Repository logo
 
Loading...
Profile Picture

Search Results

Now showing 1 - 10 of 13
  • #112. Técnicas e materiais de impressão em prótese total lecionados em pós‐graduações ibéricas
    Publication . Amorim, Ana Margarida; Simões, Tiago; Figueiredo, Cristina Paiva; Correia, André; Silva, Ana Margarida; Araújo, Filipe Miguel
  • Determinação do CPOD e comportamentos de saúde oral numa amostra de adolescentes do concelho de Mangualde
    Publication . Barata, Carla; Veiga, Nélio; Mendes, Cláudia; Araújo, Filipe; Ribeiro, Octávio; Coelho, Inês
    Introduction: A moderate to high prevalence of oral diseases among adolescents remain a reality among our population. The frequency of toothbrushing, daily use of dental floss and regular dental appointments are important determinants of oral health. The main objectives of this study consisted in determining the average score of permanent decayed, missing and filled teeth (DMFT index) and characterize oral health behaviours in a sample of adolescents of the city of Mangualde. Methods: A cross-sectional study was conducted with a sample of 156 adolescents of the seventh and tenth grade of the Felismina Alcantara elementary and high school of Mangualde. Data collection was conducted using a questionnaire containing questions related with oral health behaviours, completed by the adolescents in the classroom. The oral examination to determine the DMFT index was performed with the probe approved for diagnosis of dental caries by the World Health Organization (WHO) in the classroom and with natural and artificial light of the classroom. Results: In this study a DMFT of 4.05 ± 3.59 was obtained with a decay component of 2.92 ± 2.86. Of the total sample, 25.6% of adolescents do not brush at least twice per day, 82.1% do not use dental floss daily and 32.7% had not visited the dentist in the last twelve months. Conclusions: The DMFT index obtained falls within the moderate level, not reaching the goals advocated by the WHO. A small proportion of adolescents present adequate oral health behaviours when analyzing toothbrushing, use of dental floss and regular dental appointments.
  • # 57. Avaliação da utilização de protetor bucal durante a atividade desportiva
    Publication . Lopes, Luís; Araújo, Filipe Miguel; Bexiga, Filipa; Correia, André
    Objetivos: Avaliar o uso de protetor bucal durante a prática desportiva e averiguar a percepção de atletas e treinadores, profissionais e amadores, da importância da utilização de protetores bucais na prevenção de lesões da cavidade oral. Materiais e métodos: Foram efetuados 92 questionários, a 80 atletas praticantes de andebol ou hóquei em patins a nível amador ou profissional, e aos seus 12 treinadores. Após a recolha dos dados, estes foram inseridos e analisados estatisticamente através do software IBM SPSS Statistics®, v20.0.0 (Software Statistical Package for the Social Science). Resultados: Após a análise e tratamento dos dados, verificou‐se que 22,5% dos atletas sofreu trauma oral ou dentário e que 90% dos atletas da amostra não usa protetor bucal durante a prática desportiva. O traumatismo mais prevalente sofrido foi a fratura dentária (61,11%), seguido de fissuras dentárias (11,11%), avulsão (5,58%), os restantes (22,22%) sofreram lesões nos tecidos moles ou luxação da mandíbula. Todos os treinadores inquiridos consideraram que o protetor bucal previne a ocorrência de trauma oral durante a prática desportiva. A maioria dos treinadores (91,67%) demonstraram interesse em obter mais informação acerca do uso e tipo de protetores bucais. A percentagem de traumatismos sofridos, não assume diferença significativa entre os tipos de modalidades estudadas. Os atletas profissionais apresentam um maior índice de trauma que os atletas amadores (42,9% vs 17,3%, respetivamente), o que pode ser justificado pelo maior número de horas de prática desportiva (treinos e competição) o que expõe atletas a maior risco e contato. Este resultado corrobora os resultados obtidos para o clube profissional Futebol Clube do Porto, que são os profissionais deste estudo com a maior percentagem (37,5%) de traumatismos sofridos. No que respeita ao escalão, os atletas seniores registam maior índice de trauma relativamente a atletas juniores. A maioria (69%) dos atletas inquiridos é da opinião que o protetor bucal não deve ser obrigatório nestas modalidades alvo de estudo, no entanto as atletas do género feminino, pertencentes à Seleção Nacional, são as que mais usam este dispositivo de proteção. Conclusões: Apesar de reconhecerem os benefícios na prevenção do traumatismo oral, a grande maioria dos atletas das modalidades estudadas não usa protetor bucal durante a prática desportiva, apontando como principais razões: dificuldade na respiração, na adaptação e na fala, bem como o aumento do fluxo salivar.
