Percorrer por autor "Curvelo, Rita"
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- Marcas portuguesas - uma questão de identidade diferenciada?Publication . Curvelo, Rita
- Marcas portuguesas: uma questão de identidade diferenciada?Publication . Curvelo, RitaEntrevista à Dr.ª Teresa Carvalho, directora da Unidade de Comunicação e Marketing do ICEP (Instituto de Comércio Externo de Portugal).
- Marketing das artes: importância e actualidade: entrevista a François ColbertPublication . Curvelo, RitaFrançois Colbert é um dos mais afamados especialistas mundiais em Marketing das Artes e da Cultura da actualidade. Com mais de 30 anos de carreira, já publicou diversos livros e dezenas de artigos nas mais prestigiadas publicações internacionais. Professor Catedrático em Marketing na École de Hautes Études Commerciales de Montréal, onde é titular da cátedra de Gestão das Artes Carmelle e Remi-Marcoux, é também o principal responsável da pós-graduação de Management of Cultural Organizations, um curso de estudos superiores especializado em gestão dos organismos culturais. Paralelamente, exerce ainda o cargo de director e principal redactor da publicação International Journal of Arts Management (IJAM), tendo dedicado grande parte dos seus estudos à gestão das artes do palco, dos museus e do cinema. François Colbert dirigiu igualmente numerosos seminários e conferências em todo o mundo, subordinados ao tema Arts Management, tendo como principal preocupação o marketing management num contexto cultural. Membro do Board of Directors of the Canadian Association of Arts Administration Educators desde 1986, o Professor Colbert consegue ainda conciliar todas as suas actividades com uma vasta experiência profissional nos sectores público e privado, trabalhando como consultor de empresas, associações e governos.
- Not even COVID killed the radio star: o programa As três da manhã da rádio Renascença no contexto da pandemiaPublication . Curvelo, RitaFace à eclosão da pandemia em 2020, a rádio viu-se rapidamente obrigada a reagir, adaptando os seus processos de produção de conteúdos e as suas transmissões a um auditório transformado por novas rotinas, horários diários e hábitos de escuta. O presente estudo analisa as soluções encontradas pela Rádio Renascença e pelo seu programa As três da manhã ao longo do primeiro ano de COVID-19, tendo por objetivo compreender as principais mudanças e ajustes do canal durante o período de distanciamento social. O estudo baseia-se na literatura científica especializada sobre o papel social e afetivo que a rádio sempre desempenhou em momentos de crise, num conjunto de entrevistas realizadas a vários profissionais da Renascença e ainda numa análise dos novos formatos e conteúdos oferecidos pela estação, concluindo-se que a pandemia impulsionou a criatividade produtiva e a capacidade tecnológica do meio sonoro.
- Not even Covid killed the radio star: the role and impact of Portuguese Renascença Morning show during the pandemics: rethink impactPublication . Curvelo, RitaRadio has always faced many competitors during its history. More recently, and despite the increasing competition from other media outlets, the medium was able to reinvent itself and adapt to the digital challenge. With the pandemic crisis, radio had again to rethink its strategies, and to resort new digital technologies and devices to continue its broadcasting from home and maintain its important role as a source of news and entertainment. On the one hand, then, from a technological point of view, during a period of social distance, and with very short notice, the medium had to discover new ways to continue its transmissions, by exploring and operating with different equipment, assembly, and digital supports. On the other hand, the “at home” new reality caused by Covid 19 made people spend less time in their cars (reducing the need for traffic information), and sports and musical events were cancelled, which also limited the content variety that the radio usually broadcasts. So, in terms of the message, radio was forced to draw new production processes and contents to meet the new demands and needs of its audiences. Covid 19 indeed triggered an unprecedent change on the media environment, including radio, and despite the worst previsions, the medium registered an increase in its audiences in 2020-2021, a time of sharp cuts in advertising investment in the media sector.The present work focuses on the study of the Portuguese morning show radio As Três da Manhã, broadcasted in the catholic generalist station Renascença, from March 2020 to December 2021, covering the period of the three waves of the Covid-19 pandemics. Hosted by three women, the programme meant something completely innovative in the Portuguese radio scenario and has been conquering listeners since its origin, in February 2019, gradually contributing to the channel's increasing audience, a trend made more evident during the pandemic period.The aim of the study is to analyse the channel main changes and adjustments in terms of procedures during the social distance period, and to explore how this specific radio show behave earned its success, responding to the necessities of its listeners in terms of information, new formats, remote production and content. To carry out the aforementioned research, semi-structured interviews were carried out with the radio presenters, the channel’s Director and Deputy Director, the morning show producers, the channel’s brand manager and the engineer responsible for all the technical logistics for the transmission from home or outdoors, during the few occasions when the programme aired from a mobile street studio. This study also contemplates the morning show scripts content analysis through a critical reading of the program's emission logs, to better understand and justify the success of As Três da Manhã during the constraints caused by the pandemic.
