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Representações da guerra: representações da família e espaço público

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São cada vez mais frequentes as reportagens, as crónicas, os filmes, ou os relatos, divulgando as mais variadas acções do teatro da guerra, bem como os actos com ela envolvidas. Também com o desenvolvimento das modernas tecnologias assiste-se, no imediato, ao decorrer de tudo o que com a guerra se possa relacionar. E, se por um lado, nos damos conta do heroísmo de muitos, dos que lutam ou suportam as atrocidades da peleja, também nos apercebemos das crueldades e dos horrores que ela instiga e propicia. A teoria da “guerra justa” defendida por Hugo Grotius (1583-1645), hoje rejeitada, mas infelizmente muito praticada, conheceu refinamentos que a inteligência humana nunca imaginaria. E se os regimes democráticos e organismos ou entidades internacionais tendem a estabelecer plataformas de entendimento, de modo a dissuadirem os adversários a dispensarem a força e a dialogarem em nome da paz e da concórdia, não é certo que a violência tenha diminuído. É que para além da beligerância, há que ter em conta também as indústrias que com ela se identificam ou se relacionam e que cruzam os mais diversos sectores da sociedade. A teia de interesses é enorme. E a abrangência de negócios gigantesca.

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MATOS, Artur Teodoro, coord. ; SANTOS, Rogério, coord. - Representações da guerra : representações da família e espaço público. Lisboa : Universidade Católica Editora, 2008 . (Conhecer a FCH. conferências multidisciplinares ; 4). ISBN 978-972-54-0204-7

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