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Publicação

Selective reconcentration : ecosystem power and competitive positioning in european financial ecosystem

datacite.subject.fosCiências Sociais::Economia e Gestão
datacite.subject.sdg09:Indústria, Inovação e Infraestruturas
datacite.subject.sdg08:Trabalho Digno e Crescimento Económico
datacite.subject.sdg16:Paz, Justiça e Instituições Eficazes
datacite.subject.sdg17:Parcerias para a Implementação dos Objetivos
dc.contributor.advisorLeite, Gonçalo Salazar
dc.contributor.authorSchäfer, Maximilian
dc.date.accessioned2026-10-06T16:00:54Z
dc.date.available2026-10-06T16:00:54Z
dc.date.embargo2027-04-06
dc.date.issued2026-06-30
dc.date.submitted2026-05-28
dc.description.abstractOpen Banking regulation in the European Union was designed to empower consumers, stimulate competition and foster ecosystem-based innovation. Five years after PSD2’s fullimplementation, that ambition has only partially materialized. This dissertation investigates how expanding financial data access reshapes ecosystem power structures and competitive positioning between incumbent banks and fintech firms and which organizational and regulatory conditions determine structural advantage. Drawing on eight semi-structured expert interviews across incumbent banks, fintech firms, regulators and independent consultants, supplemented by regulatory documents and industry sources, the dissertation applies an integrated analytical framework combining Ecosystem Theory, Platform Theory and Dynamic Capabilities Framework to the post-PSD2 context. The findings reveal that expanding data access has produced a selective reconcentration of structural leverage at differentiated positions rather than the diffusion of power implied by regulatory intent. A proactive minority of incumbent banks has consolidated control at the API governance and infrastructure layers. Specialist aggregators have established durable orchestrator positions at the data infrastructure layer, whose commercial viability depends on neutrality that incumbent banks cannot replicate. Consequently, the compliance majority is constrained less by resources than by a governance design gap. The absence of internal strategic ownership of Open Finance is the mechanism through which strategic failure reproduces itself. These findings challenge the prevailing bank-fintech binary framing of Open Banking competition. They suggest that the aggregation layer is the most consequential site of competitive contest and that enforcement architecture and compensation design matter more than data-sharing scope in determining whether regulatory intent translates into competitive reality.eng
dc.description.abstractA regulamentação do Open Banking na União Europeia foi concebida para capacitar consumidores, estimular a concorrência e promover inovação baseada em ecossistemas. Cinco anos após a plena implementação da PSD2, essa ambição apenas se materializou parcialmente. Esta dissertação investiga como a expansão do acesso a dados financeirosremodela estruturas de poder ecossistémicas e o posicionamento competitivo entre bancos incumbentes e fintechs, bem como quais condições organizacionais e regulatórias determinam vantagem estrutural. Com base em oito entrevistas semiestruturadas com especialistas de bancos incumbentes, fintechs, reguladores e consultores independentes, complementadas por documentos regulatórios e fontes da indústria, a dissertação aplica um quadro analítico integrado que combina Teoria dos Ecossistemas, Teoria das Plataformas e Teoria das Capacidades Dinâmicas ao contexto pós-PSD2. Os resultados revelam que a expansão do acesso a dados produziu uma reconcentração seletiva de alavancagem estrutural em posições diferenciadas, em vez da difusão de poder implícita na intenção regulatória. Uma minoria proativa de bancos incumbentes consolidou controlo nas camadas de governação de APIs e infraestrutura. Agregadores especializados estabeleceram posições duradouras de orquestração na infraestrutura de dados, cuja viabilidade comercial depende de neutralidade que bancos incumbentes não conseguem replicar. Consequentemente, a maioria orientada para compliance é limitada menos por recursos do que por falhas de governação e ausência de apropriação estratégica do Open Finance. Estes resultados desafiam o enquadramento entrebancos e fintechs e sugerem que a camada de agregação e a arquitetura de enforcamento são mais determinantes do que a partilha de dados para traduzir intenção regulatória em realidade competitiva.por
dc.identifier.other7c33854c-9d89-4b11-b9f0-fc7a2e4ce242
dc.identifier.tid204330670
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/59789
dc.language.isoeng
dc.rights.uriN/A
dc.subjectOpen bankingeng
dc.subjectOpen financeeng
dc.subjectPSD2eng
dc.subjectFiDAeng
dc.subjectFinancial data accesseng
dc.subjectEcosystem theoryeng
dc.subjectPlatform governanceeng
dc.subjectDynamic capabilitieseng
dc.subjectData aggregationeng
dc.subjectCoopetitioneng
dc.subjectIncumbent bankseng
dc.subjectFintech firmseng
dc.subjectEuropean financial ecosystemeng
dc.subjectCompetitive positioningeng
dc.subjectAcesso a dados financeirospor
dc.subjectTeoria dos ecossistemaspor
dc.subjectGovernação de plataformaspor
dc.subjectCapacidades dinâmicaspor
dc.subjectAgregação de dadospor
dc.subjectCooperação e concorrênciapor
dc.subjectBancos tradicionaispor
dc.subjectEmpresas fintechpor
dc.subjectEcossistema financeiro europeupor
dc.subjectPosicionamento competitivopor
dc.titleSelective reconcentration : ecosystem power and competitive positioning in european financial ecosystempor
dc.title.alternativeReconcentração seletiva : poder no ecossistema e posicionamento competitivo no ecossistema financeiro europeupor
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
thesis.degree.nameMestrado em Gestão e Administração de Empresas

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