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Orientador(es)
Resumo(s)
The aim of this study was to evaluate the impact of different restorative techniques to treat deep caries lesions of primary molars on children’s self-reported discomfort. A randomized clinical trial with two parallel arms (1:1) was conducted in São Paulo, Brazil. 4-8 years-old children with at least one occlusal or occlusoproximal deep caries lesion in primary molars were selected. Molars were randomly allocated into two groups: (1) restoration performed with calcium hydroxide cement followed by high-viscosity Glass Ionomer Cement (CHC+HVGIC), and (2) HVGIC restoration. Immediately after the intervention, children reported the experienced discomfort during restoration to an external examiner using a Wong-Baker face-scale. Children’s self-reported discomfort was analyzed using Poisson regression comparing both groups and assessing other variables’ influence (α=5%). One hundred and eight children fulfilled the eligibility criteria and were randomized in the two groups (n=54). Most of the children who received CHC+HVGIC restorations reported none or minimal discomfort (83.3%). Similar scores (92.6%) were reported for those treated with HVGIC (p=0.758). The mean reported discomfort in children with CHC+HVGIC restorations was 0.37(1.01), and 0.41(1.01) for those with HVGIC restorations. Children’s self-reported discomfort was associated with age, sex, children’s cooperation, and intervention duration. We can conclude that CHC+HVGIC or HVGIC restorations result in none or minimal discomfort in the management of deep caries lesions, being considered a reliable option.
O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto de diferentes técnicas restauradoras para tratar lesões de cárie profundas em molares decíduos no desconforto relatado pelas crianças. Um estudo clínico randomizado com dois braços paralelos (1:1) foi conduzido e, São Paulo, Brasil. Crianças de 4 a 8 anos com pelo menos uma lesão de cárie oclusal ou oclusoproximal profunda em molares decíduos foram selecionadas. Os molares foram alocados aleatoriamente em dois grupos: (1) restauração realizada com cimento de hidróxido de cálcio seguida de cimento de iônomero de vidro de alta viscosidade (CHC+CIVAV), e (2) restauração de CIVAV. Imediatamente após a intervenção, as crianças relataram seu desconforto durante a técnica restauradora a um examinador externo utilizando a escala de faces de Wong-Baker. O desconforto autorreferido pelas crianças foi analisado usando regressão de Poisson comparando ambos os grupos e avaliando a influência de outras variáveis (α=5%). Cento e oito crianças preencheram os critérios de elegibilidade e foram randomizados nos dois grupos (n=54). A maioria das crianças que receberam restaurações de CHC+CIVAV relatou mínimo ou nenhum desconforto (83,3%). Escores semelhantes (92,6%) foram reportados pelas crianças tratadas com restauração de CIVAV (p=0,758). A média de desconforto das crianças para CHC+CIVAV foi de 0,37(1,01), e 0,41(1,01) para aquelas do grupo de restauração de CIVAV. O desconforto autorreferido pelas crianças foi associado com a idade, sexo, cooperação das crianças e tempo de intervenção. Nós podemos concluir que CHC+CIVAV ou restauração de CIVAV resultam em mínimo ou nenhum desconforto para o manejo das lesões de cárie profunda, podendo ser considerado como uma opção confiável.
O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto de diferentes técnicas restauradoras para tratar lesões de cárie profundas em molares decíduos no desconforto relatado pelas crianças. Um estudo clínico randomizado com dois braços paralelos (1:1) foi conduzido e, São Paulo, Brasil. Crianças de 4 a 8 anos com pelo menos uma lesão de cárie oclusal ou oclusoproximal profunda em molares decíduos foram selecionadas. Os molares foram alocados aleatoriamente em dois grupos: (1) restauração realizada com cimento de hidróxido de cálcio seguida de cimento de iônomero de vidro de alta viscosidade (CHC+CIVAV), e (2) restauração de CIVAV. Imediatamente após a intervenção, as crianças relataram seu desconforto durante a técnica restauradora a um examinador externo utilizando a escala de faces de Wong-Baker. O desconforto autorreferido pelas crianças foi analisado usando regressão de Poisson comparando ambos os grupos e avaliando a influência de outras variáveis (α=5%). Cento e oito crianças preencheram os critérios de elegibilidade e foram randomizados nos dois grupos (n=54). A maioria das crianças que receberam restaurações de CHC+CIVAV relatou mínimo ou nenhum desconforto (83,3%). Escores semelhantes (92,6%) foram reportados pelas crianças tratadas com restauração de CIVAV (p=0,758). A média de desconforto das crianças para CHC+CIVAV foi de 0,37(1,01), e 0,41(1,01) para aquelas do grupo de restauração de CIVAV. O desconforto autorreferido pelas crianças foi associado com a idade, sexo, cooperação das crianças e tempo de intervenção. Nós podemos concluir que CHC+CIVAV ou restauração de CIVAV resultam em mínimo ou nenhum desconforto para o manejo das lesões de cárie profunda, podendo ser considerado como uma opção confiável.
Descrição
Palavras-chave
Pain perception Glass ionomer cements Patient reported outcome measures Tooth, deciduous Percepção da dor Cimentos de ionômeros de vidro Medidas de resultados relatados pelos pacientes Dente decíduo
