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This study provides a comprehensive analysis of the credit spreads and pricing for both sustainable and conventional corporate bonds. It examines a dataset that includes 39,457 bonds from 8,753 firms globally, issued between 2018 and 2024. The findings reveal distinct responses between sustainable and conventional bonds regarding standard pricing factors, highlighting that investors consider factors beyond credit ratings. Additionally, the research reveals a significant spread difference between sustainable bonds and their conventional counterparts, a pattern also evident in green, social, and sustainability bonds, as well as on the matched samples. These findings are corroborated in specific regions, including Europe and the United States of America. A key exception arises when comparing financial and non-financial firms; for financial institutions, the differences are statistically insignificant when evaluating sustainable bonds - such as green, social, and sustainability bonds. This indicates that financial entities tend to implement more structured ESG frameworks and risk management practices. Consequently, they may have a more consistent ESG integration in their sustainable bond issuances, which diminishes the statistical differences among bond types when contrasted with non-financial firms that may adopt varied ESG strategies influenced by their specific sectors or operational factors.
Este estudo apresenta uma análise abrangente dos spreads de crédito e de precificação tanto de obrigações sustentáveis, bem como, de obrigações convencionais. É analisado um conjunto de dados que inclui 39,457 obrigações emitidas por 8,753 empresas a nível mundial, entre 2018 e 2024. Os resultados apresentados revelam respostas distintas entre obrigações sustentáveis e convencionais tendo em conta os fatores de precificação, considerando que os investidores consideram outros elementos para além das notações de crédito. Adicionalmente, o estudo identifica uma diferença significativa no spread entre obrigações sustentáveis e convencionais – um padrão também evidente quando analisando as obrigações verdes, sociais e de sustentabilidade. Esta evidencia também se encontra nas amostras onde se efetuou um emparelhamento de equivalência entre obrigações sustentáveis e convencionais, bem como, quando analisando regiões especificas como a Europa e o Estados Unidos da América. Uma exceção relevante surge na comparação entre empresas financeiras e não financeiras. No caso das instituições financeiras, as diferenças no spread não são estatisticamente significativas quando se avalia obrigações sustentáveis – verdes, sociais e de sustentabilidade. Isto sugere que as entidades financeiras tendem a implementar medidas de ESG mais estruturadas e práticas de gestão de risco mais consolidadas. Assim sendo, poderá haver uma integração de ESG mais consistente nas emissões das suas obrigações sustentáveis, o que atenua as diferenças estatísticas entre os dois tipos de obrigação, uma vez que as empresas não financeiras podem adotar medidas de ESG mais diversificadas, influenciadas pelos seus setores específicos ou fatores operacionais.
Este estudo apresenta uma análise abrangente dos spreads de crédito e de precificação tanto de obrigações sustentáveis, bem como, de obrigações convencionais. É analisado um conjunto de dados que inclui 39,457 obrigações emitidas por 8,753 empresas a nível mundial, entre 2018 e 2024. Os resultados apresentados revelam respostas distintas entre obrigações sustentáveis e convencionais tendo em conta os fatores de precificação, considerando que os investidores consideram outros elementos para além das notações de crédito. Adicionalmente, o estudo identifica uma diferença significativa no spread entre obrigações sustentáveis e convencionais – um padrão também evidente quando analisando as obrigações verdes, sociais e de sustentabilidade. Esta evidencia também se encontra nas amostras onde se efetuou um emparelhamento de equivalência entre obrigações sustentáveis e convencionais, bem como, quando analisando regiões especificas como a Europa e o Estados Unidos da América. Uma exceção relevante surge na comparação entre empresas financeiras e não financeiras. No caso das instituições financeiras, as diferenças no spread não são estatisticamente significativas quando se avalia obrigações sustentáveis – verdes, sociais e de sustentabilidade. Isto sugere que as entidades financeiras tendem a implementar medidas de ESG mais estruturadas e práticas de gestão de risco mais consolidadas. Assim sendo, poderá haver uma integração de ESG mais consistente nas emissões das suas obrigações sustentáveis, o que atenua as diferenças estatísticas entre os dois tipos de obrigação, uma vez que as empresas não financeiras podem adotar medidas de ESG mais diversificadas, influenciadas pelos seus setores específicos ou fatores operacionais.
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Sustainable bonds Green bonds Social bonds Sustainability bonds Bond pricing Obrigações sustentáveis Obrigações verdes Obrigações sociais Obrigações de sustentabilidade
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