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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Colaborar, para inovar num tempo de pandemia de Covid-19 e de transição de uma sociedade contemporânea de natureza tipográfica para uma sociedade algorítmica, é o objeto de estudo desta reflexão na, sobre e para ação, de passagem de um ensino remoto de emergência para um ensino a distância de qualidade, inclusivo e de forte presença social. Este é um artigo de revisão do estado de arte que pretende dar um contributo à questão de investigação: como ampliar o espaço físico da escola, para o ciberespaço, com o apoio das tecnologias emergentes da nova era digital e do trabalho colaborativo, e em rede, dos profissionais do ensino e formação? “. A pandemia deixou a descoberto grandes fragilidades no modelo de transição de um ensino aprendizagem face-to-face (F2F) para o modelo a distância, total ou parcialmente online. Uma delas, foi a inadequação dos modelos organizacionais e pedagógicos adaptáveis a uma geometria variável de presença/ distância e sincronismo/assincronismo. Outra, foi/é a falta de uma pedagogia adequada às formas não-presenciais de aprendizagem. Ainda outra, foi o uso de plataformas para realizar avaliação por exames a distância, com a perspetiva de aumentar a aceitabilidade e a autenticidade dos resultados dos exames, na medida em que os softwares próprios de vigilância remota automática, como supervisores virtuais, ou ferramentas para monitorizar se o aluno consulta novas páginas da web, estão a ser objeto de investigação pela Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), depois de uma denúncia de que havia indícios de violação do regime de proteção de dados.
Descrição
Palavras-chave
Digitalização da escola Educação digital “onlife” Pedagogia da autonomia Cultura de ecologia cognitiva
Contexto Educativo
Citação
Editora
Universidade Católica Portuguesa
