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Memorizing equatorial crossing : lusophone postcolonialities in Miguel Gomes : Tabu and Zézé Gamboa's : O Grande Kilapy

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Based on an initial theoretical framing of the late Portuguese colonialism and by identifying general and also specific procedures of cinematographic construction of imperial spaces through montage and movement, the thesis discusses the aesthetic and narrative configurations of two contemporary films, namely O Grande Kilapy by the Angolan director Zézé Gamboa and Tabu by the Portuguese film-maker Miguel Gomes. It identifies the crossing condition realised through movement as a central element, both of cinema as a (post)colonial apparatus of spacial and symbolical (dis)appropriation, as in the particular cases of the two films that, among historical examples, are examined in detail. To classify not only the diverging modes of belonging that are carved out in the films’ analysis, but to account also for their different approaches to screening past colonial movements in the present, it proposes two oppositional models grounded on Gilles Deleuze’s thinking of cinematographic assemblage: The empowering black movement-image drawing on the Blaxploitation genre and the colonial time-image disrupting the sensory-motor schema of classical montage.
Baseado num enquadramento inicial do colonialismo português tardio e ao identificar procedimentos gerais, mas também específicos da construção cinematográfica de espaços imperiais através de montagem e movimento, a presente dissertação pretende discutir as configurações estéticas e narrativas de dois filmes contemporâneos, nomeadamente O Grande Kilapy do realizador Angolano Zézé Gamboa e Tabu do cineasta português Miguel Gomes. Identifica como elemento central a condição de passagem realizada através do movimento, tanto do cinema enquanto dispositivo (pós)colonial de (des)apropriação espacial e simbólica, como em casos particulares dos dois filmes, que, para além de exemplos históricos, serão analisados em detalhe. A fim de não só classificar os modos divergentes de pertencimento que serão delineados durante a análise dos filmes, mas também de considerar os seus modos diferentes de projetar movimentos coloniais no presente, a tese propõe dois modelos oposicionais fundados no pensamento de Gilles Deleuze acerca da montagem cinematográfica: O black movement-image enquanto catalisador de empoderamento que recorre ao género blaxploitation, e o colonial time-image que quebra o esquema sensório-motor da montagem clássica.

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