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CIIS - Livros e Partes de Livros / Books and Books Parts

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  • Prevenção das principais lesões em atletas que praticam hóquei em patins: scoping review
    Publication . Santos, Bernardo Almeida Vieira dos; Moreira, Vasco Filipe dos Santos Tavares; Amaral, Teresa
  • Social play between deaf and hard of hearing children and hearing peers: learning from children and school ecosystems
    Publication . Zhao, Jing; Neto, Isabel; Okosi, Michaela; de Carvalho, Paulo Vaz; Nicolau, Hugo
    Social play is an essential pathway for emotional, cognitive, and social development in children. However, Deaf and Hard of Hearing (DHH) children often experience barriers to social play, namely in mixed-hearing ability environments (e.g., school playground). In this paper, we conducted interviews with six educators and 19 children with and without hearing loss at a Partially Bilingual School, to better understand their experiences during social play. Moreover, we observed a school playground with 46 children over seven weeks at a Full Bilingual School. Findings show that social play between DHH and hearing children is influenced by school culture, peer culture, and child agency. Importantly, some of these barriers can be (partially) overcome through a supportive bilingual and bicultural environment. We propose the concept of contextualized social play technology, which defines a design space aimed at fostering peer culture and individual agency through contextualization within schools. We also provide design insights to inform the development of future inclusive play technologies.
  • O diagnóstico de enfermagem angústia espiritual
    Publication . Caldeira, Sílvia; Carvalho, Emília Campos de; Vieira, Margarida
  • O fim de vida em casa: do doente à família - revisão integrativa
    Publication . Coelho, Sílvia Patrícia Fernandes; Costa, Tânia; Capelas, Manuel Luís; Sá, Luís
    Introdução: Em Portugal, um estudo epidemiológico dos Locais de Morte em 2010 e Comparação com as Preferências da População Portuguesa (1), demonstra que 50,3% das pessoas preferem morrer em casa e que a preferência para morrer em casa diminui do grupo dos 16-24 anos (61,9%) para o grupo dos 55-64 anos (42,5%), mas aumenta nas pessoas com 75 anos ou mais, sendo o grupo que apresenta a maior preferência por morrer em casa (66,2%). A unidade de cuidados é composta pelo doente e família que devem ser considerados, conjuntamente, como realidades interconectadas. Muitas famílias cuidam do seu familiar doente ou em fase terminal com o intuito de respeitar os seus últimos desejos mas cuidar de um familiar em fim de vida pode tornar- se um encargo com elevados custos emocionais, físicos, financeiros e psicológicos. (2) Objetivos: Identificar as necessidades e recursos dos doentes em fim vida, em cuidados paliativos, e das famílias que cuidam do seu familiar em casa Materiais e Métodos: Revisão integrativa da literatura nas bases de dados EBSCO, MEDLINE, PubMed e B-on com os descritores “Palliative Care”, “Patients”, “Family; ”End-of-life, “Home”. Como critérios de inclusão incluíram-se todos os artigos de língua inglesa; existentes em texto integral; com resumo e referências disponíveis e analisados por especialistas com o horizonte temporal entre 2006 e 2016. Como critérios de exclusão, foram excluídos os artigos relacionados com pediatria perfazendo um total de 4, dos 51 artigos encontrados. Resultados: A evidência demonstra que dos 47 artigos analisados encontramos maioritariamente artigos de revisões da literatura, conferências, editoriais e comentários. Os assuntos mais abordados foram: cuidados paliativos no domicílio, suporte familiar, cuidar em casa, controlo de sintomas, necessidades dos doentes e familiares/cuidadores e promoção da qualidade de vida. Dado que a maioria dos doentes quer permanecer e morrer em casa, o acompanhamento da situação clínica dos doentes pelos cuidados paliativos, permite um plano de cuidados avançado e individualizado através de uma abordagem holística. Ainda permite capacitar a família para cuidar pois o fato das famílias não possuírem conhecimentos de assegurar a continuidade dos cuidados poderá tornar-se angustiante e stressante, visto que assumir o papel de