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Open Banking regulation in the European Union was designed to empower consumers, stimulate competition and foster ecosystem-based innovation. Five years after PSD2’s fullimplementation, that ambition has only partially materialized. This dissertation investigates how expanding financial data access reshapes ecosystem power structures and competitive positioning between incumbent banks and fintech firms and which organizational and regulatory conditions determine structural advantage. Drawing on eight semi-structured expert interviews across incumbent banks, fintech firms, regulators and independent consultants, supplemented by regulatory documents and industry sources, the dissertation applies an integrated analytical framework combining Ecosystem Theory, Platform Theory and Dynamic Capabilities Framework to the post-PSD2 context. The findings reveal that expanding data access has produced a selective reconcentration of structural leverage at differentiated positions rather than the diffusion of power implied by regulatory intent. A proactive minority of incumbent banks has consolidated control at the API governance and infrastructure layers. Specialist aggregators have established durable orchestrator positions at the data infrastructure layer, whose commercial viability depends on neutrality that incumbent banks cannot replicate. Consequently, the compliance majority is constrained less by resources than by a governance design gap. The absence of internal strategic ownership of Open Finance is the mechanism through which strategic failure reproduces itself. These findings challenge the prevailing bank-fintech binary framing of Open Banking competition. They suggest that the aggregation layer is the most consequential site of competitive contest and that enforcement architecture and compensation design matter more than data-sharing scope in determining whether regulatory intent translates into competitive reality.
A regulamentação do Open Banking na União Europeia foi concebida para capacitar consumidores, estimular a concorrência e promover inovação baseada em ecossistemas. Cinco anos após a plena implementação da PSD2, essa ambição apenas se materializou parcialmente. Esta dissertação investiga como a expansão do acesso a dados financeirosremodela estruturas de poder ecossistémicas e o posicionamento competitivo entre bancos incumbentes e fintechs, bem como quais condições organizacionais e regulatórias determinam vantagem estrutural. Com base em oito entrevistas semiestruturadas com especialistas de bancos incumbentes, fintechs, reguladores e consultores independentes, complementadas por documentos regulatórios e fontes da indústria, a dissertação aplica um quadro analítico integrado que combina Teoria dos Ecossistemas, Teoria das Plataformas e Teoria das Capacidades Dinâmicas ao contexto pós-PSD2. Os resultados revelam que a expansão do acesso a dados produziu uma reconcentração seletiva de alavancagem estrutural em posições diferenciadas, em vez da difusão de poder implícita na intenção regulatória. Uma minoria proativa de bancos incumbentes consolidou controlo nas camadas de governação de APIs e infraestrutura. Agregadores especializados estabeleceram posições duradouras de orquestração na infraestrutura de dados, cuja viabilidade comercial depende de neutralidade que bancos incumbentes não conseguem replicar. Consequentemente, a maioria orientada para compliance é limitada menos por recursos do que por falhas de governação e ausência de apropriação estratégica do Open Finance. Estes resultados desafiam o enquadramento entrebancos e fintechs e sugerem que a camada de agregação e a arquitetura de enforcamento são mais determinantes do que a partilha de dados para traduzir intenção regulatória em realidade competitiva.
A regulamentação do Open Banking na União Europeia foi concebida para capacitar consumidores, estimular a concorrência e promover inovação baseada em ecossistemas. Cinco anos após a plena implementação da PSD2, essa ambição apenas se materializou parcialmente. Esta dissertação investiga como a expansão do acesso a dados financeirosremodela estruturas de poder ecossistémicas e o posicionamento competitivo entre bancos incumbentes e fintechs, bem como quais condições organizacionais e regulatórias determinam vantagem estrutural. Com base em oito entrevistas semiestruturadas com especialistas de bancos incumbentes, fintechs, reguladores e consultores independentes, complementadas por documentos regulatórios e fontes da indústria, a dissertação aplica um quadro analítico integrado que combina Teoria dos Ecossistemas, Teoria das Plataformas e Teoria das Capacidades Dinâmicas ao contexto pós-PSD2. Os resultados revelam que a expansão do acesso a dados produziu uma reconcentração seletiva de alavancagem estrutural em posições diferenciadas, em vez da difusão de poder implícita na intenção regulatória. Uma minoria proativa de bancos incumbentes consolidou controlo nas camadas de governação de APIs e infraestrutura. Agregadores especializados estabeleceram posições duradouras de orquestração na infraestrutura de dados, cuja viabilidade comercial depende de neutralidade que bancos incumbentes não conseguem replicar. Consequentemente, a maioria orientada para compliance é limitada menos por recursos do que por falhas de governação e ausência de apropriação estratégica do Open Finance. Estes resultados desafiam o enquadramento entrebancos e fintechs e sugerem que a camada de agregação e a arquitetura de enforcamento são mais determinantes do que a partilha de dados para traduzir intenção regulatória em realidade competitiva.
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Palavras-chave
Open banking Open finance PSD2 FiDA Financial data access Ecosystem theory Platform governance Dynamic capabilities Data aggregation Coopetition Incumbent banks Fintech firms European financial ecosystem Competitive positioning Acesso a dados financeiros Teoria dos ecossistemas Governação de plataformas Capacidades dinâmicas Agregação de dados Cooperação e concorrência Bancos tradicionais Empresas fintech Ecossistema financeiro europeu Posicionamento competitivo
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