  • Comportamentos na desinfeção das impressões dentárias por médicos dentistas e técnicos de prótese de Viseu
    Publication . Marques, Marta Cristina Marinheiro; Amorim, Susana Carina Rebelo; Araújo, Filipe Miguel Soares Framegas de; Figueiral, Maria Helena; Correia, André Ricardo Maia
    Objetivos: Análise das atitudes, conhecimentos e educação de médicos dentistas e técnicos de prótese dentária relativamente à desinfeção das impressões dentárias e avaliar a comunicação neste âmbito. Métodos: A pesquisa incluiu médicos dentistas (n = 64) e laboratórios de prótese dentária (n = 5) de Viseu, que responderam a um questionário para a avaliação do comportamento e atitudes na desinfeção das impressões dentárias. Resultados: O alginato é o material de impressão usado pela totalidade (100%) dos inquiridos e a prostodontia é a área da medicina dentária que mais recorre aos materiais de impressão. Em 60,3% dos casos, os médicos dentistas afirmam efetuar sempre a desinfeção dos materiais de impressão enviados para o laboratório, no entanto, 80,0% dos laboratórios de prótese dentária não recebe qualquer notificação neste âmbito. A desinfeção química é feita maioritariamente com álcoois sob a forma de spray, sendo a eficácia o fator que mais influencia na escolha de um desinfetante. A maioria dos médicos dentistas questionados (65,6%) afirma não informar o laboratório sobre o estado de desinfeção do biomaterial. Oitenta por cento dos laboratórios de prótese dentária admite não confiar na desinfeção efetuada pelos médicos dentistas. Conclusões: Verifica‐se uma necessidade de medidas educacionais adicionais no que concerne às práticas de controlo de infeção específica, bem como uma maior comunicação entre as clínicas e os laboratórios. No âmbito da comunicação e da confiança entre os técnicos de prótese dentária e os médicos dentistas, os resultados obtidos são abaixo do esperado e chegam mesmo a ser contraditórios com a literatura internacional.
  • # 66. Avaliação do estado periodontal dos dentes pilares em prótese removível
    Publication . Lobo, Fábio; Miranda, Mónica; Marques, Tiago; Araújo, Filipe; Silva, Ana Margarida; Correia, André
    Objetivos: Definiu‐se como objetivo principal deste estudo avaliar se o uso de prótese parcial removível tem influência no estado periodontal dos dentes pilares. Como objectivos secundários pretendeu‐se verificar se o tipo de retentor direto e o tipo de desdentação se encontram relacionados com os parâmetros de avaliação periodontal nos dentes pilares. Materiais e métodos: Efetuou‐se um estudo do tipo observacional, transversal, desenvolvido com base numa amostra de pacientes reabilitados com prótese parcial removível, entre os anos de 2010 e 2013 na Clínica Universitária da Universidade Católica Portuguesa. Foi efetuado um questionário e um exame clínico que permitiu recolher dados referentes às variáveis analisadas neste estudo. Foram recolhidos dados referentes ao tipo de desdentação de Kennedy, tipo de retentores diretos, hábitos de uso da reabilitação protética por parte do paciente e higiene da prótese removível. Em relação às variáveis periodontais foram avaliadas a profundidade de sondagem, recessão gengival, índice de placa, mobilidade e índice gengival. Os dados recolhidos foram sujeitos a uma análise estatística descritiva e inferencial (p < 0,05), com recurso ao programa IBM SPSS® Statistics v21.0.0 (Software Estatistical Package for the Social Science). Resultados: Dos 145 pacientes contactados via telefone, aderiram à consulta de controlo 54 pacientes (37,2%) com uma média de idades de 59,09 ± 11,12. O tipo de desdentação mais prevalente foi a Classe III de Kennedy na arcada superior e a Classe I na arcada inferior. A maioria dos pacientes usava a prótese apenas durante o dia. Verificou‐se que os dentes pilares apresentavam valores mais elevados em todas as variáveis periodontais analisadas (p < 0,001), sendo ainda possível aferir que os ganchos oclusais apresentavam piores resultados em relação aos ganchos de aproximação gengival (p < 0,005) em todas as variáveis periodontais analisadas à exceção da mobilidade. Os dentes pilares inferiores de classes I e II de Kennedy apresentam uma média de mobilidade superior em relação aos dentes pilares inferiores em reabilitações de classe III (p < 0,048). Conclusões: Dentro das limitações deste estudo foi possível verificar que os dentes pilares apresentam‐se mais comprometidos periodontalmente do que os dentes não pilares, particularmente nos que têm retentores diretos do tipo gancho occlusal e nas classes I e II de Kennedy inferiores.
