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Contours of resiliences : cimate futures reimagined in post-disaster Philippines

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Resumo(s)

The escalating climate crises, coupled with entrenched systemic inequalities and fragmented development approaches, have propelled the discourse of resilience into prominence, particularly concerning marginalised communities within the Global South. The concern, then, is not whether resilience is possible but how it can be conceptualised to honour the agency of those most affected. My central question arises from this very challenge: How can potentials for resilient places and communities in post-disaster settings be navigated when evaluating co-developments between environmental changes and everyday human and more-than-human creative practices? This dissertation reimagines resilience by critically examining the intersections of extractive colonial legacies, socio-ecological transformations, placemaking, and development trajectories in a post-disaster Philippines. It interrogates how global power imbalances, embedded in colonial histories, continue to shape material and immaterial landscapes, perpetuating inequalities and marginalising pluralistic epistemologies. These colonial residues continue to shape modern development paradigms that prioritise exploitative growth, driving anthropogenic climate change and the increasing likelihood of future disasters. Through an investigation of island spatialities and placemaking practices in Siargao Island, the research uncovers the complex interdependencies between humans and more-than-humans, advocating for development approaches incorporating local knowledge systems and ecological commingling. I offer a manifesto that tinkers and fiddles with elements of unorthodox views yet situated practices, radical opinions yet lived experiences, creatively reshaping our interlinkages and interrelationships with our home, our ecologies, our economies, and our selves. It posits that the essence of resilience transcends survival or adaptability; it encapsulates a transformation of culture and nature, thereby engendering spaces and communities that are not fleeting and volatile, but enduring and flourishing.
As crises climáticas crescentes, aliadas a desigualdades sistémicas enraizadas e abordagens de desenvolvimento fragmentadas, propulsionaram o discurso da resiliência para a proeminência, particularmente no que diz respeito às comunidades marginalizadas do Sul Global. A preocupação, então, não é se a resiliência é possível, mas como pode ser conceptualizada para honrar a agência daqueles mais afetados. A minha questão central surge deste desafio: Como podem os potenciais para lugares e comunidades resilientes em contextos pós-desastre ser navegados ao avaliar co-desenvolvimentos entre mudanças ambientais e práticas criativas humanas e mais-que-humanas do quotidiano? Esta dissertação reimagina a resiliência ao examinar criticamente as interseções das heranças coloniais extrativas, transformações socioecológicas, criação de lugares e trajetórias de desenvolvimento nas Filipinas pós-desastre. Interroga como os desequilíbrios de poder global, embutidos em histórias coloniais, continuam a moldar paisagens materiais e imateriais, perpetuando desigualdades e marginalizando epistemologias pluralistas. Esses resquícios coloniais continuam a moldar paradigmas de desenvolvimento modernos que priorizam o crescimento exploratório, impulsionando as alterações climáticas antropogénicas e a crescente probabilidade de desastres futuros. Através de uma investigação das espacialidades insulares e práticas de criação de lugares na Ilha de Siargao, a pesquisa desvenda as complexas interdependências entre humanos e mais-que-humanos, defendendo abordagens de desenvolvimento que incorporem sistemas de conhecimento locais e convivência ecológica. Ofereço um manifesto que manipula elementos de visões heterodoxas mas práticas situadas, opiniões radicais mas experiências vividas, reformulando criativamente as nossas interligações e inter-relações com o nosso lar, as nossas ecologias, as nossas economias e nós próprios. Defendo que a essência da resiliência transcende a sobrevivência ou a adaptabilidade; encapsula uma transformação da cultura e da natureza, gerando assim espaços e comunidades que não são efémeros e voláteis, mas duradouros e prósperos.

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Palavras-chave

Alterações climáticas Anthropocene Antropoceno Climate change Creativity Criatividade Desastre Desenvolvimento Development Disaster Espacialidades Ilha Island Mais-que-humano More-than-human Placemaking Resilience Resiliência Spatialities

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