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Orientador(es)
Resumo(s)
Well-being has gained prominence in the literature due to its predictive power for students’ academic functioning as well as for other life domains. However, during critical periods of transition and change, such as adapting to higher education, lifestyle, and attitudinal changes may compromise students’ well-being. The present study aims to explore the role of self-regulation in the relationship between perceived support, quality of relationships, and well-being among first-year psychology students in higher education. This quantitative, cross-sectional, correlational study followed a purposive non-probabilistic sampling method. The sample consisted of 89 students, aged between 18 and 22 years, mostly female (87.6%). Data collection was conducted through an online platform (Google Forms) accessed via QR code. Self-report questionnaires included the Interpersonal Relationships and Perceived Support subscale (QVA-r), the Dispositional Self-Regulation Scale (SR), the Personal Wellbeing Index (general satisfaction and satisfaction across eight domains), as well as a sociodemographic questionnaire. The results indicate significant positive correlations between perceived support and the quality of relationships and students' well-being, but do not support self regulation as a mediator of the relationship between social support, relationship quality, and well-being. This study provides a more detailed understanding of their influence on well-being by exploring predictive and mediating factors in the relationships between these variables. Therefore, it contributes to identifying areas for intervention that promote mental health and academic success.
O bem-estar tem assumido destaque na literatura pelo poder preditivo no funcionamento académico de estudantes bem como nos demais domínios da vida. Porém, em períodos críticos de transição e mudança, como a adaptação ao ensino superior, as alterações no estilo de vida e nas atitudes poderão comprometer o bem-estar dos estudantes. O presente estudo pretende explorar o papel da autorregulação na relação entre o suporte percebido e a qualidade das relações e o bem-estar em estudantes do 1º ano de psicologia do ensino superior. Este estudo quantitativo transversal correlacional, seguiu uma amostragem não probabilística intencional. A amostra é composta por 89 estudantes, com idades compreendidas entre os 18 e 22 anos, maioritariamente do sexo feminino (87,6%).A recolha foi realizada numa plataforma online (Google Forms) e o acesso disponibilizado através de QRCode. Os questionários de autorrelato incluíram as medidas de Relações Interpessoais e Suporte Percebido (QVA-r, dimensão interpessoal), Autorregulação Disposicional (SR), e Bem-Estar Subjetivo (Índice de Bem-Estar Pessoal: satisfação geral e em oito domínios), bem como um questionário sociodemográfico. Os resultados revelam correlações significativas positivas entre o suporte percebido e a qualidade das relações e o bem-estar dos alunos, mas não suportaram a autorregulação como um mediador da relação entre suporte social e qualidade dos relacionamentos e bem-estar. Ao explorar fatores preditores e mediadores das relações entre as variáveis, este estudo proporciona uma compreensão mais detalhada da sua influência e contribui para identificar áreas de intervenção que promovam a saúde mental e o sucesso dos estudantes.
O bem-estar tem assumido destaque na literatura pelo poder preditivo no funcionamento académico de estudantes bem como nos demais domínios da vida. Porém, em períodos críticos de transição e mudança, como a adaptação ao ensino superior, as alterações no estilo de vida e nas atitudes poderão comprometer o bem-estar dos estudantes. O presente estudo pretende explorar o papel da autorregulação na relação entre o suporte percebido e a qualidade das relações e o bem-estar em estudantes do 1º ano de psicologia do ensino superior. Este estudo quantitativo transversal correlacional, seguiu uma amostragem não probabilística intencional. A amostra é composta por 89 estudantes, com idades compreendidas entre os 18 e 22 anos, maioritariamente do sexo feminino (87,6%).A recolha foi realizada numa plataforma online (Google Forms) e o acesso disponibilizado através de QRCode. Os questionários de autorrelato incluíram as medidas de Relações Interpessoais e Suporte Percebido (QVA-r, dimensão interpessoal), Autorregulação Disposicional (SR), e Bem-Estar Subjetivo (Índice de Bem-Estar Pessoal: satisfação geral e em oito domínios), bem como um questionário sociodemográfico. Os resultados revelam correlações significativas positivas entre o suporte percebido e a qualidade das relações e o bem-estar dos alunos, mas não suportaram a autorregulação como um mediador da relação entre suporte social e qualidade dos relacionamentos e bem-estar. Ao explorar fatores preditores e mediadores das relações entre as variáveis, este estudo proporciona uma compreensão mais detalhada da sua influência e contribui para identificar áreas de intervenção que promovam a saúde mental e o sucesso dos estudantes.
Descrição
Palavras-chave
Apoio social percebido Autorregulação Bem-estar Estudantes universitários de marketing Perceived social support Self-regulation University students Well-being
Contexto Educativo
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