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Resumo(s)
Embora tenha colaborado ortonimamente e heteronimicamente na revista 'Portugal Futurista', Fernando Pessoa mostrou um claro sentimento de aversão geral em relação ao Futurismo, e sublinhou frequentemente que o seu próprio Sensacionismo representa um fenómeno artístico muito mais original. Partindo de um breve olhar comparatista, o artigo oferece uma análise detalhada da suposta contradição entre relutância aberta perante o movimento futurista e a sua participação numa revista futurista. Ao examinar esta colaboração, entende-se melhor a posição na qual Pessoa colocou o seu próprio Sensacionismo dentro do modernismo europeu, tentando demonstrar que as formas mais genuínas do mesmo não tiveram praticamente nenhuma outra alternativa senão rejeitar o Futurismo, ou quanto muito de ‘sintetizá-lo’.
