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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
Aging in place means the ability to continue living at home and in the community over time, safely and independently. The promotion and enhancement of aging modalities at home and in the community is a model of social intervention currently favored by the World Health Organization as people get older (WHO, 2015). In this article we present the main data resulting from the collection and systematization of about eighty local initiatives, exploring how the concept of aging in place is operationalized in Portugal by public, private and associative entities. The initiatives identified are spread across the country and fall into twelve categories: support for caregivers; fight against isolation; gerotechnologies; home support; day and social centres; social intervention; leisure and learning; housing and physical spaces; health, nutrition and physical activity; safety; mobility; and psychological well-being. While some initiatives make more sense in a particular social context, others can be replicated anywhere, essentially because of their universal objectives, such as combating isolation or promoting mobility. All in all, we are looking at a good set of examples of what can be done locally to make it easier for people who so desire to grow old at home and in the surrounding community, thereby preserving their identity and ensuring a sense of continuity in its life cycle.
Aging in place significa a capacidade de continuar a viver em casa e na comunidade ao longo do tempo, com segurança e de forma independente. A promoção e valorização de modalidades de envelhecimento em casa e na comunidade onde ela se insere é um modelo de intervenção social atualmente privilegiado pela Organização Mundial de Saúde à medida que se envelhece (WHO, 2015). Neste artigo apresentaremos os principais dados resultantes da recolha e sistematização de cerca de oitenta iniciativas de base local, explorando o modo como o conceito de Aging in place é operacionalizado em Portugal por entidades públicas, privadas e associativas. As iniciativas identificadas estão disseminadas por todo o país e dividem-se em doze categorias: apoio aos cuidadores; combate ao isolamento; gerotecnologias; apoio domiciliário; centros de dia e de convívio; intervenção social; lazer e aprendizagem; habitação e espaços físicos; saúde, nutrição e atividade física; segurança; mobilidade; e bem-estar psicológico. Embora algumas iniciativas façam mais sentido num determinado contexto social, outras há que podem ser reproduzidas em qualquer local, valendo essencialmente pelos seus objetivos de caráter universal, como combater o isolamento ou promover a mobilidade. Numa perspetiva integrada, estamos perante um bom conjunto de exemplos do que pode ser feito localmente, no sentido de facilitar às pessoas que assim o desejarem, a possibilidade de envelhecerem em casa e na comunidade envolvente, preservando dessa forma a sua identidade e assegurando um sentido de continuidade no seu ciclo de vida.
Aging in place significa a capacidade de continuar a viver em casa e na comunidade ao longo do tempo, com segurança e de forma independente. A promoção e valorização de modalidades de envelhecimento em casa e na comunidade onde ela se insere é um modelo de intervenção social atualmente privilegiado pela Organização Mundial de Saúde à medida que se envelhece (WHO, 2015). Neste artigo apresentaremos os principais dados resultantes da recolha e sistematização de cerca de oitenta iniciativas de base local, explorando o modo como o conceito de Aging in place é operacionalizado em Portugal por entidades públicas, privadas e associativas. As iniciativas identificadas estão disseminadas por todo o país e dividem-se em doze categorias: apoio aos cuidadores; combate ao isolamento; gerotecnologias; apoio domiciliário; centros de dia e de convívio; intervenção social; lazer e aprendizagem; habitação e espaços físicos; saúde, nutrição e atividade física; segurança; mobilidade; e bem-estar psicológico. Embora algumas iniciativas façam mais sentido num determinado contexto social, outras há que podem ser reproduzidas em qualquer local, valendo essencialmente pelos seus objetivos de caráter universal, como combater o isolamento ou promover a mobilidade. Numa perspetiva integrada, estamos perante um bom conjunto de exemplos do que pode ser feito localmente, no sentido de facilitar às pessoas que assim o desejarem, a possibilidade de envelhecerem em casa e na comunidade envolvente, preservando dessa forma a sua identidade e assegurando um sentido de continuidade no seu ciclo de vida.
Descrição
Palavras-chave
Aging in place Aging Portugal Envelhecimento
