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Publicação

Viver a espera : crenças, preocupações e stress em candidatos à adoção

datacite.subject.fosCiências Sociais::Psicologiapt_PT
datacite.subject.fosCiências Médicas::Ciências da Saúdept_PT
dc.contributor.advisorVeiga, Maria Elisa Pina Tomaz
dc.contributor.advisorNegrão, Mariana
dc.contributor.authorFernandes, Inês João Couto
dc.date.accessioned2016-10-04T09:39:31Z
dc.date.issued2016-07-18
dc.date.submitted2016
dc.description.abstractO número de candidatos à adoção é quatro vezes superior ao número de crianças disponíveis para adoção, pelo que este processo está associado a um longo tempo de espera. Torna-se pertinente compreender, generalizadamente, como os candidatos vivenciam o tempo de espera, e, especificamente, o que os preocupa, as crenças existentes, o possível stress que possa estar associado à vivência deste processo e que estratégias de coping são utilizadas para lhe fazer face. Como fator de inclusão definiu-se ser candidato à adoção, em fase de espera, ou seja, que já tivessem passado a fase de avaliação e que se encontrassem à espera de ser contatados. Com base na metodologia qualitativa, realizaram-se entrevistas semiestruturadas a seis participantes. Como principais resultados salienta-se as crenças, como o esquecimento por parte dos técnicos, ou as associadas ao vínculo e problemas da criança; as preocupações, como não ser contatado, a adaptação e história passada da criança, ou o longo tempo de espera; e os fatores de stress, que passam pela incerteza do tempo de espera, pela existência de filhos biológicos ou por outros conseguirem adotar. Como estratégias de coping, foram identificadas a partilha de experiências com outros, a procura de informação, desporto, trabalho ou foco em pensamentos positivos.pt_PT
dc.description.abstractThe number of adoption candidates is four times the number of children available for adoption, so this process is associated with a long waiting period. It is pertinent to understand, generally, how the candidates experience the waiting period, and, specifically, what worries them, beliefs that they have, the possible stress that can be associated with the experience of this process and which coping strategies are used to make the candidates face it. The inclusion factor was defined to be a candidate to adoption, in the waiting phase, meaning that they had already passed the assessment phase and were expecting to be contacted. Based on a qualitative methodology, semi-structured interviews were conducted to six participants. The main results point to beliefs, such as the forgetfulness by the technicians, or the ones associated with attachment and child problems; concerns, such as not being contacted, the child’s adaptation and past history, or the long waiting period; and stressors, such as the uncertainty of the waiting period, the existence of biological children or the ability of others to adopt. As coping strategies, sharing experiences with others, searching for information, sports, work or focusing on positive thoughts were all identified.pt_PT
dc.identifier.tid201462753
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/20818
dc.language.isoporpt_PT
dc.subjectCandidatos à adoçãopt_PT
dc.subjectCrençaspt_PT
dc.subjectPreocupaçõespt_PT
dc.subjectStresspt_PT
dc.subjectCandidates to adoptionpt_PT
dc.subjectBeliefspt_PT
dc.subjectConcernspt_PT
dc.titleViver a espera : crenças, preocupações e stress em candidatos à adoçãopt_PT
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
rcaap.rightsrestrictedAccesspt_PT
rcaap.typemasterThesispt_PT
thesis.degree.nameMestrado em Psicologia

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