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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Despite a clear momentum in cross-border M&A’s from China unclarities persist as to their
impact on shareholder wealth. Taking China’s astonishing economic and geopolitical rise,
recently fuelled by the implementation of the Belt Road Initiative (BRI), as a novel research
setting, this study scrutinizes the extent of shareholder reactions in response to cross-border
M&A announcements by firms headquartered in Mainland China. An event study leverages
367 oversea M&A announcements between 2000 and 2020 and reveals that cross-border M&A
announcements result in significantly positive shareholder reactions both before and during
times of the BRI. Shareholders of acquiring firms engaging in oversea M&A after the BRI
announcement in 2013 have not experienced higher abnormal returns as compared to before. In
addition, the application of the DID method suggests that the BRI does not carry favourable
effects upon shareholder wealth effects. Implications for researchers and practitioners are
discussed and avenues for future research are conferred.
Apesar de uma crescente presença em fusões e aquisições internacionais provenientes da China, persistem as incertezas quanto ao seu impacto na riqueza dos acionistas. Considerando a espantosa ascensão económica e geopolítica da China, recentemente alimentada pela implementação da BRI (Belt Road Initiative), como um novo cenário de investigação, este estudo analisa a extensão das reacções dos accionistas em resposta aos anúncios de fusões e aquisições internacionais por parte de empresas sediadas na China Continental. Um estudo de caso aproveita 367 anúncios de fusões e aquisições internacionais entre 2000 e 2020 e revela que os anúncios de fusões e aquisições internacionais resultam em reacções positivas significantes dos accionistas, tanto antes como durante os períodos do BRI. Os accionistas das empresas compradoras que participam em fusões e aquisições no estrangeiro após o anúncio do BRI em 2013 não registaram rendimentos anormais mais elevados do que antes. Além disso, a aplicação do método DID sugere que o BRI não tem efeitos favoráveis sobre o património accionista. As implicações para investigadores e profissionais são discutidas e são conferidas vias para a investigação futura.
Apesar de uma crescente presença em fusões e aquisições internacionais provenientes da China, persistem as incertezas quanto ao seu impacto na riqueza dos acionistas. Considerando a espantosa ascensão económica e geopolítica da China, recentemente alimentada pela implementação da BRI (Belt Road Initiative), como um novo cenário de investigação, este estudo analisa a extensão das reacções dos accionistas em resposta aos anúncios de fusões e aquisições internacionais por parte de empresas sediadas na China Continental. Um estudo de caso aproveita 367 anúncios de fusões e aquisições internacionais entre 2000 e 2020 e revela que os anúncios de fusões e aquisições internacionais resultam em reacções positivas significantes dos accionistas, tanto antes como durante os períodos do BRI. Os accionistas das empresas compradoras que participam em fusões e aquisições no estrangeiro após o anúncio do BRI em 2013 não registaram rendimentos anormais mais elevados do que antes. Além disso, a aplicação do método DID sugere que o BRI não tem efeitos favoráveis sobre o património accionista. As implicações para investigadores e profissionais são discutidas e são conferidas vias para a investigação futura.
Descrição
Palavras-chave
Cross-border M&A Emerging market M&A Belt road initiative Chinese OFDI Wealth effects Fusões e aquisições internacionais Fusões e aquisições em mercados emergentes Investimento direto estrangeiro chinês Efeitos patrimoniais
