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- Comunicação e mudança organizacional : uma investigação interpretativista sobre a relevância das neurociências para a eficácia de uma mudança organizacionalPublication . Oliveira, Tânia Alexandra Marçal de; Ilharco, Fernando Albano Maia de MagalhãesHoje, mais do que nunca, devido à situação de pandemia que o país e o mundo, no geral, estão a viver, a sociedade e as organizações estão a ver-se obrigadas a mudar e a adaptar-se, da noite para o dia, a esta nova forma de viver, com a presença de uma pandemia que chegou sem data prevista para terminar. Muitas foram as pessoas e as empresas que rapidamente se adaptaram e reinventaram, fazendo de tudo para garantirem a sua permanência no mercado. Contudo, foram também muitas as pessoas e as organizações que não se conseguiram adaptar e ajustar a este novo hoje e, por esta mesma razão, estão a passar por uma fase menos boa e muitas viram-se mesmo obrigadas ou a colocar colaboradores em lay-off, ou mesmo a ter de fechar as portas. Esta investigação começou a ser realizada ainda do despoletar desta pandemia, no entanto, antes dos tempos que hoje se vivem, conceitos como mudança organizacional e neurociências eram já conhecidos e muito estudados. De dia para dia, estes termos, juntamente com os de comunicação e liderança têm tido papéis cada vez mais importantes e impactantes, positivamente, nos líderes, nos colaboradores e nas organizações. Uma vez que as empresas de hoje estão constantemente a mudar e a inovar, de modo a poderem continuar ativas no mercado, os líderes e os colaboradores têm de ter uma certa abertura e o mindset de que, hoje, mudar, inovar, reinventar, adaptar e ajustar são dos principais verbos para a sobrevivência das organizações atuais. Contudo, por um lado, muitas não sabem como fazê-lo, muitos líderes não sabem liderar eficazmente os seus colaboradores, no que toca, neste caso, à aceitação e adoção de uma mudança. Por outro lado, muitos colaboradores continuam com pouca abertura e recetividade para mudarem o seu mindset e olharem para as várias mudanças, como algo benéfico para si e para a organização no seu todo. Neste sentido, é importante perceber de que forma é que os líderes podem ser ajudados, neste tipo de contextos, para, posteriormente, poderem ajudar, ao máximo, os seus colaboradores, garantindo o sucesso da implementação de uma determinada mudança – é, não só, mas também aqui que as neurociências desempenham um papel fundamental e positivamente impactante. Deste modo, e com base no quadro acima apresentado, esta investigação interpretativista tem como principal objetivo explorar a relevância das neurociências e das suas descobertas mais recentes para o desenho, a implementação e a eficácia das mudanças organizacionais. Com a ajuda dos métodos quantitativo e qualitativo, das respostas obtidas através de um inquérito por questionário, aplicado a colaboradores de diversas empresas, e das entrevistas realizadas a líderes, a uma neurocientista e a uma coach e psicóloga, foi possível explorar como é que, pelo menos, estes líderes e colaboradores gerem, a nível individual e coletivo, a implementação de uma mudança organizacional e como é que esta gestão pode ser feita, de uma forma mais simples e eficaz, com a ajuda das neurociências. Os resultados obtidos, através de ambos os métodos, permitiram concluir que as neurociências – mais concretamente, o conhecimento mais aprofundado do cérebro humano, por parte do líder e dos seus liderados; uma boa autogestão e autocontrolo emocional; a existência de uma comunicação transparente e diária; e, ainda, um envolvimento, uma partilha e uma relação de confiança, cooperação e proximidade – todos estes fatores contribuem, sem dúvida, para uma melhor implementação de uma mudança organizacional e, consequentemente, para uma melhor aceitação e adoção desta, por parte de cada colaborador e, claro, do próprio líder
- Minorias nos jogos paralímpicos Rio 2016 : dimensão ético-deontológica da cobertura jornalística portuguesaPublication . Pires, Ema Gil Caldas Justino; Arêas, Camila CabralNos últimos anos, têm vindo a surgir, a nível nacional e internacional, documentos que pretendem promover uma mediatização mais justa e inclusiva das pessoas com deficiência, bem como do desporto paralímpico. Tendo por base estes guias, a presente investigação tem como objeto de estudo as questões éticas e deontológicas inerentes à cobertura jornalística portuguesa dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, não só no que diz respeito à mediatização dos atletas com deficiência, mas também dos atletas pertencentes a outros grupos minoritários (étnicos, raciais, religiosos, de género ou sexuais). Partindo de um quadro teórico que destaca o reduzido número de investigações dedicadas ao tema em contexto nacional, o presente estudo debruça-se sobre o tratamento jornalístico e a visibilidade conferida a estes competidores ao longo da cobertura portuguesa do evento. Para este estudo, recorremos a três instrumentos metodológicos, os quais compõem um design misto: uma entrevista exploratória com a autora do único guia de mediatização português; uma análise de conteúdo à produção jornalística dedicada ao evento, da autoria de meios de comunicação portugueses impressos e televisivos, bem como da agência noticiosa Lusa; e entrevistas em profundidade com três dos quatro jornalistas nacionais responsáveis pela cobertura presencial desta competição. Este estudo permitiu-nos concluir que a cobertura portuguesa dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 foi globalmente responsável, de um ponto de vista ético e deontológico, com os referidos “guias orientadores da mediatização” a deterem a capacidade de suscitar nos profissionais do campo mediático preocupações dessa natureza, aquando da sua realização de trabalhos jornalísticos envolvendo grupos minoritários.
- Relatório de estágioPublication . Andrade, Rita Mónica Domingos; Ferreira, Maria Amélia DiasO presente relatório de estágio surge no âmbito do 11º Mestrado em Enfermagem com Especialização em Enfermagem Médico-cirúrgica, na área da Enfermagem à pessoa em situação crítica, da Universidade Católica Portuguesa (UCP) – Instituto de Ciências da Saúde do Porto. Este documento reflete o percurso realizado pela unidade curricular – Estágio Final e Relatório e que se reporta a dois módulos de estágio concretizando 360 horas totais e que foram repartidos pelo Serviço de Medicina Intensiva e pela Unidade de Cuidados Intermédios Cirúrgicos. A transmissão de más noticias foi tema transversal a ambos módulos de estágio e que se desenrolou de acordo com as necessidades formativas identificadas em cada local de estágio. Este documento tem por objetivos, demonstrar as competências adquiridas, realizar uma análise crítico-reflexiva das atividades desenvolvidas, das situações de melhoria observadas, passíveis de serem resolvidas e das respetivas estratégias de resolução, com vista à melhoria da qualidade e segurança dos cuidados de enfermagem prestados, e serve como instrumento de avaliação. A metodologia utilizada foi o método descritivo e crítico-reflexivo, e encontra-se enquadrado com as competências comuns e específicas do enfermeiro especialista a adquirir, estabelecidas pela Ordem dos Enfermeiros. A investigação foi uma aliada contínua neste processo, oferecendo-me as bases sólidas para as atividades efetuadas. Este percurso foi oportunidade de melhorar os conhecimentos científicos adquiridos na fase académica, mas também desenvolver conhecimentos técnicos e habilidades relacionais e comunicacionais tão necessários para prestação de cuidados de qualidade diferenciados ao doente crítico.
