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"Subir à Montanha, Descer à Aldeia" : a literatura de trauma nas memórias da revolução cultural chinesa

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Resumo(s)

Esta dissertação analisa os livros Spider Eaters, Red Azalea e Leaf in the Bitter Wind, que são memórias sobre o período da Revolução Cultural Chinesa escritas em inglês por mulheres expatriadas na América do Norte, por autoras que viveram a Revolução Cultural como adolescentes e jovens adultas e que participaram na experiência de envio dos jovens citadinos para as zonas rurais chinesas, conhecido como „Subir à Montanha, Descer à Aldeia‟. A análise é feita da perspetiva do trauma presente nas obras e da literatura de trauma. Apresenta os livros de memórias como uma forma de processar o trauma da Revolução Cultural, concretamente como forma de escritoterapia, segundo o conceito proposto por Suzette Henke. Apresenta o contexto histórico da Revolução Cultural como um ambiente potenciador do trauma, concretamente nas vivências como Guardas Vermelhos, ou alvo dos Guardas Vermelhos, e, depois, como jovens enviadas para as zonas rurais. Inserem-se as memórias sobre a Revolução Cultural, escritas em inglês por mulheres expatriadas no mundo anglo-saxónico, dentro de algumas expressões do trauma da Revolução Cultural ocorridas desde os finais dos anos 1970. Analisam-se, por fim, os traumas relatados nas três obras escolhidas: as perseguições políticas, as autoras como agressoras, o totalitarismo na sua relação com o indivíduo, expresso na vigilância omnipresente ou na repressão da afetividade e da sexualidade das autoras, e a partida da China como sintoma do corte ocorrido com os eventos traumáticos da Revolução Cultural.

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