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Análise da rugosidade de superfície de resinas de provisórios em prótese fixa

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Objetivos: Atualmente para a confeção de provisórios em prótese fixa existem diferentes resinas que vão desde as mais convencionais em polimetilmetacrilato até às mais modernas adaptadas às novas tecnologias digitais. O principal objetivo deste estudo laboratorial é determinar a rugosidade média de superfície de diferentes tipos de resina utilizados na confeção de provisórios fixos. Materiais e métodos: Esta investigação consistiu num estudo laboratorial in vitro para avaliar uma das propriedades físicas de superfície dos materiais, a rugosidade de superfície. Foram utilizados 4 tipos de resinas, uma resina acrílica de polimetilmetacrilato (Tab 2000), uma resina bis-acrílica (Structur 3), uma resina de fresagem (Structur CAD) e uma resina de impressão 3D (Dental Sand). A amostra foi constituída por cinco provetes de cada resina, de forma quadrangular e com dimensões padronizadas: 20x20x2mm. Após a sua confeção, os provetes de cada resina foram submetidos ao mesmo protocolo de polimento, procurando-se assim simular o polimento realizado em consultório, de forma homogénea e independente da resina testada. Posteriormente, os provetes foram deixados em água destilada a 37ºC durante 24 horas para simular a hidratação em ambiente oral. A medição da rugosidade média foi realizada utilizando um perfilómetro de contacto. Foram realizadas 6 medições: 3 verticais e 3 horizontais, em locais diferentes de cada provete e calculado o valor médio de rugosidade. Os valores obtidos foram sujeitos a análise estatística descritiva e inferencial, com um limiar de significância estatística de p<0,05. Resultados: Os valores mais baixos de rugosidade foram registados na resina de fresagem (0,303µm) e os mais elevados na resina bis-acrílica (0.686µm), com diferenças estatisticamente significativas. Diferenças com significância estatística foram também encontradas entre a resina de fresagem e a de impressão 3D e entre a resina acrílica e a bis-acrílica. Por outro lado, a resina impressa e a bis-acrílica, assim como a fresada e a impressa comparativamente ao polimetilmetacrilato não diferiram entre si de forma significativa. Conclusões: Este trabalho de investigação permitiu verificar que a resina bis-acrílica utlizada neste estudo, considerando apenas a rugosidade de superfície, do ponto de vista biológico deverá ser a resina com maior probabilidade de adesão microbiana. Por outro lado, a resina de fresagem poderá ser biologicamente uma boa opção clínica para provisórios de longa duração.

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Santos, M. P., Fonseca, P., Fernandes, C., & Lourinho, C. et al. (2025). Análise da rugosidade de superfície de resinas de provisórios em prótese fixa. Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentaria e Cirurgia Maxilofacial, 66(S1), 35-35. Article 078. https://doi.org/10.24873/j.rpemd.2025.11.1510

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