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Exposições artísticas e a tecnologia digital: novas linguagens, novos públicos, e novos originais?

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O objeto de investigação desse artigo é o uso de tecnologias digitais em exposições de arte. A contínua digitalização do mundo contemporâneo está interligando, cada vez mais, pessoas e informações; trazendo, também cada vez mais, a robótica e a realidade aumentada para a vida cotidiana. Esse cenário originou uma mudança de paradigmas em espaços expositivos e museias, de uma forma geral – que têm se preocupado em conceber exposições com design altamente imersivo, promovendo o envolvimento dos visitantes em conteúdo, significado e conexão pessoal –, e em especial nas exposições de arte. A tecnologia possibilita a democratização do acesso a artefatos e obras de muito valor – que geralmente envolvem complexidade e altos custos para serem reunidas e transportadas –, permitindo que sejam reproduzidas em altíssima qualidade, preservando todos as características de suas cores e superfícies, além da ampliação de detalhes antes despercebidos a olho nu. Ela tem o potencial de mediar as interações com os visitantes, contar histórias e dar novos significados. Um processo de produção curatorial expandido pode permitir integrar as obras de arte e fornecer informações numa estrutura digital projetada para potencializar o envolvimento do público de forma participativa.

Descrição

Palavras-chave

Exposições artísticas Tecnologia digital Linguagens Novos públicos Novos originais

Contexto Educativo

Citação

Perrotta, I., Teixeira, L. (2020) Exposições Artísticas e a Tecnologia Digital: novas linguagens, novos públicos, e novos originais? In II Congresso Internacional em Humanidades Digitais - HDRio2020: Rio de Janeiro, Brasil

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