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Avaliação dos tempos de relaxamento T1 miocárdico de voluntários saudáveis em ressonância magnética 3T

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Abstract(s)

A Ressonância Magnética Cardíaca (RMC) é um exame que permite avaliar a estrutura do coração, vendo se os tecidos têm a constituição que deveriam ter. Algumas técnicas recentes que fazem parte do conjunto de imagens adquiridas durante uma ressonância cardíaca, ajudam a melhorar este último objetivo (Técnicas de Mapping, que permitem quantificar alterações das características do músculo cardíaco, através dos valores de relaxamento T1, T2 e T2*). Este estudo tem como objetivo determinar os valores de relaxamento T1 no músculo cardíaco de indivíduos saudáveis, utilizando o scanner Discovery 3T da GE, permitindo o uso da técnica de mapeamento T1 em pacientes de forma sustentada. Foram submetidos ao mapeamento T1, 31 voluntários saudáveis, num equipamento de ressonância magnética 3T. Foi utilizada a sequência MOLLI 5(3)3, adquirindo um corte de eixo curto no nível médio-ventricular. Os valores nativos de T1 foram apresentados como médias (± desvio padrão), e o teste t de amostras independentes avaliou diferenças de género nos valores de T1. Os resultados mostram um valor médio global de T1 nativo de 1193 ± 39 ms, sendo os valores das mulheres estatisticamente superiores aos dos homens (1211 ± 40 vs 1173 ± 27 ms, respetivamente, p < 0,006). O sexo permaneceu o único determinante dos tempos nativos de T1, num modelo de regressão linear múltipla que incluiu idade, fração de ejeção e status de T2. Este estudo estabeleceu valores de referência T1 nativos para valores de scanner 3T GE Discovery, que estão no mesmo nível daqueles já relatados por outros fornecedores, para uma sequência semelhante. Também encontramos correlação entre T1 nativo e género, com as mulheres a apresentarem valores mais elevados que os homens. Mais estudos são necessários para confirmar a influência do sexo nos valores nativos de T1.
Cardiac Magnetic Resonance Imaging (CMR) is an exam that allows the evaluation of the structure of the heart, seeing if the tissues are the way they should be. Some recent techniques that are part of a set of images acquired during a cardiac resonance, help to improve this last objective (Mapping Techniques, which allow quantify the changes in the characteristics of the cardiac muscle, through T1, T2 and T2* relaxation values). This study aims to determine T1 relaxation values in the cardiac muscle of healthy individuals, using GE's Discovery 3T scanner, allowing the use of the T1 mapping technique in patients in a sustained way. 31 healthy volunteers underwent T1 mapping in a 3T magnetic resonance equipment. MOLLI 5(3)3 sequence was used, acquiring a short-axis slice at mid-ventricular level. Native T1 values were presented as means (± standard deviation), and the independent samples t-test evaluated gender differences in T1 values. Results show an overall mean native T1 value of 1193 ± 39 ms, with women's values being statistically higher than men's (1211 ± 40 vs 1173 ± 27 ms, respectively, p < 0.006). Sex remained the sole determinant of native T1 times in a multiple linear regression model that included age, ejection fraction, and T2 status. This study established native T1 reference values for 3T GE Discovery scanner values, which are on par with those already reported by other vendors, for a similar sequence. We also found a correlation between native T1 and gender, with women presenting higher values than men. More studies are needed to confirm the influence of sex on native T1 values.

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Ressonância magnética cardíaca Mapeamento T1 nativo MOLLI 5(3)3 Cardiac magnetic resonance Native T1 mapping

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