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This dissertation explores the evolving application of materiality in auditing, focusing on how auditors determine and disclose materiality thresholds. The study takes advantage of the regulatory context in the United Kingdom, where ISA 700 requires all companies listed on the London Stock Exchange (LSE) to disclose their audit materiality levels. This unique requirement enables a detailed investigation into auditor practices across a large and diverse sample. A literature review highlights the growing relevance of materiality in auditing, an also reveals a gap in empirical studies examining how it is operationalized by auditors. To address this, the study analyses FTSE 350 companies between 2015 and 2022, revising and completing an extensive dataset of audit disclosures and financial indicators. The research examines whether auditor changes influence materiality decisions and tests the hypothesis of an inverse relationship between audit risk and materiality. Additionally, it introduces an exploratory model to assess whether materiality thresholds respond to company performance, such as revenue or profit declines. The findings show that auditor changes often coincide with adjustments in materiality levels and benchmarks, reflecting differences in audit strategy and perceived risk. However, no significant relationship was found between company underperformance and materiality adjustments. These insights contribute to the understanding of audit materiality, supporting investors, regulators, and academics in addressing transparency gaps, and suggest a potential need for enhanced regulatory guidance on materiality determination.
Esta dissertação explora a evolução da aplicação do conceito de materialidade em Auditoria, com foco em como os auditores determinam e divulgam os níveis de materialidade. O estudo centra-se no contexto do Reino Unido, onde a norma ISA 700 exige que todas as empresas listadas na London Stock Exchange (LSE) divulguem os níveis de materialidade utilizados nas suas auditorias. A revisão de literatura destaca a crescente relevância da materialidade em Auditoria, mas também revela uma lacuna nos estudos empíricos sobre como ela é operacionalizada pelos auditores. O estudo analisa as empresas do índice FTSE 350 entre 2015 e 2022, revendo e completando uma base de dados abrangente, compilando informações de auditoria e indicadores financeiros. A investigação examina se mudanças de auditor influenciam decisões sobre materialidade, e testa a hipótese de uma relação inversa entre risco de auditoria e materialidade. Adicionalmente, é apresentado um modelo exploratório que avalia se os níveis de materialidade são influenciados pelo desempenho das empresas, como quedas de receitas ou de lucro. Os resultados mostram que mudanças de auditor geralmente coincidem com ajustes nos níveis de materialidade e nos benchmarks utilizados, refletindo diferenças na estratégia de auditoria e na perceção de risco. No entanto, não foi encontrada uma relação significativa entre o desempenho da empresa e os ajustes de materialidade. Estas conclusões contribuem para uma melhor compreensão do conceito, apoiando investidores, reguladores e académicos na abordagem de lacunas, e sugerem uma potencial necessidade de orientações regulatórias mais claras sobre a determinação da materialidade.
Esta dissertação explora a evolução da aplicação do conceito de materialidade em Auditoria, com foco em como os auditores determinam e divulgam os níveis de materialidade. O estudo centra-se no contexto do Reino Unido, onde a norma ISA 700 exige que todas as empresas listadas na London Stock Exchange (LSE) divulguem os níveis de materialidade utilizados nas suas auditorias. A revisão de literatura destaca a crescente relevância da materialidade em Auditoria, mas também revela uma lacuna nos estudos empíricos sobre como ela é operacionalizada pelos auditores. O estudo analisa as empresas do índice FTSE 350 entre 2015 e 2022, revendo e completando uma base de dados abrangente, compilando informações de auditoria e indicadores financeiros. A investigação examina se mudanças de auditor influenciam decisões sobre materialidade, e testa a hipótese de uma relação inversa entre risco de auditoria e materialidade. Adicionalmente, é apresentado um modelo exploratório que avalia se os níveis de materialidade são influenciados pelo desempenho das empresas, como quedas de receitas ou de lucro. Os resultados mostram que mudanças de auditor geralmente coincidem com ajustes nos níveis de materialidade e nos benchmarks utilizados, refletindo diferenças na estratégia de auditoria e na perceção de risco. No entanto, não foi encontrada uma relação significativa entre o desempenho da empresa e os ajustes de materialidade. Estas conclusões contribuem para uma melhor compreensão do conceito, apoiando investidores, reguladores e académicos na abordagem de lacunas, e sugerem uma potencial necessidade de orientações regulatórias mais claras sobre a determinação da materialidade.
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Palavras-chave
Audit Materiality ISA 700 FTSE350 Auditoria Materialidade
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