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Relação entre ansiedade, coping e qualidade de vida em pacientes institucionalizados e não institucionalizados

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Resumo(s)

Esta investigação correlacional propôs-se estudar a relação entre os níveis de ansiedade, as competências de coping e a qualidade de vida, numa amostra de 92 sujeitos institucionalizados e não institucionalizados, de forma a entender melhor a relação entre as variáveis em estudo. Ao nível das hipóteses procurou-se estudar as diferenças ao nível da ansiedade, coping e qualidade de vida. Analisaram-se ainda as influências entre o género, no que diz respeito à ansiedade, coping e qualidade de vida; as diferenças entre os sujeitos institucionalizados e não institucionalizados relativamente à ansiedade, coping e qualidade de vida; diferenças entre os níveis de formação relativamente à ansiedade, coping e qualidade de vida e por último as diferenças entre o estado civil no que diz respeito às variáveis em estudo. Estas hipóteses foram testadas com o auxílio de um questionário sociodemográfico, do Inventário de Ansiedade Estrado-Traço (STAI; Spielberger, 1979; versão portuguesa adaptada por Ponciano, 2001), para avaliar a ansiedade, o Brief Cope (Coper,1997; versão portuguesa adaptada por Ribeiro & Rodrigues, 2004), para avaliar o coping e o Questionário de Saúde reduzido (SF-36; Ware, Snow, Kosinski & Gandek, 1993; versão portuguesa de Ferreira,2000), para avaliar a qualidade de vida. Os resultados da nossa investigação indicam que os sujeitos que apresentam uma maior ansiedade, apresentam menores estratégias de coping e menor qualidade de vida. De igual forma, os resultados indicam que os sujeitos institucionalizados não apresentam diferenças relativamente aos não institucionalizados no que se refere á ansiedade e qualidade de vida.
This correlational research aimed to study the relationship between anxiety levels, coping skills and quality of life in a sample of 92 institutionalized and non-institutionalized subjects, in order to better understand the relationship between the study variables. In terms of the hypotheses we tried to study the differences in anxiety, coping and quality of life. We also analyzed the influences between genders in relation to anxiety, coping and quality of life; the differences between institutionalized and non-institutionalized subjects relatively to anxiety, coping and quality of life; differences between education levels on anxiety, coping and quality of life; and differences between marital status with regard to the variables under study. These hypotheses were tested with the aid of the demographic questionnaire, the Stade-Trace Anxiety Inventory (STAI; Spielberger, 1979; portuguese version adapted by Ponciano, 2001), to study the anxiety, the Brief Cope (Coper,1997; portuguese version adapted by Ribeiro & Rodrigues, 2004), to study coping and Health Questionnaire Reduced (SF-36; Ware, Snow, Kosinski & Gandek, 1993; portuguese version adapted by Ferreira, 2000), to study quality of life. The results of our investigation indicated that individuals who has greater anxiety, has lower coping strategies and lower quality of life. However, the results also indicated that institutionalized subjects did not differ from non-institutionalized subjects with regard to anxiety and quality of life.

Descrição

Palavras-chave

Ansiedade Coping Qualidade de vida Anxiety Quality of life

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