc.), percorrendo o mito de Portugal da sua formação até às suas valências mais atuais.
- Lumière et obscurité. Le Fichte et le Schelling de 1801 à 1804Publication . Morujão, Carlos
- Kant e a ideia de Europa: uma interpretação do opúsculo para a paz perpétuaPublication . Morujão, Carlos Aurélio Ventura
- Hegel, a Europa e a revolução (1794-1802)Publication . Morujão, Carlos
- The philosophy of nature of German idealismPublication . Morujão, Carlos
- A Europa depois da Revolução FrancesaPublication . Morujão, Carlos
- Michel Henry: o que pode um corpo?: contributos em língua portuguesa para um projecto internacional de investigação em redePublication . Martins, Florinda; Pereira, AméricoO estudo das relações entre Michel Henry (MH) e Espinosa tem sido, até agora, pautado pelo jogo de influências: 1- A filosofia de MH não será mais do que uma ética espinosista, segundo o método fenomenológico; 2- os manuscritos de juventude de MH mostram a sua completa divergência de Espinosa. Outra é a orientação desta obra: Espinosa, com a afirmação «ninguém até agora determinou o que pode um corpo», questiona o rumo que a filosofia de Descartes tomara. Um rumo que, segundo MH, chegou ao limite das suas possibilidades e contradições. Inverter este rumo é conhecer-lhe o erro de raiz: a questão filosófica hoje não é a questão de saber o que é um corpo, mas o que pode um corpo. «O que pode um corpo?» centra a sua investigação na fenomenalidade do poder e do contra-poder que lhe é inerente, uma questão que se prolonga de Espinosa a MH e que hoje se impõe.
- A Ideia de Europa de Kant a HegelPublication . Morujão, Carlos; Oliveira, CláudiaOs textos que apresentamos neste volume constituem as lições que foram proferidas no âmbito do Curso Livre «A Ideia de Europa de Kant a Hegel». Eles seguem um fio cronológico, iniciando-se com a temática da «paz perpétua», retomada por Kant, em 1795, no contexto da guerra europeia contra a França revolucionária. Segue-se uma meditação sobre a ideia de Revolução, a sua proveniência e as transformações por que passou ao longo do período estudado, à qual se sucede uma investigação de pendor histórico, contrastando os projectos de unidade europeia dos pontos de vista revolucionário e imperial (mostrando, em particular, a reconstrução que, a posteriori, Napoleão faz das suas intenções de conquista). Os textos seguintes procuram detectar o sentido dos ecos da Revolução Francesa em pensadores como Burke, Paine, Rehberg, Kant e Fichte. A Hegel é conferido um lugar de relevo nesta colectânea. Para Hegel, cabe à filosofia a tarefa de pensar a revolução europeia, ou seja, de a compreender na sua proveniência, no seu sentido e na sua prospectiva.
- Poesia e Filosofia na Renascença Portuguesa: Em torno de Leonardo, Pascoaes e outrosPublication . Pimentel, Manuel CândidoEstuda-se neste texto alguns dos principais rumos da estética literária da Renascença Portuguesa.
- Identité et Raison Suffisante dans la Freiheitsschrift de 1809Publication . Morujão, Carlos
