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Resumo(s)
To attract top talent, organizations such as consulting promote work-life balance (WLB) policies. Yet, despite public commitments, ongoing reports about employee dissatisfaction suggest a gap between effort and outcome. This study investigates how WLB policies align, or fail to align, with the lived experiences of consultants and examines how organizations can prevent both policy-practice and means-ends decoupling. The study adopts an inductive approach, relying on a qualitative methodology, using Gioia methodology for data analysis. The database has gathered qualitative interviews with consultants and HR personnel to explore the ethical and organizational dynamics at play. Findings reveal that WLB remains more exception than norm, with weak policy design facilitating decoupling. The findings indicate low awareness of WLB policies, limited usage, and, even when used, a failure to achieve the intended outcomes. The study discusses internalized “client-first” as a form of decoupling and the prevention of such as a key lever for organizations. It contributes to the literature on WLB within business ethics scholarship, by uncovering how internalized professional norms and organizational inaction jointly contribute to the ethical failure of WLB policy implementation. This study contributes to decoupling literature by adding a novel empirical application in the consulting sector and in the context of WLB policies, offering insights into previously neglected prevention mechanisms, and uncovering internalized beliefs as a sign of decoupling. Practically, the study identifies top-down communication and role-modelling by managers as suitable prevention measures to challenge the client-first norm, thereby helping to ensure WLB policies move beyond symbolic compliance.
Para atrair talento de topo, organizações como as de consultoria promovem políticas de equilíbrio entre vida profissional e pessoal (EVPP). No entanto, apesar dos compromissos públicos, os relatos persistentes de insatisfação sugerem um desfasamento entre esforço e resultado. Este estudo investiga de que forma as políticas de EVPP se alinham, ou não, com as experiências reais dos consultores e examina como as organizações podem evitar tanto a dissociação entre política e prática como entre meios e fins. Adota-se uma abordagem indutiva, com base numa metodologia qualitativa, utilizando a metodologia de Gioia para análise de dados. A base de dados inclui entrevistas qualitativas com consultores e profissionais de recursos humanos, explorando as dinâmicas éticas e organizacionais envolvidas. Os resultados revelam que o EVPP é mais exceção do que regra, com um desenho de políticas fraco que facilita a dissociação. Há baixa consciencialização, uso limitado e, mesmo quando utilizadas, as políticas não alcançam os resultados esperados. O estudo discute a norma internalizada de “cliente primeiro” como forma de dissociação, sendo a sua prevenção um fator-chave para as organizações. Contribui para a literatura sobre EVPP no campo da ética empresarial, ao mostrar como normas profissionais internalizadas e a inação organizacional conduzem ao fracasso ético na implementação de políticas. No plano prático, identifica a comunicação descendente e o exemplo dado pelos gestores como medidas eficazes para contrariar a norma do cliente em primeiro lugar, promovendo uma aplicação efetiva das políticas de EVPP.
Para atrair talento de topo, organizações como as de consultoria promovem políticas de equilíbrio entre vida profissional e pessoal (EVPP). No entanto, apesar dos compromissos públicos, os relatos persistentes de insatisfação sugerem um desfasamento entre esforço e resultado. Este estudo investiga de que forma as políticas de EVPP se alinham, ou não, com as experiências reais dos consultores e examina como as organizações podem evitar tanto a dissociação entre política e prática como entre meios e fins. Adota-se uma abordagem indutiva, com base numa metodologia qualitativa, utilizando a metodologia de Gioia para análise de dados. A base de dados inclui entrevistas qualitativas com consultores e profissionais de recursos humanos, explorando as dinâmicas éticas e organizacionais envolvidas. Os resultados revelam que o EVPP é mais exceção do que regra, com um desenho de políticas fraco que facilita a dissociação. Há baixa consciencialização, uso limitado e, mesmo quando utilizadas, as políticas não alcançam os resultados esperados. O estudo discute a norma internalizada de “cliente primeiro” como forma de dissociação, sendo a sua prevenção um fator-chave para as organizações. Contribui para a literatura sobre EVPP no campo da ética empresarial, ao mostrar como normas profissionais internalizadas e a inação organizacional conduzem ao fracasso ético na implementação de políticas. No plano prático, identifica a comunicação descendente e o exemplo dado pelos gestores como medidas eficazes para contrariar a norma do cliente em primeiro lugar, promovendo uma aplicação efetiva das políticas de EVPP.
Descrição
Palavras-chave
Dissociação meios-fins Dissociação política-prática Equilíbrio entre vida profissional e familiar Means-ends decoupling Policy-practice decoupling Prevenção da dissociação do equilíbrio entre vida profissional e familiar Stakeholder theory Teoria das partes interessadas Work-life balance Work-life balance decoupling prevention
Contexto Educativo
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Editora
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