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Publicação

Ferida maligna : prevalência e qualidade de vida em oncologia

datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúde
dc.contributor.advisorMartins, Fernando Mena
dc.contributor.advisorCapelas, Manuel Luís
dc.contributor.authorBrazão, Vera Cristina Esteves
dc.date.accessioned2015-04-13T09:10:28Z
dc.date.issued2015-02-04
dc.date.submitted2015
dc.description.abstractIntrodução. O avanço científico e tecnológico tem contribuído para a redefinição do cancro como doença crónica, exigindo mudanças na abordagem de cuidados ao doente em oncologia. Estimam-se que 5% dos doentes oncológicos desenvolvem ferida maligna. Metodologia. O estudo observacional analítico transversal pretende dar a conhecer a prevalência de feridas malignas, caracterizando e avaliando sua influência na qualidade de vida da população oncológica. Neste sentido, dezanove doentes adultos (amostra não probabilística acidental) foram recrutados em dez serviços (regime de internamento e ambulatório) de um Instituto Português de Oncologia do País. A recolha de dados, por intermédio da aplicação do formulário e questionário EORTC QLQ-C30 v.3.0 aos sujeitos de investigação, decorreu num período de três dias, em Outubro de 2013. Resultados. Das tipologias tumorais identificadas, por órgão/sistema, destacaram-se: Pele; Cabeça e Pescoço; Linfoma Non-Hodgkin; Sistema Digestivo; Ginecológico; Mama e Tecidos Moles. A prevalência de feridas malignas foi de 4,9%, com média de 1,6 feridas/doente; sendo enquadrada predominantemente no contexto de recidiva loco-regional e metastização. Maioritariamente, registou-se baixa sintomatologia relativa à ferida. Influência psicossocial negativa da ferida foi atribuída às actividades de vida, imagem corporal e grau de autonomia/independência do doente; e positiva, no sentido de conforto e segurança associado ao penso realizado à ferida. A qualidade de vida (score final) da população oncológica em estudo apresentou média de 78%. Face a este indicador, correlações estatisticamente significativas positivas foram associadas à idade, ao Karnofsky Performance Status, à duração do tratamento à ferida e às funções (física, de desempenho, cognitiva, social) do doente; e negativas, à fadiga, dor, anorexia e obstipação. Conclusão. A complexidade e unicidade do significado multidimensional do cancro e da ferida maligna determinam o impacto na qualidade de vida do doente/família; exigindo uma actuação interdisciplinar holística, realista e assertivapor
dc.description.abstractBackground. Advances in science and technology have contributed to the redefinition of cancer as a chronic disease and as a consequence changes are required in the approach to patient care in Oncology. It is estimated that 5% of cancer patients develop malignant wounds. Methodology. This cross-sectional study aims not only to provide data on the prevalence of malignant wounds but also characterise and assess their influence on the quality of life of cancer patients. In view of that, nineteen adult patients of a Portuguese Institute of Oncology (accidental non-probability sample) were recruited from ten treatment services (inpatient and outpatient care). Data were collected using the questionnaire EORTC QLQ-C30 v. 3.0 and structured interviews took place in October 2013 during a three-day period. Results. The typology of malignant tumours was identified by the following organs/systems: Skin; Head and Neck; Non-Hodgkin Lymphoma; Digestive System; Gynaecological; Breast and Soft Tissue. The prevalence of malignant wounds among patients was 4.9%, with an average of 1.6 wounds per patient; the majority of them were seen in the context of recurrent cancer and metastatic spread. In most cases, there was a low symptom response to the wounds. The psychosocial negative effect of the wound was predominantly associated with patient’s life activities, body image and individual patient’s capacity for autonomy and independence; while the positive effect was more related to the wound bandaging process itself, thus promoting comfort and a sense of safety. The life quality of the population under study (final score) was 78% on average. Statistically significant and positive correlations were establish with age, Karnofsky Performance Status, duration of local wound care and patient functioning (physical, role, cognitive, social); and negatives with fatigue, pain, appetite loss and constipation. Conclusion. The complexity and uniqueness of the multidimensional meaning of cancer and malignant wound, determine the impact on the quality of life for patients/families; thus requiring a holistic, realistic and assertive interdisciplinary action.por
dc.identifier.tid201679884
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/17109
dc.language.isoporpor
dc.subjectDoente oncológicopor
dc.subjectFerida malignapor
dc.subjectSintomaspor
dc.subjectPsicossocialpor
dc.subjectQualidade de vidapor
dc.subjectCancer patientspor
dc.subjectMalignant fungating woundpor
dc.subjectSymptomspor
dc.subjectPsychosocialpor
dc.subjectQuality of lifepor
dc.titleFerida maligna : prevalência e qualidade de vida em oncologiapor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspor
rcaap.typemasterThesispor
thesis.degree.nameMestrado em Feridas e Viabilidade Tecidular

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