- O papel do humor no programa Manhãs da ComercialPublication . Curvelo, RitaNo panorama dos meios de comunicação social mais em foco no vasto campo dos Media Studies, a rádio tem sido tradicionalmente negligenciada, face à televisão, ao cinema e à internet e suas novas plataformas de comunicação. Todavia, na história da comunicação de massas, a radiodifusão terá sido a primeira forma de democratização e massificação efetivas da palavra e das mensagens, valendo a pena recuperar o seu estudo e explorar abordagens novas, de casos nacionais que permitam alguma comparabilidade internacional e debate cruzado entre especialistas. É esse o objetivo genérico desta proposta de paper, assente no estudo de caso da presença de um género radiofónico – o humor – na programação da estação líder de audiência em Portugal, a Rádio Comercial. O humor foi, e é, uma presença constante na história da rádio em Portugal, remontando praticamente aos anos das primeiras emissões regulares de rádio no país. Constituindo o humor uma forma de comunicação, e não sendo a sua presença uma novidade em rádio – recordem-se, por exemplo, os programas A Voz dos Ridículos ou Parodiantes de Lisboa surgidos na década de 40 – tem-se verificado nos últimos anos, no panorama português, uma aposta cada vez mais forte em momentos humorísticos nos programas da manhã de maior audiência. Contudo, se no passado era habitual ouvirem-se atores e animadores a assumir o protagonismo nos momentos de maior comicidade em rádio, tem-se confirmado uma tendência, mais ou menos generalizada, de recurso a humoristas para o desempenho deste papel nas rádios nacionais. Tendo presente o facto de ser durante o prime-time que a aposta no humor é mais recorrente, e tomando como caso para estudo o programa Manhãs da Comercial, inserido na grelha de programas da rádio mais ouvida em Portugal desde 2012 (a Rádio Comercial), o presente trabalho tem um triplo objetivo: em primeiro lugar, o de apurar qual o formato (sketch, conversa com animador, direto ou gravado), as modalidades (caricatura, agressividade, ironia ou incongruência), os alvos (políticos, portugueses em geral, empresas ou instituições), e principais temas (política, sociedade, desporto ou cultura) do humor neste programa; em segundo lugar, o de definir o perfil dos seus protagonistas (Ricardo Araújo Pereira, Nuno Markl e César Mourão); em terceiro lugar, finalmente, o de explorar o porquê desta preferência atual por humoristas. Paralelamente, e tendo em conta que estes espaços de humor ocorrem dentro de um programa com quatro horas de duração, pretende ainda apurar-se se o recurso e o tempo a eles dedicados constituem uma estratégia da estação com o intuito de cativar e fidelizar audiência, uma forma de posicionamento da Comercial, que procura ser percecionada como divertida e descontraída, ou uma simples opção estética e criativa da emissora. Porque o humor é um espaço que tem vindo a reconquistar um papel de relevo na rádio portuguesa, o presente estudo pretenderá finalmente apresentar algumas conclusões sobre o seu contributo para o êxito da estação em análise. Para apurar todos estes dados, foram entrevistados os humoristas da equipa da manhã da Rádio Comercial, o seu apresentador, Pedro Ribeiro, que é também o diretor de programas da estação, e ouvidas duas semanas de emissões (entre 25 e 29 de Abril de 2016 e 30 de Janeiro a 03 de fevereiro de 2017). É este material que serve de base documental primária ao estudo a apresentar
- Rádio comercial Ucrânia: o exemplo de um meio de comunicação português no apoio aos refugiadosPublication . Curvelo, RitaNa madrugada de 24 de fevereiro, a Rússia lançou uma ofensiva militar sobre a Ucrânia, dando início a uma guerra no Leste Europeu. Já anexada a Crimeia (em 2014), e com o pretexto de defender as repúblicas separatistas de Donetsk e Lugansk (no Donbass), o governo de Vladimir Putin tomou como seus alvos da invasão militar inúmeras cidades na zona sul e leste da Ucrânia e mesmo a região e cidade capital de Kiev – o que, de imediato, em fevereiro, e desde então, tem reforçado um gigantesco fluxo migratório de refugiados ucranianos para os países vizinhos e também para Portugal. Em tempos de guerra, a rádio sempre assumiu um papel fundamental, ora como veículo de propaganda (lembremo-nos, por exemplo, da II Guerra Mundial ou da Guerra Fria), ora na disseminação de informação e de apoio humanitário. Com a maioria das rádios ucranianas a enfrentar dificuldades de transmissão, estações de outros países começaram a mobilizar-se para se assumir como polo noticioso: a BBC voltou a emitir sinal em onda curta, tornando-se um veículo de informação para as populações ucraniana e russa, tal como a REE espanhola, com o seu centro emissor de Noblejas (em Toledo). Em Praga, a nova Radio Ukrajina oferece programação informativa e musical adaptadas às necessidades dos refugiados que chegam à República Checa, e na Polónia, a secção ucraniana da Polskie Radio Spółka Akcyjna (a rádio pública polaca) começou a emitir três noticiários por dia em ucraniano para informar quem não consegue ser informado. Em Portugal, e com início de emissões a 16 de março, começaram a ouvir-se as vozes de Viktoriya Starchenko e Marcos Fernandes na Rádio Comercial Ucrânia, uma rádio online em ucraniano e português, de cariz solidário, que nasceu para cumprir um duplo desafio: por um lado, ser um veículo de informação útil, com notícias, entrevistas, espaços de apoio jurídico, social e psicológico e música (essencialmente ucraniana e portuguesa); por outro lado, ser também uma ponte entre as centenas de refugiados que vão chegando ao nosso país e as organizações que lhes podem aqui prestar auxílio, nomeadamente a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR) do Serviço Jesuíta aos Refugiados (JRS), o Alto Comissariado para as Migrações, a Associação Ucrânia e a sua Embaixada. Esta comunicação pretende descrever a criação e primeiros meses de emissão online desta nova rádio bilingue e a importância que a iniciativa tem vindo a assumir junto da comunidade ucraniana em Portugal. Para o efeito, foi realizado um estudo aprofundado da grelha emissão da Rádio Comercial Ucrânia e das suas audiências online, tendo-se recorrido também a entrevistas semiestruturadas aos principais intervenientes desta iniciativa – o CEO da Media Capital Rádio, o Diretor de informação da Comercial e editor da Rádio Comercial Ucrânia, os apresentadores e os principais colaboradores deste novo canal.
