CIIS - Livros e Partes de Livros / Books and Books Parts
URI permanente para esta coleção:
Navegar
Entradas recentes
- O diagnóstico de enfermagem angústia espiritualPublication . Caldeira, Sílvia; Carvalho, Emília Campos de; Vieira, Margarida
- O fim de vida em casa: do doente à família - revisão integrativaPublication . Coelho, Sílvia Patrícia Fernandes; Costa, Tânia; Capelas, Manuel Luís; Sá, LuísIntrodução: Em Portugal, um estudo epidemiológico dos Locais de Morte em 2010 e Comparação com as Preferências da População Portuguesa (1), demonstra que 50,3% das pessoas preferem morrer em casa e que a preferência para morrer em casa diminui do grupo dos 16-24 anos (61,9%) para o grupo dos 55-64 anos (42,5%), mas aumenta nas pessoas com 75 anos ou mais, sendo o grupo que apresenta a maior preferência por morrer em casa (66,2%). A unidade de cuidados é composta pelo doente e família que devem ser considerados, conjuntamente, como realidades interconectadas. Muitas famílias cuidam do seu familiar doente ou em fase terminal com o intuito de respeitar os seus últimos desejos mas cuidar de um familiar em fim de vida pode tornar- se um encargo com elevados custos emocionais, físicos, financeiros e psicológicos. (2) Objetivos: Identificar as necessidades e recursos dos doentes em fim vida, em cuidados paliativos, e das famílias que cuidam do seu familiar em casa Materiais e Métodos: Revisão integrativa da literatura nas bases de dados EBSCO, MEDLINE, PubMed e B-on com os descritores “Palliative Care”, “Patients”, “Family; ”End-of-life, “Home”. Como critérios de inclusão incluíram-se todos os artigos de língua inglesa; existentes em texto integral; com resumo e referências disponíveis e analisados por especialistas com o horizonte temporal entre 2006 e 2016. Como critérios de exclusão, foram excluídos os artigos relacionados com pediatria perfazendo um total de 4, dos 51 artigos encontrados. Resultados: A evidência demonstra que dos 47 artigos analisados encontramos maioritariamente artigos de revisões da literatura, conferências, editoriais e comentários. Os assuntos mais abordados foram: cuidados paliativos no domicílio, suporte familiar, cuidar em casa, controlo de sintomas, necessidades dos doentes e familiares/cuidadores e promoção da qualidade de vida. Dado que a maioria dos doentes quer permanecer e morrer em casa, o acompanhamento da situação clínica dos doentes pelos cuidados paliativos, permite um plano de cuidados avançado e individualizado através de uma abordagem holística. Ainda permite capacitar a família para cuidar pois o fato das famílias não possuírem conhecimentos de assegurar a continuidade dos cuidados poderá tornar-se angustiante e stressante, visto que assumir o papel de cuidador é um fator significativo, no stress e de perturbação psicológica. (2) Quanto às necessidades identificadas destacamos a nível do doente necessidades físicas, referindo o controlo de sintomas (85%), com predomínio do controlo da dor (90%); necessidades psicológicas como a comunicação (58.3%); necessidades espirituais (50%) para a gestão do sofrimento, perda de sentido de vida e de (33%) para a gestão do medo de morrer; necessidades sociais (33%) relacionadas com os recursos disponíveis na comunidade e por fim, necessidades da família, para a preparação do cuidador informal para o seu papel (58.5%). (3) Em relação aos recursos, a revisão da literatura evidencia a identificação, capacitação e treino do cuidador informal, preparação para o autocuidado na alta para o domicílio, gestão do regime terapêutico, promoção / transição na continuidade dos cuidados na comunidade, suporte social, partilha de informação entre os intervenientes (doente/família/equipas), referenciação precoce do doente. (4) Conclusão: Da análise emergiu que atendendo que os doentes com doença avançada ou incurável, manifestam sintomas por vezes complexos que influenciam a qualidade de vida, alterações no bem-estar físico, psíquico, social, cultural e espiritual, tornando-se crucial a identificação e avaliação das necessidades dos doentes, estabelecer um plano de cuidados avançado com estratégias terapêuticas individualizadas e eficazes assegurando o apoio à família nas situações de crise e gestão dos recursos, para resolver os problemas identificados.
- Cuidem dos vivos, enterrem os mortos: o socorro no terramoto de LisboaPublication . Ferreira, AméliaA catástrofe de um de novembro de 1755, primeiro desastre da modernidade, afetou uma das cidades mais importantes da Europa da época. Singular foi a forma como o Estado assumiu a responsabilidade da reconstrução e gestão da emergência e socorro, para alívio e segurança do povo. A preocupação dos governantes da época em criar uma cidade mais segura, foi precedida da preocupação genuína em salvar quem ainda tinha hipóteses de sobreviver e enterrar quem já não pertencia ao mundo terreno. Através da análise de fontes coevas, podemos constatar que os governantes da época fizeram o que era esperado de quem está ao comando dos destinos da nação.