  • #099 Tecnologia CAD/CAM pelos médicos dentistas formados em Portugal
    Publication . Cabral, Pedro; Araújo, Filipe Miguel; Rosa, Nuno; Correia, André
  • I-58. Desinfeção dos materiais de impressão em ambiente clínico e laboratorial
    Publication . Marques, Marta; Amorim, Susana; Araújo, Filipe Miguel; Correia, André; Baptista, André; Figueiredo, Cristina Paiva
    Objetivos: Verificar qual o nível de educação, conhecimento e importância que Médicos e Técnicos de Laboratório têm sobre a temática da desinfeção de materiais de impressão e ainda avaliar se a comunicação entre Médico Dentista e Laboratório engloba a problemática da desinfeção de impressões. Materiais e métodos: Foi realizado um estudo observacional transversal segundo a técnica estratificada. A pesquisa abrange 50 Médicos Dentistas da região de Viseu e 20 Técnicos de Laboratório de Prótese da mesma região, aos quais foi distribuído um questionário para a avaliação do comportamento e atitudes na desinfeção das impressões dentárias. Os resultados obtidos foram processados e analisados por métodos estatísticos descritivos usando o programa IBM SPSS Statistics, v.21®. Resultados: O alginato é o material de impressão usado pela totalidade (100%) dos inquiridos e a Prostodontia é a área da Medicina Dentária que mais recorre aos materiais de impressão. 60,3% dos Médicos Dentistas afirma efetuar sempre a desinfeção dos materiais de impressão enviados para o Laboratório, no entanto 90,9% dos Técnicos não recebe qualquer notificação neste âmbito. A desinfeção química é feita maioritariamente com álcoois sob a forma de spray, sendo a cor o fator que menos influencia na escolha de um desinfectante e a eficácia o mais determinante. Em situações de pacientes de risco, 53,1% dos Médicos Dentistas afirma tomar medidas de desinfeção suplementares, como é o caso da duplicação dos procedimentos de desinfeção. A maioria dos Médicos Dentistas questionados (65,6%) afirma não informar o Laboratório sobre o estado de desinfeção do material, levando a que a maioria (90,9%) dos Técnicos de Laboratório admita não confiar na desinfeção efectuada pelo Médicos Dentistas. Conclusões: As respostas obtidas indicam a necessidade de medidas educacionais adicionais no que concerne às práticas de controlo de infecção específica, bem como uma maior comunicação entre as clínicas e os laboratórios. No âmbito da comunicação e da confiança entre os Técnicos de Laboratório de Prótese e os Médicos Dentista, os resultados obtidos são abaixo do esperado e chegam mesmo a ser contraditórios com a literatura internacional. Sendo estritamente necessária uma mudança nos comportamentos e atitudes na desinfeção por estes grupos.
  • # 97. Prótese Removível sobre raízes num caso clínico de complexidade elevada
    Publication . Araújo, Filipe Miguel; Lopes, Luís; Ramos, Francisca; Silva, Ana Margarida; Baptista, André; Correia, André
    Introdução: Sobredentadura é uma prótese dentária removível que tem apoio em um ou mais dentes remanescentes, ou raízes dentárias e/ou implantes dentários. Para além de possibilitarem a retenção através de encaixes protéticos, a manutenção das raízes contribui também para a manutenção do osso alveolar, promove uma melhor transmissão de carga e mantém a propiocepção periodontal. Caso clínico: Paciente do sexo masculino, 65 anos, recorreu à consulta de Prostodontia Removível com o intuito de reabilitar os espaços desdentados da sua cavidade oral, e os dentes remanescentes com perda excessiva de estrutura dentária por hábitos parafuncionais. Teve o diagnóstico de desdentação parcial superior tipo classe III div.1 e inferior tipo classe I (Kennedy). Classificação do American College of Prosthodontics: grau de maior complexidade/gravidade, nível IV. O plano de tratamento envolveu uma prótese parcial removível esquelética superior, tipo sobredentadura, com encaixes em bola nos caninos, prótese parcial removível esquelética inferior e restaurações em resina composta dos dentes do 5° sextante. Foram realizados os tratamentos pré‐protéticos: endodontia do 13 e 23, exodontia do 14, 25 e 47, restaurações no 34, 17, 27, nichos em 17, 27, 34 e 44; restauração dos remanescentes dentários do 12‐22 com ionómero de vidro e nivelamento supra‐gengival. O desenho da reabilitação protética foi: Superior ‐ conector maior barra palatina; retentores diretos no 17 e 27 (ganchos) e no 13 e 23 (encaixes de precisão tipo bola); selas 14‐16 e 24‐26; Inferior ‐ conector maior barra lingual, retentores diretos (RPI) no 34 e 44; selas 35‐37 e 45‐47. Seis meses após conclusão do tratamento não se verificam complicações biológica ou mecânicas. Discussão e conclusões: A manutenção de raízes dentárias para execução de sobredentaduras é uma alternativa clínica viável que permite obter um melhor suporte, estabilidade e retenção da prótese removível, assim como a preservação do rebordo alveolar e da propiocepção destes elementos no sistema estomatognático. O plano de tratamento estabelecido com a manutenção das raízes dentárias e da utilização dos encaixes protéticos em bola permitiu a reabilitação de um caso clínico de complexidade elevada de forma muito satisfatória.
