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The agility advantage : redefining Portuguese SME's competitiveness

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Resumo(s)

Portugal ranks eighth in the European Union (EU) for the number of SMEs in its economy. Yet, its value-added per SME is the sixth lowest, reflecting serious problems in generating value and competitiveness, which makes a study on this topic relevant. Globalization, digital transformation, and demographic shifts are contributing to a more VUCA world, and the development of organisational agility has become one of the most solid strategies to cope with these challenges. Nevertheless, the impact of agility development on the competitive position of companies, especially SMEs, remains unclear. Therefore, this study seeks to explore how the competitive position of Portuguese SMEs can be impacted by the development of agile capabilities. To do so, a literature review on agility was conducted, and a framework of agility was developed. The framework encompasses the influence of agility drivers in the development of agile capabilities and links them with the variables of competitive position. Subsequently, nine in-depth interviews were conducted with different Portuguese SMEs with more than 10 years of existence. Findings demonstrate that companies reacted to both external and internal changes by developing different agile capabilities. The development of these agile capabilities and their maturity level varies between companies and is influenced by their size and industry. Furthermore, it was concluded that, in general, the development of those capabilities positively impacted the company's competitive position, however registering a higher impact on consumer variables than on financial ones.
Portugal é o oitavo país na União Europeia (UE) com o maior número de PMEs na sua economia, no entanto, o valor acrescentado por essas empresas, apresenta-se como o sexto mais baixo, o que reflete graves problemas na geração de valor e competitividade, tornando assim relevante um estudo sobre o tema. A globalização, a transformação digital e as mudanças demográficas estão a contribuir para um mundo mais VUCA, e o desenvolvimento da agilidade organizacional é uma das estratégias mais sólidas para lidar com estes desafios. Porém, ainda não é claro como é que o desenvolvimento de agilidade pode impactar a posição competitiva das empresas, particularmente nas PMEs. Por conseguinte, este estudo procura explorar como é que a posição competitiva destas empresas pode ser afetada pelo desenvolvimento de competências ágeis. Para o efeito, foi realizada uma revisão da literatura sobre agilidade e foi desenvolvido um modelo que relaciona agilidade e posição competitiva. O modelo engloba a influência dos fatores de mudança no desenvolvimento de competências ágeis e relaciona-as com as variáveis de posição competitiva. Posteriormente, foram entrevistadas nove PMEs portuguesas com mais de 10 anos de existência. Os resultados demonstraram que as empresas reagiram às mudanças externas e internas através do desenvolvimento de competências ágeis. O desenvolvimento das competências, bem como o seu nível de maturidade, varia entre empresas e é influenciado pela sua dimensão e setor de atividade. Além disso, concluiu-se que, o desenvolvimento dessas competências teve um impacto positivo na posição competitiva das empresas, sendo esse impacto mais sentido nas variáveis relacionadas com o cliente do que as variáveis financeiras.

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Palavras-chave

Agility Organisation agility Agile capabilities Competitiveness Portuguese SMEs Agilidade Empresa ágil Competências ágeis Competitividade PMEs portuguesas

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