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Background: Gender stereotypes shape social expectations from early childhood, affecting identity, reinforcing inequality, and enabling violence. This review synthesizes evidence on the link between gender stereotypes and violence in youth. Method: Following the PRISMA guidelines, four databases were searched (2014-2024) in English, Spanish, and Portuguese. Included studies examined gender stereotypes and violence in youth (0-18 years). Study quality was assessed with Joanna Briggs Institute (JBI) checklists. Results: A total of 58 studies, primarily focusing on adolescents aged 13-18 (59.9%), employed quantitative, cross-sectional designs. Definitions of gender stereotypes and violence varied complicating comparisons. Common tools included the Ambivalent Sexism Inventory (ASI) (n = 10) and the Conflict in Adolescent Dating Relationships Inventory (CADRI) (n = 3). Studies linked traditional gender norms, especially male dominance and emotional restraint, to increased involvement and tolerance of violence, mainly among boys. Girls rejected controlling behaviors but engaged in relational and digital aggression. Factors like age, peer influence, sociocultural context, and parental attitudes influenced these patterns. Intervention programs effectively reduced stereotypes and promoted gender equality. Conclusion: Gender stereotypes influence youth violence. Traditional norms are tied to more aggression. Egalitarian views and positive peer or family influences help protect against violence. Addressing stereotypes early is crucial for preventing violence and promoting fairness.
Enquadramento: Os estereótipos de gênero moldam as expectativas sociais desde a infância, afetando a identidade, reforçando desigualdades e favorecendo a violência. Esta revisão sintetiza evidências sobre a relação entre estereótipos de gênero e violência. Método: Seguindo as diretrizes PRISMA, foram pesquisadas quatro bases de dados (2014-2024) em inglês, espanhol e português. Foram incluídos estudos que abordavam estereótipos de gênero e violência em jovens (0 a 18 anos). A qualidade metodológica foi avaliada com as checklists da Joanna Briggs Institute (JBI). Resultados: Foram incluídos 58 estudos, maioritariamente sobre adolescentes de 13 a 18 anos (59,9%), com predominância de desenhos quantitativos e transversais. As definições de estereótipos de gênero e violência variaram, dificultando comparações. Instrumentos comuns incluíram o Ambivalent Sexism Inventory (ASI) (n=10) e o Conflict in Adolescent Dating Relationships Inventory (CADRI) (n=3). Os estudos associaram normas tradicionais de gênero a maior envolvimento e tolerância à violência, sobretudo entre rapazes. Raparigas rejeitaram comportamentos controladores, mas apresentaram agressões digitais. Fatores como idade, influência de pares, contexto sociocultural e atitudes parentais influenciaram estes padrões. Programas de intervenção mostraram eficácia na redução de estereótipos e promoção de igualdade. Conclusão: Estereótipos de gênero influenciam a violência na juventude. Normas tradicionais estão associadas a maior agressividade. Visões igualitárias e influências positivas de pares ou familiares funcionam como fatores protetores. Abordar estereótipos desde cedo é fundamental para prevenir a violência e promover a equidade.
Enquadramento: Os estereótipos de gênero moldam as expectativas sociais desde a infância, afetando a identidade, reforçando desigualdades e favorecendo a violência. Esta revisão sintetiza evidências sobre a relação entre estereótipos de gênero e violência. Método: Seguindo as diretrizes PRISMA, foram pesquisadas quatro bases de dados (2014-2024) em inglês, espanhol e português. Foram incluídos estudos que abordavam estereótipos de gênero e violência em jovens (0 a 18 anos). A qualidade metodológica foi avaliada com as checklists da Joanna Briggs Institute (JBI). Resultados: Foram incluídos 58 estudos, maioritariamente sobre adolescentes de 13 a 18 anos (59,9%), com predominância de desenhos quantitativos e transversais. As definições de estereótipos de gênero e violência variaram, dificultando comparações. Instrumentos comuns incluíram o Ambivalent Sexism Inventory (ASI) (n=10) e o Conflict in Adolescent Dating Relationships Inventory (CADRI) (n=3). Os estudos associaram normas tradicionais de gênero a maior envolvimento e tolerância à violência, sobretudo entre rapazes. Raparigas rejeitaram comportamentos controladores, mas apresentaram agressões digitais. Fatores como idade, influência de pares, contexto sociocultural e atitudes parentais influenciaram estes padrões. Programas de intervenção mostraram eficácia na redução de estereótipos e promoção de igualdade. Conclusão: Estereótipos de gênero influenciam a violência na juventude. Normas tradicionais estão associadas a maior agressividade. Visões igualitárias e influências positivas de pares ou familiares funcionam como fatores protetores. Abordar estereótipos desde cedo é fundamental para prevenir a violência e promover a equidade.
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Gender stereotypes Violence Adolescents Children Estereótipos de gênero Violência Adolescentes Crianças
Pedagogical Context
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