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O consenso de Beijing em África : o caso de Moçambique : 2001-2014

datacite.subject.fosCiências Sociais::Ciências Políticaspt_PT
dc.contributor.advisorPinto, Ana Raquel Coutinho Rosa Vaz
dc.contributor.authorFlores, Miguel Vieira
dc.date.accessioned2017-04-26T14:04:53Z
dc.date.available2017-04-26T14:04:53Z
dc.date.issued2017-03-15
dc.description.abstractEsta tese visa compreender até que ponto o “modelo chinês” – conhecido por Consenso de Beijing – se está a impor em África, e se constitui, de facto, uma ameaça à expansão da democracia liberal no continente. Moçambique – país apontado como um modelo de cooperação com os doadores ocidentais, mas onde a presença chinesa tem vindo a crescer a um ritmo impressionante – foi escolhido como estudo de caso. A ascensão da China é vista como uma ameaça à disseminação dos valores políticos e económicos ocidentais, muitas vezes referidos sob o termo genérico de Consenso de Washington. Este conceito, na sua génese, era apenas um sumário de dez prescrições de política económica para a América Latina; foi depois considerado, sucessiva e erroneamente, como sinónimo dos Programas de Ajustamento Estrutural do FMI; da doutrina económica do neoliberalismo; e do capitalismo democrático. O Consenso de Beijing nasceu como um modelo de desenvolvimento cujo objectivo era sumariar os ensinamentos do milagre económico chinês; o termo passou depois a ser utilizado como sinónimo do sistema chinês de “leninismo de mercado”. A presença cada vez mais significativa da China em África e o exemplo do seu sucesso económico têm aumentado o interesse dos líderes africanos por este modelo em detrimento do poder de atração do liberalismo democrático. Este estudo demonstra que o Consenso de Beijing é muito dificilmente replicável em Moçambique; porém, o financiamento da China pode contribuir para alimentar o sistema clientelar do partido no poder. Se a elite governante é muito receptiva ao “modelo chinês” o mesmo não se poderá dizer da população e da sociedade civil – a primeira admira o crescimento económico que este proporciona mas mantém a sua lealdade para com a democracia; a segunda rejeita-o na sua totalidadept_PT
dc.identifier.tid201866625
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/22081
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectConsenso de Washingtonpt_PT
dc.subjectNeoliberalismopt_PT
dc.subjectConsenso de Beijingpt_PT
dc.subjectLeninismo de mercadopt_PT
dc.subjectChinapt_PT
dc.subjectMoçambiquept_PT
dc.subjectSoft powerpt_PT
dc.titleO consenso de Beijing em África : o caso de Moçambique : 2001-2014pt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Ciência Política e Relações Internacionais: Segurança e Defesa

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