| Nome: | Descrição: | Tamanho: | Formato: | |
|---|---|---|---|---|
| 836.89 KB | Adobe PDF |
Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
This dissertation in Theology proposes an analysis of how Saint Augustine reconciles the truth about the uniqueness of God and the Trinity. It seeks to provide a general contextualisation of the Trinitarian question from revelation – where monotheism first encounters the novelty of the Trinity – to the Council of Nicaea, focusing on certain stages and authors. Taking Nicaea as the point of arrival, it moves on to Saint Augustine, who, in turn, takes it as his starting point. Based on books V to VII of his De Trinitate, we analyse how Augustine understands and describes the Trinity. By analysing the grammatical argument, we identify what is said according to relationship and what is said according to substance, pointing out exceptions and problematic cases, such as “Holy Spirit” and “person”. After this analysis, the case of the term “person” and its theological consequences is explored in depth. Following this reasoning, the way in which Augustine understands the unity of the divine persons is presented. Finally, note is taken of the apparent contradiction between this reasoning and the statement in book VI of the Holy Spirit as the unity of the Trinity, articulating both.
Esta dissertação em Teologia propõe uma análise sobre o modo como Santo Agostinho concilia a verdade acerca da unicidade de Deus e da Trindade. Procura-se a elaboração de uma contextualização geral da questão trinitária desde a revelação – onde o monoteísmo se encontra pela primeira vez com a novidade da Trindade – até ao Concílio de Niceia, privilegiando algumas etapas e alguns autores. Tomando Niceia como ponto de chegada parte-se para Santo Agostinho, que, por sua vez, o toma como ponto de partida. A partir dos livros V a VII do seu De Trinitate, analisa-se o modo como Agostinho entende e diz a Trindade. Ao analisar-se o argumento gramatical identifica-se o que se diz segundo a relação e o que se diz segundo a substância, apontando os casos de exceção e problemáticos, como “Espírito Santo” e “pessoa”. Depois dessa análise aprofunda-se o caso do termo “pessoa” e das suas consequências teológicas. Na sequência deste raciocínio apresenta-se o modo como Agostinho entende a unidade das pessoas divinas. Por fim, dá-se nota da aparente contradição entre esse raciocínio e a afirmação no livro VI do Espírito Santo como a unidade da Trindade, articulando ambos.
Esta dissertação em Teologia propõe uma análise sobre o modo como Santo Agostinho concilia a verdade acerca da unicidade de Deus e da Trindade. Procura-se a elaboração de uma contextualização geral da questão trinitária desde a revelação – onde o monoteísmo se encontra pela primeira vez com a novidade da Trindade – até ao Concílio de Niceia, privilegiando algumas etapas e alguns autores. Tomando Niceia como ponto de chegada parte-se para Santo Agostinho, que, por sua vez, o toma como ponto de partida. A partir dos livros V a VII do seu De Trinitate, analisa-se o modo como Agostinho entende e diz a Trindade. Ao analisar-se o argumento gramatical identifica-se o que se diz segundo a relação e o que se diz segundo a substância, apontando os casos de exceção e problemáticos, como “Espírito Santo” e “pessoa”. Depois dessa análise aprofunda-se o caso do termo “pessoa” e das suas consequências teológicas. Na sequência deste raciocínio apresenta-se o modo como Agostinho entende a unidade das pessoas divinas. Por fim, dá-se nota da aparente contradição entre esse raciocínio e a afirmação no livro VI do Espírito Santo como a unidade da Trindade, articulando ambos.
Descrição
Palavras-chave
Argumento gramatical De Trinitate Distinção e unidade Distinction and unity Grammatical argument Saint Augustine Santo Agostinho Trindade Trinity União de relativos Unity of relative beeings
Contexto Educativo
Citação
Editora
Licença CC
Sem licença CC
