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Abstract(s)
As ten years have passed by since the 2007-2008 world financial crisis, one of the largest ones in recent history, this thesis investigates whether credit ratings still have an informa-tional effect on diversified firms. That is, if credit ratings still are an useful tool to coun-teract the diversification discount often documented in literature.
Thus, to study this research question, two main hypotheses are developed. The first one predicts that diversified rated firms are less affected by the diversification discount than unrated ones. The second one predicts that higher rated diversified firms are less affected by diversification discount than low-rated ones.
The employed approach to study these hypotheses is through OLS regressions with data for 39,174 firm-years from 1985 to 2016. These regressions are performed both for rated and unrated subsamples and then dividing the timeframe into 3 periods (pre-crisis, crisis, post-crisis). In this context, three analysis are performed differing only in the crisis period definition. The first analysis encompassed the crisis years as 2007-2008, whereas the sec-ond and third contains 2007-2009 and 2008-2009, respectively.
The results obtained indicate that both hypotheses hold true in the pre-crisis period, which denotes a mitigation in the diversification discount for rated and investment grade rated firms. Nonetheless, in the post-crisis period, only the unrated diversification coefficient is significant. Therefore, this indicates that ratings credibility was somehow undermined as a clear difference in its role before and after the crisis is denoted. These results are consistent with the intertemporal robustness regressions performed in this dissertation.
Após dez anos desde a crise financeira de 2007-2008, esta tese investiga se as notações de crédito ainda têm um efeito informativo sobre empresas diversificadas. Isto é, se as notações de crédito ainda são uma ferramenta útil para contrariar o desconto de diversifi-cação, frequentemente documentado na literatura. Assim, para estudar esta questão científica, são desenvolvidas duas hipóteses basilares. A primeira prevê que empresas diversificadas, possuidoras de uma notação de crédito, se-jam menos afetadas pelo desconto de diversificação do que as que não contêm. A segunda hipótese antecipa que empresas diversificadas com classificações mais elevadas sejam menos afetadas pelo desconto de diversificação do que as de baixa classificação. Para conduzir este estudo, usa-se como metodologia regressões MQO com dados para 39.174 empresas-ano de 1985 a 2016. Essas regressões comparam empresas classificadas com não-classificadas durante 3 períodos: pré-crise; crise; pós-crise. Foram feitas três análises que diferem apenas nos anos definidos como crise. A primeira análise considera os anos de crise de 2007-2008, enquanto a segunda e terceira definem como 2007-2009 e 2008-2009, respetivamente. Os resultados obtidos indicam que ambas as hipóteses são verificadas no período pré-crise, o que denota uma atenuação no desconto de diversificação para empresas classifi-cadas e de elevada qualidade de crédito. No entanto, no período pós-crise, apenas o coe-ficiente de empresas diversificadas não classificadas se torna significativo. Portanto, isto sugere uma perda de credibilidade das classificações, visto que há uma clara diferença no seu papel pré-crise e pós-crise. Finalmente, estes resultados são robustos com regressões intertemporais realizadas nesta tese.
Após dez anos desde a crise financeira de 2007-2008, esta tese investiga se as notações de crédito ainda têm um efeito informativo sobre empresas diversificadas. Isto é, se as notações de crédito ainda são uma ferramenta útil para contrariar o desconto de diversifi-cação, frequentemente documentado na literatura. Assim, para estudar esta questão científica, são desenvolvidas duas hipóteses basilares. A primeira prevê que empresas diversificadas, possuidoras de uma notação de crédito, se-jam menos afetadas pelo desconto de diversificação do que as que não contêm. A segunda hipótese antecipa que empresas diversificadas com classificações mais elevadas sejam menos afetadas pelo desconto de diversificação do que as de baixa classificação. Para conduzir este estudo, usa-se como metodologia regressões MQO com dados para 39.174 empresas-ano de 1985 a 2016. Essas regressões comparam empresas classificadas com não-classificadas durante 3 períodos: pré-crise; crise; pós-crise. Foram feitas três análises que diferem apenas nos anos definidos como crise. A primeira análise considera os anos de crise de 2007-2008, enquanto a segunda e terceira definem como 2007-2009 e 2008-2009, respetivamente. Os resultados obtidos indicam que ambas as hipóteses são verificadas no período pré-crise, o que denota uma atenuação no desconto de diversificação para empresas classifi-cadas e de elevada qualidade de crédito. No entanto, no período pós-crise, apenas o coe-ficiente de empresas diversificadas não classificadas se torna significativo. Portanto, isto sugere uma perda de credibilidade das classificações, visto que há uma clara diferença no seu papel pré-crise e pós-crise. Finalmente, estes resultados são robustos com regressões intertemporais realizadas nesta tese.
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Keywords
Financial crisis Diversification Diversification discount Ratings Credit rating agencies Information asymmetry Crise financeira Diversificação Desconto de diversificação Notações de crédito Agências de notação de crédito Informação assimétrica