- A rádio e o som do silêncioPublication . Curvelo, RitaEntende-se erradamente que, sendo a rádio um meio sonoro, o silêncio nãotem lugar na narração da história. Nesta aceção simplista, ele é percecionado como um vazio na linguagem, contrastando com a fala, prova clara esuficiente do ato de comunicar. No entanto, o silêncio é um elemento fundamental para a apresentação e a compreensão de um texto em rádio, namedida em que a ausência de som também é ouvida, encerrando em si umsignificado. Face à palavra, à música e aos efeitos sonoros, o silêncio é, todavia, o menos estudado, não merecendo as suas possíveis funções na narração radiofónica mais do que algumas referências pontuais em subcapítulosde livros ou em pequenos artigos académicos. O presente texto pretendesuprir esta escassez, partindo de uma revisão das teorias de investigadoresdo meio rádio com o objetivo de evidenciar a relevância do silêncio e daspausas num tempo em que o excesso de informação parece temer a ausência de palavras.
- Story creation and the impact of travel journalists on destination brandsPublication . Freire, João; Curvelo, RitaThe main objective of this article is to present an insight into the process of story creation in the travel section of British newspapers. The research presented focuses on this specific area of written press in order to understand how stories are created and how destination brand managers can use and control this source of information to build brand image. In order to understand how journalists create their stories the authors conducted a qualitative research with six travel journalists. Because of the exploratory nature of this research, it was decided that the best method of data collection was in-depth interviews. Although the aim of the travel section is to inform readers, the nature of its written stories differs from the newspaper’s other articles. In fact, reports published in the travel section tend to be positive and boast an optimistic outlook about places and leisure activities. Two main reasons may explain why this happens: first, the reason why a person reads the travel section; second, the symbiotic relationship between the press and travel or leisure organisations. These aspects influence the nature of the published stories and impact on how journalists write their articles. Despite the relevance of travel journalism, research on the topic is scant. The process of creating a story is poorly understood and therefore difficult for DMOs to manage this source of image creation
- Travel journalism: the process of story creation in the British newspaper’s travel sectionPublication . Freire, João; Curvelo, RitaIn recent years tourism's contribution to many countries’ economic growth is undeniable, not only in terms of revenue, but also in the creation and increase of employment in the sector, and in rising the destination’s visibility, the later attracting both national and foreign investment. Considering its significant relevance and impact, it is nonetheless strange, as some scholars have noted, the contempt with which travel journalism is often regarded: as a less serious genre, or a “frivolous topic, not worthy of serious research” (Fürsich and Kavoori, 2001), probably because it has been associated with entertainment and mass tourism without any social cultural focus of public interest.Usually, newspapers are composed of several sections, each of them reporting to different topics. Tourism and travel news are usually grouped in the travel segment. Although the aim of this specific section is to inform readers, the nature of its written stories differ from the other newspaper’s articles. In fact, the reports published in this unit tend to boast a positive outlook about sights and occurrences. Two main reasons may explain why this happens: firstly, the nature of the travel section is influenced by the reader’s profile; secondly, the symbiotic relation between press and travel or leisure organisations. These aspects, which influence the nature of the published stories, will consequently have an impact on how journalists write their articles.The main objective of this presentation is to present an insight into the process of story creation in the travel section of British newspapers. The research presented is focused on the written press, more specifically on the travel section of newspapers. In order to understand how this professionals come up with their stories and how place brand managers can use and control this source of information to build brand image a set of semi-structured interviews were conducted with six British journalists.
