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Orientador(es)
Resumo(s)
With the advancement of technological methodologies we are reconsidering our past and how to preserve it. The intersection of technology and heritage demonstrates how the past continues to live in the present and the ability to reconstruct and preserve heritage, something pertinent within the contemporary context of worldwide conflicts. The ability to digitally reproduce heritage is novel and something which requires further inquiry in light of several considerations. These are mostly questions of authenticity and whether a copy can (or
should) replace the original structure. This is because of several implications involving ownership and access (i.e. whether it is democratising art and heritage), effects of removing it from its geographical and cultural contexts and the complexities of cultural representation in the digital. To investigate this emerging topic, I am analysing both the theoretical and practical implications of digitally reproducing cultural heritage post conflict. The ramifications of recreating heritage post conflict, after the destruction (iconoclasm in
specific) of the original artefact within the unstable context of war, are numerous. For instance, the erasure of history is thrown into question with the recreation of war-destroyed heritage, as well as the very decision of which artefact are chosen for reproduction. Consequently, my main research questions will be exploring what it means when the ‘original’ is destroyed and a ‘copy’ is created in its place, what happens when digital reproductions become viral and/or physically travel the globe; who ‘owns’ the reproduced digital heritage and what does it contribute to discussions on representation? Therefore, I am
addressing both the importance of cultural heritage in contemporary society and its representational role. To do so I am drawing on theoretical concepts from the disciplines of Cultural Studies, Heritage Studies, Museology and Anthropology to analyse the complexities of political, cultural and historical representations. Using the empirical case studies of three post-conflict sites of The Triumphal Arch of Palmyra (Syria), the Bamiyan Buddhas (Afghanistan) and the Lion of Mosul (Iraq), I address their digital reproductions in consideration of cultural representation and the role of heritage respectively. Ultimately, I am using these three case studies to attempt to address the problems and benefits involved
in recreating heritage after the original has been destroyed in conflict.
Com o avanço das metodologias tecnológicas, estamos a reconsiderar o nosso passado e como conservá-lo. A interseção entre a tecnologia e o património demonstra como o passado continua a viver no presente e a capacidade de reconstruir e conservar o património, algo pertinente no contexto contemporâneo dos conflitos mundiais. A capacidade de reproduzir digitalmente o património é novo e é algo que requer mais pesquisa. Principalmente, surgem as questões de autenticidade e de se uma cópia pode (ou deve) substituir a estrutura original ou não. Isso ocorre devido às várias implicações que envolvem a propriedade e o acesso (ou seja, se as reproduções 3D estão a democratizar a arte e o património ou não), efeitos de removê-la dos seus contextos geográficos e culturais e as complexidades da representação cultural na forma digital. Para investigar este tema emergente, estou a analisar as implicações teóricas e práticas de reproduzir digitalmente o património cultural pós-conflito. O apagamento da história é posto em causa com a recriação do património destruído pela guerra, bem como o processo de tomada de decisão sobre a escolha dos artefatos para a reprodução. Consequentemente, as minhas principais perguntas de pesquisa explorarão o que significa quando o “original” for destruído e uma “cópia” for criada em seu lugar, o que acontece quando as reproduções digitais se tornam virais e/ou viajam fisicamente pelo mundo; a quem pertence a herança digital reproduzida e qual é a sua contribuição às discussões sobre a representação. Portanto, estou a abordar tanto a importância do patrimônio cultural na sociedade contemporânea quanto o seu papel representacional. Para isso, estou a basear-me em conceitos teóricos das disciplinas dos Estudos Culturais, os Estudos de Património, a Museologia e a Antropologia a fim de analisar as complexidades das representações políticas, culturais e históricas. Utilizando os estudos de casos empíricos de três locais de pós-conflito, o Arco Monumental de Palmira (Síria), os Budas de Bamiã (Afeganistão) e o Leão de Mossul (Iraque), abordo as suas reproduções digitais na consideração da representação cultural e o papel do património respectivamente. Por fim, estou a usar estes três estudos de caso para tentar versar os problemas e vantagens envolvidos na recreação do património depois que o original foi destruído durante o conflito.
Com o avanço das metodologias tecnológicas, estamos a reconsiderar o nosso passado e como conservá-lo. A interseção entre a tecnologia e o património demonstra como o passado continua a viver no presente e a capacidade de reconstruir e conservar o património, algo pertinente no contexto contemporâneo dos conflitos mundiais. A capacidade de reproduzir digitalmente o património é novo e é algo que requer mais pesquisa. Principalmente, surgem as questões de autenticidade e de se uma cópia pode (ou deve) substituir a estrutura original ou não. Isso ocorre devido às várias implicações que envolvem a propriedade e o acesso (ou seja, se as reproduções 3D estão a democratizar a arte e o património ou não), efeitos de removê-la dos seus contextos geográficos e culturais e as complexidades da representação cultural na forma digital. Para investigar este tema emergente, estou a analisar as implicações teóricas e práticas de reproduzir digitalmente o património cultural pós-conflito. O apagamento da história é posto em causa com a recriação do património destruído pela guerra, bem como o processo de tomada de decisão sobre a escolha dos artefatos para a reprodução. Consequentemente, as minhas principais perguntas de pesquisa explorarão o que significa quando o “original” for destruído e uma “cópia” for criada em seu lugar, o que acontece quando as reproduções digitais se tornam virais e/ou viajam fisicamente pelo mundo; a quem pertence a herança digital reproduzida e qual é a sua contribuição às discussões sobre a representação. Portanto, estou a abordar tanto a importância do patrimônio cultural na sociedade contemporânea quanto o seu papel representacional. Para isso, estou a basear-me em conceitos teóricos das disciplinas dos Estudos Culturais, os Estudos de Património, a Museologia e a Antropologia a fim de analisar as complexidades das representações políticas, culturais e históricas. Utilizando os estudos de casos empíricos de três locais de pós-conflito, o Arco Monumental de Palmira (Síria), os Budas de Bamiã (Afeganistão) e o Leão de Mossul (Iraque), abordo as suas reproduções digitais na consideração da representação cultural e o papel do património respectivamente. Por fim, estou a usar estes três estudos de caso para tentar versar os problemas e vantagens envolvidos na recreação do património depois que o original foi destruído durante o conflito.
Descrição
Palavras-chave
Heritage Colonialism 3D reproductions Cultural representation Authenticity Património Colonialismo Reproduções 3D Representação cultural Autenticidade
