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Orientador(es)
Resumo(s)
The automotive industry, with a history spanning over a century, has witnessed significant changes in its supply chain dynamics over time. Consequently, the strategies employed to mitigate risks within this industry have evolved accordingly. As the automotive sector continually evolves, operational strategies employed a decade ago are subject to replacement or adaptation. This evolution needs a corresponding adjustment in the approach to mitigating geopolitical risks faced by automakers. Strategies that were effective a decade ago may now be outdated and insufficient to address contemporary challenges. Currently, there is sufficient literature on mitigating strategies within supply chains. However, within the automotive industry, there is a lack of consensus in current literature regarding the optimal strategies to employ when confronting geopolitical risks. Therefore, this study aims to answer the following research question: Which are the most influential geopolitical conflicts impacting the automotive supply chain and logistics and which strategies could mitigate them. For this purpose, this study presents a comprehensive review of mitigation strategies for geopolitical risks in the automotive supply chain. Drawing upon a systematic literature review, with the use of secondary data, the study analyzes various geopolitical risks faced by the automotive industry, including those arising from events such as the US-China trade war and the Russia-Ukraine conflict. Through an examination of industry-specific responses and strategies, the research sheds light on the interconnectedness of geopolitical events, supply chain disruptions, and organizational decision-making. This research concludes that the optimal strategy for companies varies depending on their organizational structure. Multinational automakers may find nearshoring to be the most advisable strategy, leveraging proximity benefits and reduced transportation costs. On the other hand, non-multinational entities are advised to prioritize collaboration as a means to mitigate geopolitical risks in the supply chain.
À medida que o setor automóvel continua a evoluir, as estratégias operacionais utilizadas há uma década estão sujeitas a ser substituídas ou adaptadas. Esta evolução exige um ajuste correspondente na abordagem, de forma a mitigar os riscos geopolíticos enfrentados pelos fabricantes de automóveis. Como tal, estratégias que eram eficazes há uma década podem agora estar desatualizadas e, desta forma serem insuficientes para enfrentar os desafios contemporâneos. Atualmente há uma quantidade suficiente de literatura sobre estratégias de mitigação dentro das cadeias de abastecimento. No entanto, acerca da indústria automóvel, falta consenso na literatura atual sobre as estratégias a serem utilizadas ao enfrentar riscos geopolíticos. Portanto, este estudo tem como objetivo responder à seguinte questão de pesquisa: Quais são os conflitos geopolíticos mais influentes que afetam a cadeia de abastecimento da indústria automóvel e quais estratégias poderiam mitigá-los. Para este propósito, este estudo apresenta uma revisão abrangente das estratégias de mitigação para riscos geopolíticos na cadeia de abastecimento automóvel. A partir de uma revisão sistemática da literatura e da utilização dados secundários, o estudo analisa vários riscos geopolíticos enfrentados pela indústria automóvel, incluindo aqueles decorrentes de eventos como a guerra comercial entre os EUA e a China e o conflito entre Rússia e Ucrânia. Através de uma análise das respostas e estratégias específicas da indústria, a pesquisa esclarece interconexão de eventos geopolíticos, disrupções na cadeia de abastecimento e tomada de decisões organizacionais. Esta pesquisa conclui que a estratégia ótima para as empresas varia dependendo da sua estrutura organizacional. Fabricantes de automóveis multinacionais podem considerar a opção de "nearshoring” como a estratégia mais aconselhável, aproveitando os benefícios da proximidade e os custos reduzidos de transporte. Por outro lado, empresas do setor automóvel não multinacionais são aconselhadas a priorizar a colaboração como meio de mitigar os riscos geopolíticos na cadeia de abastecimento.
À medida que o setor automóvel continua a evoluir, as estratégias operacionais utilizadas há uma década estão sujeitas a ser substituídas ou adaptadas. Esta evolução exige um ajuste correspondente na abordagem, de forma a mitigar os riscos geopolíticos enfrentados pelos fabricantes de automóveis. Como tal, estratégias que eram eficazes há uma década podem agora estar desatualizadas e, desta forma serem insuficientes para enfrentar os desafios contemporâneos. Atualmente há uma quantidade suficiente de literatura sobre estratégias de mitigação dentro das cadeias de abastecimento. No entanto, acerca da indústria automóvel, falta consenso na literatura atual sobre as estratégias a serem utilizadas ao enfrentar riscos geopolíticos. Portanto, este estudo tem como objetivo responder à seguinte questão de pesquisa: Quais são os conflitos geopolíticos mais influentes que afetam a cadeia de abastecimento da indústria automóvel e quais estratégias poderiam mitigá-los. Para este propósito, este estudo apresenta uma revisão abrangente das estratégias de mitigação para riscos geopolíticos na cadeia de abastecimento automóvel. A partir de uma revisão sistemática da literatura e da utilização dados secundários, o estudo analisa vários riscos geopolíticos enfrentados pela indústria automóvel, incluindo aqueles decorrentes de eventos como a guerra comercial entre os EUA e a China e o conflito entre Rússia e Ucrânia. Através de uma análise das respostas e estratégias específicas da indústria, a pesquisa esclarece interconexão de eventos geopolíticos, disrupções na cadeia de abastecimento e tomada de decisões organizacionais. Esta pesquisa conclui que a estratégia ótima para as empresas varia dependendo da sua estrutura organizacional. Fabricantes de automóveis multinacionais podem considerar a opção de "nearshoring” como a estratégia mais aconselhável, aproveitando os benefícios da proximidade e os custos reduzidos de transporte. Por outro lado, empresas do setor automóvel não multinacionais são aconselhadas a priorizar a colaboração como meio de mitigar os riscos geopolíticos na cadeia de abastecimento.
Descrição
Palavras-chave
Geopolitical risk Automotive industry Supply chain Mitigation strategies US-China trade war Russia-Ukraine war Risco geopolítico Indústria automóvel Cadeia de abastecimento Estratégias de mitigação Guerra comercial EUA-China Conflito Rússia-Ucrânia
