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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This thesis aims to assess the impact of downward wage rigidities on optimal tax-
ation. We study a dynamic general equilibrium neoclassical growth model for a one
sector, cashless stochastic closed economy with an in nitely lived representative house-
hold, a representative rm with a constant returns to scale technology, a government
deciding how to nance its exogenous expenditures without access to lump sum taxes,
and competitive markets. We conclude that the optimal labor income tax exhibits both
a reactive and a precautionary nature. Regarding the reactive nature, when the wage
rigidity is binding, labor taxes increase since it is possible to raise revenue without ad-
ditional distortions. On the precautionary side, the expectation of a future constraint
lowers labor taxes, which, in turn, decreases the wage that clears the labor market, thus
loosening future constraints. In the nominal small open economy with downwardly rigid
nominal wages and exogenous nominal exchange rates, we show that the same conclu-
sions apply. Additionally, it is possible to use consumption taxes in such a way that the
optimal capital control tax is zero for a broad family of instantaneous utility functions.
Finally, we introduce a consumption tax that discriminates between the good produced
in the domestic economy and the good produced abroad to show that downward wage
rigidities and exogenous exchange rates are irrelevant if the correct policy is used.
Esta tese pretende avaliar o impacto de rigidezes salariais decrescentes sobre a política scal óptima. Para tal, usamos um modelo dinâmico de equilibrío geral, concordante com a corrente neoclásica, para uma economia estocástica fechada, sem moeda, de horizonte temporal in nito com uma família representativa, uma empresa representativa que usa uma tecnologia com rendimentos constantes à escala num único sector, um governo que precisa de nanciar a sequência exógena de gastos sem ter acesso a impostos lump sum, e mercados competitivos. É possível concluir que o imposto óptimo sobre o rendimento do trabalho apresenta características reactivas e precautórias. No que respeita à vertente reactiva, quando a restrição salarial é activa, o imposto deve aumentar visto ser possível recolher mais receita sem introduzir distorções adicionais. Na vertente precautória, a ex- pectativa de uma restrição futura diminui o imposto, o que, por sua vez, reduz o salário que equilibra o mercado do trabalho, relaxando, desta forma, as restrições futuras. Para a pequena economia aberta nominal, com rigidez decrescente no salário nominal junta- mente com taxas de câmbio nominais exógenas, o mesmo resultado é obtido. Além disso, mostramos que é possível implementar impostos sobre o consumo tais que o imposto óptimo de controlo de capitais seja zero para uma variedade de funções utilidade instan- tâneas. Finalmente, introduzimos um imposto sobre o consumo que discrimina o bem doméstico do bem produzido no exterior para demonstrar que rigidezes decrescentes no salário nominal, juntamente com taxas de câmbio nominais exógenas, se tornam irrele- vantes para uma correcta utilização desta política.
Esta tese pretende avaliar o impacto de rigidezes salariais decrescentes sobre a política scal óptima. Para tal, usamos um modelo dinâmico de equilibrío geral, concordante com a corrente neoclásica, para uma economia estocástica fechada, sem moeda, de horizonte temporal in nito com uma família representativa, uma empresa representativa que usa uma tecnologia com rendimentos constantes à escala num único sector, um governo que precisa de nanciar a sequência exógena de gastos sem ter acesso a impostos lump sum, e mercados competitivos. É possível concluir que o imposto óptimo sobre o rendimento do trabalho apresenta características reactivas e precautórias. No que respeita à vertente reactiva, quando a restrição salarial é activa, o imposto deve aumentar visto ser possível recolher mais receita sem introduzir distorções adicionais. Na vertente precautória, a ex- pectativa de uma restrição futura diminui o imposto, o que, por sua vez, reduz o salário que equilibra o mercado do trabalho, relaxando, desta forma, as restrições futuras. Para a pequena economia aberta nominal, com rigidez decrescente no salário nominal junta- mente com taxas de câmbio nominais exógenas, o mesmo resultado é obtido. Além disso, mostramos que é possível implementar impostos sobre o consumo tais que o imposto óptimo de controlo de capitais seja zero para uma variedade de funções utilidade instan- tâneas. Finalmente, introduzimos um imposto sobre o consumo que discrimina o bem doméstico do bem produzido no exterior para demonstrar que rigidezes decrescentes no salário nominal, juntamente com taxas de câmbio nominais exógenas, se tornam irrele- vantes para uma correcta utilização desta política.
