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Orientador(es)
Resumo(s)
Os esforços para renovar a qualidade dos processos e dos resultados escolares foram uma constante ao
longo do século XX. Teorias, projetos, movimentos, reformadores sempre viram os seus objetivos
limitados porque o modelo escolar [a gramática escolar, isto é, o modo de organizar o conhecimento, os
espaços, os tempos, o agrupamento de alunos, a alocação dos professores aos alunos] permaneceu
inalterável na sua estrutura.
A matriz burocrática da organização dos sistemas educativos e da própria escola e a débil articulação dos
elementos do sistema são outros traços que têm dificultado a mutação reclamada.
Esta permanência estrutural impediu uma metamorfose substantiva e limitou muitos dos ideais sonhados.
Com a crescente democratização do acesso à escolarização e consequente massificação escolar tornou-se
evidente o colapso do sistema.
Trata-se, pois, de reinventar uma outa escola, instituindo uma outra gramática: colocando no centro todas
as aprendizagens que as pessoas têm de realizar para poderem ter uma vida digna e decente no século
XXI, formas mais articuladas, integradas e flexíveis de conceber e gerir o conhecimento, agrupamentos
mais flexíveis de alunos e professores, outros espaços e outros tempos que permitam adequar os
currículos às pessoas concretas, uma maior liberdade e autonomia ao nível local e organizacional para que
as inteligências e as vontades das pessoas possam dar outros frutos educativos.
Descrição
Palavras-chave
Modelo escolar Inovação Currículo Espaço Tempo Alunos Professores Modos de trabalho
Contexto Educativo
Citação
Alves, J. M., Baptista, C. (2018). Da urgência da reinvenção da escola. EDUCA - International Catholic Journal of Education, 4, 127-143
