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Resumo(s)
A confessionalidade da Monarquia Constitucional alicerçou-se no carácter hegemónico do catolicismo romano no interior da sociedade portuguesa. Porém, essa hegemonia não correspondeu a um monopólio pleno, no sentido em que, em Portugal, durante a segunda metade do século XIX, se desenvolveram dinâmicas religiosas não católicas. As comunidades cristãs evangélicas foram parte integrante dessa construção da diferenciação que, progressivamente, foi também a estruturação de um percurso que as conduziria da exclusão, legitimada pelo Código Penal de 1852, à liberdade de culto, consignada na Lei da Separação de 1911.
Descrição
Palavras-chave
Protestantismo Comunidades evangélicas Liberdade de culto Monarquia Constitucional
Contexto Educativo
Citação
LEITE, Rita Mendonça - Representações do protestantismo na sociedade portuguesa contemporânea : da exclusão à liberdade de culto : 1852-1911. Lisboa : Universidade Católica Portuguesa, Centro de Estudos de História Religiosa, 2009. ISBN 978-972-8361-28-0
Editora
Universidade Católica Portuguesa, Centro de Estudos de História Religiosa
