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Authors
Abstract(s)
This investigation aims to highlight the role of unique consumption contexts in consumers behaviours. Particularly, the present paper explores the relationship between consumer vulnerability and well-being during regular versus unique purchasing contexts through the specific case of the coronavirus pandemic. A sample of 397 consumers residing in Portugal and Brazil participated in this cross-cultural analysis. Quantitative data was collected via an online survey and analysed through structural equations modelling using PLS. The results show there is an inverse relationship between consumer vulnerability and well-being, which aggravates with the emergence of a pandemic. Furthermore, fear proved to mediate the effect of vulnerability on well-being partially. Besides, the multi-group analysis suggests that, typically, Portuguese consumers are more elastic to changes in the dimensions of consumer vulnerability than the opposite sample group. Moreover, the Refund Policies, Product Promotions and Purchase Ability are identified as, on average, the most affected constructs of consumer vulnerability during pandemic contexts. Overall, this research contributes to (1) the understanding of the relationship between consumer vulnerability and well-being, (2) the scientific knowledge regarding the role of unique contexts, such as an international pandemic, in influencing consumers vulnerability and well-being, (3) the conception of the mediating role of fear of health risk during pandemic settings, in enlarging the effects of consumer vulnerability on well-being, (4) the identification of the most affected constructs of consumer vulnerability during pandemic environments, and (5) the comprehension of socio-demographic characteristic’s capacity to influence consumers vulnerability experiences significantly.
Esta investigação visa destacar o papel dos contextos de consumo únicos no comportamento dos consumidores. Posto isto, explora-se a relação entre a vulnerabilidade e o bem-estar dos consumidores durante contextos de compra regulares versus únicos, através do caso específico da pandemia do coronavírus. Participaram nesta análise transcultural 397 consumidores, residentes em Portugal e no Brasil. Os dados quantitativos foram recolhidos através de um questionário online e analisados por meio de um modelo de equações estruturais utilizando a técnica PLS – Partial Least Squares. Os resultados mostram que existe uma relação inversa entre a vulnerabilidade do consumidor e o bem-estar, e que este mesmo efeito se agrava com o surgimento de uma pandemia. Também se confirma que, durante uma crise epidémica, o medo a um risco de saúde medeia parcialmente o efeito da vulnerabilidade no bem-estar. Mais ainda, a análise multi-grupo sugere que os consumidores portugueses são mais reativos a mudanças nas dimensões da vulnerabilidade do que os consumidores do grupo amostral oposto. Por fim, conclui-se que as Políticas de Reembolso, as Promoções de Produtos e a Capacidade de Compra são, em média, os construtos da vulnerabilidade do consumidor mais afetados em contextos pandémicos. Posto isto, esta pesquisa contribui para (1) a compreensão da relação entre a vulnerabilidade e o bem-estar do consumidor, (2) o conhecimento científico sobre o papel de contextos únicos na vulnerabilidade e no bem-estar dos consumidores, (3) a conceção do papel mediador do medo durante cenários pandémicos (4) a identificação dos construtos mais afetados durante ambientes pandêmicos, e (5) a compreensão de que certas características sociodemográficas podem influenciar significativamente as experiências de vulnerabilidade dos consumidores.
Esta investigação visa destacar o papel dos contextos de consumo únicos no comportamento dos consumidores. Posto isto, explora-se a relação entre a vulnerabilidade e o bem-estar dos consumidores durante contextos de compra regulares versus únicos, através do caso específico da pandemia do coronavírus. Participaram nesta análise transcultural 397 consumidores, residentes em Portugal e no Brasil. Os dados quantitativos foram recolhidos através de um questionário online e analisados por meio de um modelo de equações estruturais utilizando a técnica PLS – Partial Least Squares. Os resultados mostram que existe uma relação inversa entre a vulnerabilidade do consumidor e o bem-estar, e que este mesmo efeito se agrava com o surgimento de uma pandemia. Também se confirma que, durante uma crise epidémica, o medo a um risco de saúde medeia parcialmente o efeito da vulnerabilidade no bem-estar. Mais ainda, a análise multi-grupo sugere que os consumidores portugueses são mais reativos a mudanças nas dimensões da vulnerabilidade do que os consumidores do grupo amostral oposto. Por fim, conclui-se que as Políticas de Reembolso, as Promoções de Produtos e a Capacidade de Compra são, em média, os construtos da vulnerabilidade do consumidor mais afetados em contextos pandémicos. Posto isto, esta pesquisa contribui para (1) a compreensão da relação entre a vulnerabilidade e o bem-estar do consumidor, (2) o conhecimento científico sobre o papel de contextos únicos na vulnerabilidade e no bem-estar dos consumidores, (3) a conceção do papel mediador do medo durante cenários pandémicos (4) a identificação dos construtos mais afetados durante ambientes pandêmicos, e (5) a compreensão de que certas características sociodemográficas podem influenciar significativamente as experiências de vulnerabilidade dos consumidores.
Description
Keywords
Consumer vulnerability Consumer well-being Fear Coronavirus Pandemic Comparative study Portugal Brazil Vulnerabilidade do consumidor Bem-estar Bem-estar Medo Coronavírus Pandemia Estudo comparativo Brasil