- Consumo de substâncias: uma realidade em contexto escolar: revisão integrativa da literaturaPublication . Amorim, Rita; Araújo, Andreia; Chino, Alexandra; Fernandes, Bárbara; Santos, Catarina; Quelhas, Isabel; Festas, Constança
- Capacidade funcional e utilização de recursos de saúde numa amostra de idosos que frequentam centros de diaPublication . Oliveira, Ana; Helena, Tânia; Almeida, Armando; Braga, Clara; Costa, Tânia
- Atividade física e status cognitivo numa amostra de idosos de centros de diaPublication . Nascimento, Cristiana; Freitas, Ana; Almeida, Armando; Costa, Tânia; Braga, Clara
- Gestão da dor com metadona em cuidados paliativosPublication . Lima, Ana; Condeço, Luís Miguel; Nogueira, AndréIntrodução: A metadona é um opióide sintético de longa ação, com propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas únicas, usada no tratamento da dor crónica, oncológica ou não, substituindo a morfina e o fentanilo. O objetivo deste estudo é avaliar as vantagens do uso da metadona em unidades de cuidados paliativos. Métodos: Foi conduzida uma revisão da literatura através da base de dados Pubmed, utilizando-se os seguintes descritores: Methadone; Pain Management; Palliative Care. Considerou-se os artigos científicos publicados em inglês entre 2012 e 2023, tendo sido selecionados os artigos considerados relevantes depois da análise do título e resumo. Resultados: Não existe uma dosagem fixa para a administração da metadona. Contudo, deve usar-se um método "Start low and go slow", ou seja, iniciar com a posologia de 2, 5 mg a cada 12h ou 8h e aumentando a dosagem de 5 mg a cada 5-7 dias, conforme a resposta do doente. Em relação aos efeitos adversos da metadona, para além dos comuns a todos os opióides, esta pode ainda levar à síndrome da serotonina e à prolongação do intervalo QT/QTc. Conclusões: A metadona é comumente utilizada como um fármaco substituto, em casos em que os doentes adquiriram tolerância, alergia ou toxicidade, ou já não podem tolerar os efeitos secundários do opióide atual. Não obstante, os profissionais de saúde necessitam de ter conhecimento acerca de os efeitos adversos da metadona, de modo que esta seja administrada de forma segura.
- Risco de pé diabético numa amostra de utentes de centro de diaPublication . Poças, Rita; Laverco, João; Costa, Tânia; Almeida, Armando; Braga, ClaraIntrodução: Este póster surge no decorrer do Ensino Clinico V, após a aplicação de um instrumento de colheita de dados numa feira da saúde para a Obra Diocesana de Promoção Social que decorreu no dia 17 de Outubro de 2014. Consideramos ser importante abordar este tema uma vez que existe 1 milhão de pessoas, entre os 20 e os 79 anos, em Portugal que estão diagnosticados com Diabetes. Esta doença traz algumas complicações como nefropatia diabética, hipertensão arterial, disfunção sexual, retinopatia diabética e pé diabético, sendo este ultimo o tema do nosso cartaz uma vez que cerca de 25% dos diabéticos tem risco aumentado de sofrer de pé diabético. Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar o risco de pé diabético em utentes do centro de dia. Com o objetivo de uma prevenção de casos de risco e tratamento prévio. Material e Métodos: Estudo transversal descritivo. Numa população de 30 diabéticos em que a amostra se restringiu aos utentes que recorreram à banca da avaliação do pé, ou seja a 12 utentes. Este estudo tem um erro amostral de 25%, um nível de confiança de 95%. Estes dados foram recolhidos através de uma entrevista semiestruturada e de um exame físico aos pés através da escala de avaliação do risco de pé diabético do SAPE. Os dados recolhidos foram tratados em Excel e em SPSS. Resultados: Após a análise dos dados recolhidos é possível observar que n=4 pessoas têm risco médio de ter úlceras de pressão no pé esquerdo e n=5 no pé direito. Existe também risco alto risco de úlcera de pressão no pé esquerdo a n=4 pessoas e no pé direito a n=3 pessoas. Em relação à integridade da pele podemos concluir que na nossa amostra a maioria tinha calosidade (n=10), deformidades do pé (n=8) e pele seca (n=7). Também é possível observar que n=1 dos utentes não tem sensibilidade/ pressão em ambos os pés e que n=2 não apresentam sensibilidade à vibração no pé direito. Outros dois focos que foram avaliados e que consideramos podermos intervir, no auxílio destes foram a dor e coloração. No primeiro foco n=5 pessoas apresentam dor me ambos os pés e n=6 apresentam alterações da coloração de ambos os pés. Conclusão: Em suma, este estudo permitiu concluir que a maioria das pessoas tem risco médio de úlcera de pressão e essencialmente no pé direito. Dos parâmetros que são avaliados na escala de avaliação do risco de pé diabético do SAPE os que apresentaram maior relevância para os cuidados de enfermagem foi a integridade da pele.
- Differences in processing speed, attention, and executive functions in rugby and padel athletesPublication . Pereira, Mafalda; Abreu, Ana Maria; Ferreira, Inês SaraivaThe aim of this study was to investigate whether participation in rugby or padel is associated with differences in cognitive functioning, specifically in processing speed, attention, and executive functions. Sixty-four participants were divided into rugby athletes, padel athletes, and non-athletes. Cognitive performance was assessed using the Digit Symbol-Coding and Symbol Search subtests of the WAIS-III (Processing Speed Index) and the Trail Making Test (Parts A and B). Significant group differences emerged in processing speed and executive functions, while no significant differences were found in attention. Rugby athletes showed significantly lower performance in these domains than padel athletes, performing similarly to non-athletes. In contrast, padel athletes significantly outperformed non-athletes in processing speed, suggesting an association between padel practice and enhanced cognitive performance. These findings are consistent with a possible association between participation in padel and higher cognitive performance, particularly processing speed, although causal inferences cannot be drawn from this small cross-sectional study. Further research is needed to clarify the cognitive correlates of padel as the sport gains popularity.
- Quedas e medo de cair numa amostra de idosos que frequentam centros de diaPublication . Vieira, Daniela; Pedro, Sofia; Braga, Clara; Costa, Tânia; Almeida, Armando
