Publicação
Estruturas relacionais, autocompaixão e ansiedade em estudantes universitários
| datacite.subject.fos | Ciências Médicas::Medicina Clínica | pt_PT |
| datacite.subject.fos | Ciências Sociais::Psicologia | pt_PT |
| dc.contributor.advisor | Maia, Berta Maria Marinho Rodrigues | |
| dc.contributor.author | Silva, Sílvia Patrícia Abreu Araújo da | |
| dc.date.accessioned | 2017-06-27T12:22:08Z | |
| dc.date.available | 2017-06-27T12:22:08Z | |
| dc.date.issued | 2017-02-15 | |
| dc.date.submitted | 2017 | |
| dc.description.abstract | O presente estudo teve como principal objetivo explorar o papel preditivo das estruturas relacionais e da autocompaixão na sintomatologia ansiosa. Ainda que o interesse pela compreensão da relação entre estes constructos tenha vindo a aumentar, são ainda poucos os estudos na área da psicologia que abarcam estas dimensões. Participaram neste estudo 226 estudantes universitários com idade média de 21.72 anos, que preencheram a Escala da Autocompaixão (EAC), as Escalas de Depressão, Ansiedade e Stress (EADS-21) e o Questionário das Experiências em Relações Próximas – Estruturas Relacionais (ERP-ER). As pontuações médias de sintomatologia ansiosa encontradas revelaram-se bastante inferiores ao limite máximo teórico, refletindo níveis de sintomatologia ansiosa baixos. Relativamente às relações entre a autocompaixão e a sintomatologia ansiosa, encontramos uma correlação significativa positiva de baixa magnitude entre a condição humana e a ansiedade e uma correlação positiva significativa de moderada magnitude entre autocrítica, isolamento, sobre identificação e autocompaixão total. Relativamente às estruturas relacionais encontramos uma correlação positiva significativa de baixa magnitude entre a ansiedade nos relacionamentos e a sintomatologia ansiosa. Não foram encontradas diferenças nos níveis de ansiedade considerando o género e a idade. Finalmente, a autocrítica, a condição humana, o isolamento (contribuição positiva) e a autocompaixão total (contribuição negativa) mostraram-se preditores significativos de sintomatologia ansiosa. Ainda que os nossos resultados sejam preliminares, cremos ter contribuído para uma melhor compreensão da relação destes constructos, cujo estudo, a ser aprofundado, pode contribuir para traçar intervenções mais ajustadas. | pt_PT |
| dc.identifier.tid | 201613255 | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.14/22356 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.subject | Estruturas relacionais | pt_PT |
| dc.subject | Autocompaixão | pt_PT |
| dc.subject | Ansiedade | pt_PT |
| dc.subject | Estudantes universitários | pt_PT |
| dc.title | Estruturas relacionais, autocompaixão e ansiedade em estudantes universitários | pt_PT |
| dc.type | master thesis | |
| dspace.entity.type | Publication | |
| rcaap.rights | openAccess | pt_PT |
| rcaap.type | masterThesis | pt_PT |
| thesis.degree.name | Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde |
