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Publicação

The concept of “original” in conservation theory fake? The art of deception revisited

dc.contributor.authorCarvalho, Salomé de
dc.date.accessioned2025-09-17T08:06:13Z
dc.date.available2025-09-17T08:06:13Z
dc.date.issued2010-01-01
dc.description.abstractThere are several blurry questions in contemporary Conservation Theory. Remarkable contributions from the past now seem insufficient and a stronger theoretical structure is required. Conservators and restorers rely blindly on concepts taken for granted; such is the example of “original” which is the basis of so many decisions and intervention methodologies. Do we really understand the meaning of “original” and why it is so important to our work? What consequences may derive from the misinterpretation of this concept? This paper proposes an approach to the term “original”, seeking answers in a historic analysis, revisiting a remarkable publication by the British Museum, Fake? The Art of Deception, a catalogue from a 1951 exhibition re-published in 1990. In opposition to “original”, we aim to analyze the relationship Man has had with fakes, forgeries and copies over time and how they can be helpful when defining “original”.eng
dc.description.abstractNa Teoria contemporânea da Conservação existem múltiplas questões confusas. Aparte notáveis contributos passados, as premissas teóricas são ainda insuficientes e torna-se necessária a existência de uma estrutura teórica sólida. Conservadores e restauradores confiam cegamente em conceitos tomados como paradigmas; tal é o exemplo do conceito“original”, o qual é a base de várias decisões e metodologias de intervenção. Compreenderemos realmente o significado de “original” e porque é ele tão importante para o nosso trabalho? Quais são as consequências que derivam da incompreensão deste conceito? O presente estudo propõe uma aproximação ao termo “original” pela análise histórica, revisitando uma publicação notável do British Museum, Fake? The Art of Deception, um catálogo publicado inicialmente em 1951 e republicado em 1990. Em oposição a “original”, pretendemos explorar a relação entre o espírito Humano e os falsos, falsificações e cópias, e de que forma pode contribuir para a definição de “original”.por
dc.identifier.citationCarvalho, S. D. (2010). The concept of “original” in conservation theory fake? The art of deception revisited. Estudos de Conservação e Restauro, (2), 124-135. https://doi.org/10.34618/ecr.2.3160
dc.identifier.doi10.34618/ecr.2.3160
dc.identifier.issn1647-2098
dc.identifier.other4d94cdcd-653c-4457-b572-4597b108775b
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/54993
dc.language.isoeng
dc.peerreviewedyes
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/
dc.subjectContemporary conservation theory
dc.subjectCópias
dc.subjectCopies
dc.subjectFakes
dc.subjectFalsificações
dc.subjectFalsos
dc.subjectForgeries
dc.subjectOriginal
dc.subjectRestauro
dc.subjectRestoration
dc.subjectTeoria contemporânea da conservação
dc.titleThe concept of “original” in conservation theory fake? The art of deception revisitedeng
dc.title.alternativeO conceito de “original” em teoria da conservação – fake? The art of deception revisitadopor
dc.typeresearch article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage135
oaire.citation.issue2
oaire.citation.startPage124
oaire.citation.titleEstudos de Conservação e Restauro
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_970fb48d4fbd8a85

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