cuidador é um fator significativo, no stress e de perturbação psicológica. (2) Quanto às necessidades identificadas destacamos a nível do doente necessidades físicas, referindo o controlo de sintomas (85%), com predomínio do controlo da dor (90%); necessidades psicológicas como a comunicação (58.3%); necessidades espirituais (50%) para a gestão do sofrimento, perda de sentido de vida e de (33%) para a gestão do medo de morrer; necessidades sociais (33%) relacionadas com os recursos disponíveis na comunidade e por fim, necessidades da família, para a preparação do cuidador informal para o seu papel (58.5%). (3) Em relação aos recursos, a revisão da literatura evidencia a identificação, capacitação e treino do cuidador informal, preparação para o autocuidado na alta para o domicílio, gestão do regime terapêutico, promoção / transição na continuidade dos cuidados na comunidade, suporte social, partilha de informação entre os intervenientes (doente/família/equipas), referenciação precoce do doente. (4) Conclusão: Da análise emergiu que atendendo que os doentes com doença avançada ou incurável, manifestam sintomas por vezes complexos que influenciam a qualidade de vida, alterações no bem-estar físico, psíquico, social, cultural e espiritual, tornando-se crucial a identificação e avaliação das necessidades dos doentes, estabelecer um plano de cuidados avançado com estratégias terapêuticas individualizadas e eficazes assegurando o apoio à família nas situações de crise e gestão dos recursos, para resolver os problemas identificados.
  • Cuidem dos vivos, enterrem os mortos: o socorro no terramoto de Lisboa
    Publication . Ferreira, Amélia
    A catástrofe de um de novembro de 1755, primeiro desastre da modernidade, afetou uma das cidades mais importantes da Europa da época. Singular foi a forma como o Estado assumiu a responsabilidade da reconstrução e gestão da emergência e socorro, para alívio e segurança do povo. A preocupação dos governantes da época em criar uma cidade mais segura, foi precedida da preocupação genuína em salvar quem ainda tinha hipóteses de sobreviver e enterrar quem já não pertencia ao mundo terreno. Através da análise de fontes coevas, podemos constatar que os governantes da época fizeram o que era esperado de quem está ao comando dos destinos da nação.
  • Consumo de substâncias: uma realidade em contexto escolar: revisão integrativa da literatura
    Publication . Amorim, Rita; Araújo, Andreia; Chino, Alexandra; Fernandes, Bárbara; Santos, Catarina; Quelhas, Isabel; Festas, Constança
  • Atividade física e status cognitivo numa amostra de idosos de centros de dia
    Publication . Nascimento, Cristiana; Freitas, Ana; Almeida, Armando; Costa, Tânia; Braga, Clara
  • Gestão da dor com metadona em cuidados paliativos
    Publication . Lima, Ana; Condeço, Luís Miguel; Nogueira, André
    Introdução: A metadona é um opióide sintético de longa ação, com propriedades farmacocinéticas e farmacodinâmicas únicas, usada no tratamento da dor crónica, oncológica ou não, substituindo a morfina e o fentanilo. O objetivo deste estudo é avaliar as vantagens do uso da metadona em unidades de cuidados paliativos. Métodos: Foi conduzida uma revisão da literatura através da base de dados Pubmed, utilizando-se os seguintes descritores: Methadone; Pain Management; Palliative Care. Considerou-se os artigos científicos publicados em inglês entre 2012 e 2023, tendo sido selecionados os artigos considerados relevantes depois da análise do título e resumo. Resultados: Não existe uma dosagem fixa para a administração da metadona. Contudo, deve usar-se um método "Start low and go slow", ou seja, iniciar com a posologia de 2, 5 mg a cada 12h ou 8h e aumentando a dosagem de 5 mg a cada 5-7 dias, conforme a resposta do doente. Em relação aos efeitos adversos da metadona, para além dos comuns a todos os opióides, esta pode ainda levar à síndrome da serotonina e à prolongação do intervalo QT/QTc. Conclusões: A metadona é comumente utilizada como um fármaco substituto, em casos em que os doentes adquiriram tolerância, alergia ou toxicidade, ou já não podem tolerar os efeitos secundários do opióide atual. Não obstante, os profissionais de saúde necessitam de ter conhecimento acerca de os efeitos adversos da metadona, de modo que esta seja administrada de forma segura.