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Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa
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Translating and popularizing China's past in Portugal: double foreignness in José de Freitas's a China Antiga e Moderna (1941)
Publication . Cheung, Charles
This article proposes “double foreignness” as a methodological prompt for analyzing the writing of a foreign country’s history, where spatiotemporal distance is compounded by cultural-linguistic distance. It examines José de Freitas’s A China antiga e moderna [Ancient and Modern China] (1941), a Portuguese popular history volume that connects China’s past to the Second Sino-Japanese War for early-1940s readers. Through Lefevere’s ([1992] 2017) concept of rewriting, the study shows how Freitas selectively rewrites francophone sources into Portuguese within a popularizing editorial framework. Drawing on Maitland’s (2017) model of cultural translation, the analysis traces Freitas’s interpretive gestures through which China’s past is made more intelligible to Portuguese readers and framed sympathetically, notably through familiar reference frames and recurrent images of the Chinese as “pacifist” and “traditionalist.” The case suggests that double foreignness can be productively analyzed through the interplay of intertemporal, interlingual, and cultural translation.
Literatura, artes e religião: ensaios sobre santidade
Publication . Bello, Maria do Rosário Lupi; Marra, Suzie
Os conceitos de santificação e de sacralização, imersos na tradição religiosa que funda a civilização ocidental, são abordados neste volume temático sobre a santidade, através das palavras dos ensaístas que, numa base de verdadeira multidisciplinaridade, procuram fazer emergir as diversas formas, tanto estéticas quanto reflexivas, que tais conceitos assumem, enquanto realização última do sentido religioso, encontrável no caldo cultural contemporâneo do qual fazem parte a literatura e as artes em geral.
A proteção do investidor : a vulnerabilidade do participante num OIA de capital de risco e o novo regime de gestão de ativos
Publication . Freitas, Inês Maravilha Patrício; Duarte, Rui Manuel Pinto
A presente dissertação analisa o enquadramento jurídico da figura do capital de risco em Portugal, atribuindo grande relevo ao estudo do “Regime de Gestão de Ativos” (“RGA”), aprovado pelo Decreto-Lei 27/2023. Como principal vetor da análise esteve a proteção do investidor, passando este texto pelo estudo das normas que a reforçam, bem como por tudo o que pode contribuir para a sua vulnerabilidade. Consciente das limitações do mercado de capitais português, tão marcado pela falta de modernidade e dinamismo em comparação com muitos dos demais EstadosMembros da União Europeia, dei por mim a questionar-me de onde vem o receio dos portugueses. Prende-se com uma questão cultural? Com a política económica do país? Ou com o simples conhecimento do risco inerente aos instrumentos disponíveis? E, nesse caso, será que o risco percecionado corresponde ao risco real? Foi com esta curiosidade em mente que conduzi o presente estudo, norteada pela análise crítica do Regime de Gestão de Ativos, ciente de que este diploma tanto poderia ter sido a rampa de lançamento para se alcançar um mercado mais competitivo como mais um instrumento legislativo desajustado da realidade. O grande propósito desta tese é entender qual o papel que o RGA ocupa, destrinçando as suas disposições, e por o emparelhar com as restantes normas que regulam a posição do investidor no mercado de capitais, de modo a perceber se, ao dia de hoje, o investimento em capital de risco tende a compensar, ou representa um potencial de perda demasiado elevado.
“Green tax reforms” : Portugal e a União Europeia, uma análise comparativa
Publication . Pintor, Francisco Miguel Moreira; Antunes, Maria Teresa Almeida
A partir do tema “Green Tax Reforms – Portugal e a União Europeia, uma Análise Comparativa”, este trabalho analisa a Reforma Fiscal Verde em Portugal em comparação com alguns países da União Europeia, identificando desafios e oportunidades. Os países estudados foram selecionados pela eficácia económica, ambiental e social: Alemanha, Suécia, Dinamarca, Finlândia e França. O estudo exploratório, com abordagem qualitativa e análise de casos, conclui que, embora a UE tenha regulamentos ambientais não fiscais, a falta de consenso na Fiscalidade Ambiental impede uma Reforma Fiscal Verde comum. A resistência dos poluidores e a diversidade nas abordagens resultam em diferentes graus de implementação: alguns países usam regulamentação direta, outros aplicam reformas parciais, enquanto a Suécia, a Dinamarca e a Finlândia realizaram reformas completas. Em Portugal, a Reforma Fiscal Verde é parcial, incorporando normas fiscais ambientais, como a tributação sobre veículos. Outros desafios incluem a resistência de setores tradicionais e a necessidade de comunicação eficaz, garantindo que as reformas não afetem populações vulneráveis, pois a aceitação social é essencial. Embora Portugal cumpra as diretrizes da UE, falta-lhe uma estrutura integrada, dificultada pela perceção da fiscalidade ambiental como meramente ecológica e pela resistência a aumentos de impostos, mesmo sobre poluidores. No entanto, levanta oportunidades para inovação, acesso a mercados sustentáveis e melhoria da reputação empresarial. Conclui-se ainda que as Reformas Fiscais Verdes exigem uma abordagem integrada, aceitação social, justiça e equidade. O futuro da fiscalidade verde em Portugal dependerá da capacidade governamental para superar resistências e promover um diálogo eficaz, e a transição ecológica da UE requer investimentos massivos e colaboração entre governos, setor privado e sociedade civil, para impulsionar uma economia sustentável.
O âmbito de aplicação do digital services tax em Portugal e na Europa : principais desafios e a sua complementaridade com o pilar 1
Publication . Galamba, Rodrigo Pereira Ribeiro da Silva; Antunes, Maria Teresa Almeida
