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Risco de pé diabético numa amostra de utentes de centro de dia

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Resumo(s)

Introdução: Este póster surge no decorrer do Ensino Clinico V, após a aplicação de um instrumento de colheita de dados numa feira da saúde para a Obra Diocesana de Promoção Social que decorreu no dia 17 de Outubro de 2014. Consideramos ser importante abordar este tema uma vez que existe 1 milhão de pessoas, entre os 20 e os 79 anos, em Portugal que estão diagnosticados com Diabetes. Esta doença traz algumas complicações como nefropatia diabética, hipertensão arterial, disfunção sexual, retinopatia diabética e pé diabético, sendo este ultimo o tema do nosso cartaz uma vez que cerca de 25% dos diabéticos tem risco aumentado de sofrer de pé diabético. Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar o risco de pé diabético em utentes do centro de dia. Com o objetivo de uma prevenção de casos de risco e tratamento prévio. Material e Métodos: Estudo transversal descritivo. Numa população de 30 diabéticos em que a amostra se restringiu aos utentes que recorreram à banca da avaliação do pé, ou seja a 12 utentes. Este estudo tem um erro amostral de 25%, um nível de confiança de 95%. Estes dados foram recolhidos através de uma entrevista semiestruturada e de um exame físico aos pés através da escala de avaliação do risco de pé diabético do SAPE. Os dados recolhidos foram tratados em Excel e em SPSS. Resultados: Após a análise dos dados recolhidos é possível observar que n=4 pessoas têm risco médio de ter úlceras de pressão no pé esquerdo e n=5 no pé direito. Existe também risco alto risco de úlcera de pressão no pé esquerdo a n=4 pessoas e no pé direito a n=3 pessoas. Em relação à integridade da pele podemos concluir que na nossa amostra a maioria tinha calosidade (n=10), deformidades do pé (n=8) e pele seca (n=7). Também é possível observar que n=1 dos utentes não tem sensibilidade/ pressão em ambos os pés e que n=2 não apresentam sensibilidade à vibração no pé direito. Outros dois focos que foram avaliados e que consideramos podermos intervir, no auxílio destes foram a dor e coloração. No primeiro foco n=5 pessoas apresentam dor me ambos os pés e n=6 apresentam alterações da coloração de ambos os pés. Conclusão: Em suma, este estudo permitiu concluir que a maioria das pessoas tem risco médio de úlcera de pressão e essencialmente no pé direito. Dos parâmetros que são avaliados na escala de avaliação do risco de pé diabético do SAPE os que apresentaram maior relevância para os cuidados de enfermagem foi a integridade da pele.

Descrição

Palavras-chave

Idosos Idosos institucionalizados Idosos não institucionalizados Qualidade de vida Saúde do idoso

Contexto Educativo

Citação

Poças, R., Laverco, J., Costa, T., & Almeida, A. et al. (2014). Risco de pé diabético numa amostra de utentes de centro de dia. In M. Vieira, B. Araújo, A. Fernandes, & C. Festas (Eds.), Atas do IX Encontro Luso Brasileiro de Enfermagem (pp. 169-170). Universidade Católica Portuguesa.

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