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Publicação

Critérios de imputação do facto à pessoa coletiva nas contra-ordenações bancárias

datacite.subject.fosCiências Sociais::Direitopt_PT
dc.contributor.advisorSilva, Germano Marques da
dc.contributor.authorCoelho, Joana Sofia Bento
dc.date.accessioned2017-09-11T11:51:00Z
dc.date.available2017-09-11T11:51:00Z
dc.date.issued2017-06-30
dc.date.submitted2017
dc.description.abstractUma vez que a temática da responsabilidade das pessoas coletivas continua a gerar controvérsia na doutrina e jurisprudência portuguesas, e tendo em conta que existem dois modelos de imputação da responsabilidade das pessoas coletivas que se destacam – um modelo de responsabilidade vicarial e um modelo de responsabilidade autónoma – iremos analisar qual o modelo de imputação da responsabilidade das pessoas coletivas estabelecido no Regime Geral do Ilícito de Mera Ordenação Social e no Regime do Código Penal para, a posteriori, analisarmos qual o modelo de imputação adotado no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, uma vez que estes regimes parecem estabelecer nexos de imputação diferentes. Não discutiremos a capacidade de delinquir dos entes coletivos uma vez que é uma questão relativamente aceite e já bastante debatida. Com efeito, o objeto do presente estudo centrar-se-á na abordagem das seguintes questões: (i) no que respeita ao regime substantivo do Ilícito de Mera Ordenação Social, a imputação da responsabilidade à pessoa jurídica depende da imputação do concreto comportamento a uma (ou mais) pessoas físicas concretamente individualizadas e identificadas? E quanto ao órgão infrator? (ii) No regime do Código Penal, qual o modelo de imputação adotado? (iii) no Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras, a imputação da responsabilidade da pessoa jurídica pelos factos ilícitos depende da concreta identificação do indivíduo que atuou como titular de um seu órgão, mandatário, representante ou trabalhador? (iv) breve referência às consequências processuais da posição adotada.pt
dc.identifier.tid201711419pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/22853
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectResponsabilidade
dc.subjectImputação
dc.subjectCulpa
dc.subjectAutónoma
dc.subjectOrgânica
dc.subjectDerivada
dc.subjectPessoa coletiva
dc.subjectContra-ordenações
dc.subjectBancárias
dc.titleCritérios de imputação do facto à pessoa coletiva nas contra-ordenações bancáriaspt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Direito

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