  • Técnicas e materiais de impressão em prótese total lecionados em pós-graduações ibéricas
    Publication . Amorim, Ana M.; Simões, Tiago; Silva, Ana M.; Araújo, Filipe M.; Figueiredo, Cristina; Correia, André
    Objetivos: Identificar quais as tendências atuais nas impressões em prótese total convencional realizadas nas pós-graduações em Prostodontia na Península Ibérica e determinar quais as técnicas e materiais de impressão são mais utilizados. Métodos: Um questionário online foi enviado a todos os responsáveis de pós-graduações no âmbito da Prostodontia na Península Ibérica que incluíam nos seus programas curriculares o ensino e a reabilitação clínica com prótese total removível. O questionário foi constituído por 24 perguntas, divididas em duas partes: impressões preliminares e impressões definitivas. Resultados: Conseguiu-se um total de 17 respostas, correspondendo a 89,5% da população- -alvo. A maioria das pós-graduações portuguesas afirmaram utilizar, nas impressões preliminares, moldeiras metálicas standard para desdentados (83.3%), enquanto que em Espanha utilizavam moldeiras metálicas standard (72.7%). O material escolhido para as impressões preliminares foi o alginato. A técnica mais utilizada nas impressões definitivas em ambos os países é a técnica funcional. Todas as pós-graduações realizavam selamento periférico na moldeira individual, sendo a godiva o material escolhido. O material mais utilizado para a realização das impressões definitivas foi o polivinilsiloxano (46.7%). Metade das pós-graduações afirmaram ter especial consideração pelo tecido flácido. A maioria das pós-graduações não refere aconselhar os pacientes a não utilizar as suas próteses nas 24 horas anteriores à realização das impressões definitivas (82.4%). Conclusão: Em grande parte, as técnicas e materiais utilizados foram semelhantes entre Portugal e Espanha. A grande maioria das técnicas e materiais utilizados na Península Ibérica foram semelhantes ao encontrado em pós-graduações na área de Prostodontia nos Estados Unidos da América.
  • I-88. Complicações biológicas e mecânicas em prostodontia removível numa clínica universitária
    Publication . Amorim, Susana; Marques, Marta; Araújo, Filipe Miguel; Figueiredo, Cristina Paiva; Silva, Ana Margarida; Correia, André
    Objetivos: Avaliar a frequência e tipo de complicações biológicas e mecânicas existentes em reabilitações com prótese removível efetuadas na clínica universitária entre 2010 e 2012 e correlacionar com o tipo de desdentação e o tipo de prótese em questão. Materiais e métodos: Realizaram-se consultas de controlo a 75 pacientes (35 mulheres e 40 homens) reabilitados em ambas as arcadas com prótese removível, parcial ou total. Numa ficha clínica especificamente preparada para estas consultas, foram registados o tipo de desdentação do paciente (classificação de Kennedy) em ambos os maxilares, a reabilitação protética efetuada e as complicações biológicas e mecânicas existentes no momento da avaliação. Foi realizada uma análise estatística descritiva destas variáveis. Resultados: Relativamente ao tipo de desdentação verificou-se uma prevalência superior da desdentação bilateral posterior na maxila (30,7%) e na mandíbula (41,3%). O tipo de prótese mais prevalente foi a prótese parcial removível (PPR), nomeadamente a esquelética com 53,3% na maxila e 66,7% na mandíbula. A complicação mais comum em ambas as arcadas, associada à PPR e à prótese total (PT), foi a falta de retenção com uma frequência maxilar de 36,0% e mandibular de 38,7%, seguida da estomatite protética na maxila com 17,3% e ulceração na mandíbula com 16,0%. Na maxila, a incidência de complicações foi superior nos pacientes com desdentação parcial unilateral completa (33,3%), enquanto na mandíbula existiu uma maior incidência de complicações nos pacientes com desdentação bilateral posterior (41,5%). Foram registadas mais complicações na maxila em pacientes portadores de PPR (48,2% em PPR esqueléticas e 22,2% em PPR acrílicas) comparativamente à PT (29,6%), à semelhança do que foi verificado na mandíbula, com mais complicações em pacientes portadores de PPR (49,1% em PPR esqueléticas e 35,9% em PPR acrílicas) comparativamente à PT (15,0%). Conclusões: Verificou-se uma maior prevalência de complicações nas desdentações parciais reabilitadas com prótese parcial removível esquelética. A falta de retenção foi a complicação mais observada, quer para a maxila (em classes II de Kennedy) quer para a mandíbula (classes I de Kennedy). Para estas situações clínicas deverá ser efetuada uma análise criteriosa do desenho da prótese, sobretudo no que concerne aos elementos retentivos.