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Publicação

O escotismo e a morte em Portugal: a construção do imaginário “eterno acampamento”

dc.contributor.authorFontes, Paulo Oliveira
dc.contributor.authorGraça, Gonçalo Brito
dc.date.accessioned2024-09-17T14:54:34Z
dc.date.available2024-09-17T14:54:34Z
dc.date.issued2020-07-13
dc.description.abstractO presente artigo aborda a relação do universo escotista português com os conceitos de “morte” e “Eterno Acampamento” nas décadas de 1910 a 1930. As premissas do fundador inglês Robert Baden-Powell para que os jovens pudessem aspirar a uma cidadania ativa e produtiva, através de acampamentos e práticas pedagógicas em contextos orográficos agrestes, cedo provocaram divergências internas sobre a finalidade da formação cívica, social, moral e religiosa dos escoteiros, e estenderam-se aos cinco continentes. Porém, o caso português apresenta ainda um outro debate - o problema do destino metafísico dos escoteiros – que, depois de morrerem, para onde iriam as suas almas? Através da leitura da imprensa associativa portuguesa, pode observar-se que o “Eterno Acampamento” é muito mais que um lugar comum. A sua construção e utilização na gíria escotista conseguiu ser um ponto de convergência nos conflitos de interpretação religiosa sobre o destino final de todos estes jovens cidadãos.pt_PT
dc.description.abstractThis article analyses the relationship of Portuguese boy-scouts associations with the concepts of “death” and “eternal scout camp” from the decade of 1910 till 1930. As one of the main youth movements in the twentieth century, scouting was created under the ideals of its English founder Robert Baden-Powell. It stood that young people could aspire to an active and productive citizenship, through camping and pedagogical practices in challenging orographic contexts. Soon there were internal disagreements over the movement´s civic, social, moral and religious purposes. This discussion reached the five continents. The Portuguese case presents yet another debate: the problem of the metaphysical fate of the Boy Scouts´s afterlife: once they died, where did their souls go? Analysing the Portuguese associative press, it can be watched that the “eternal scout camp” is much more than a common place. Its construction and use in Scout slang came to be a point of convergence in the conflicts of religious interpretation about the final destination of all these young citizens.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.doi10.9789/2525-3050.2020.v5i9.109-124pt_PT
dc.identifier.issn2525-3050
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.14/46559
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectEscoteirospt_PT
dc.subjectPortugalpt_PT
dc.subjectEterno acampamentopt_PT
dc.subjectProtocolopt_PT
dc.subjectJuventudept_PT
dc.subjectBoy-scoutspt_PT
dc.subjectEternal scout camppt_PT
dc.subjectProtocolpt_PT
dc.subjectYouthpt_PT
dc.titleO escotismo e a morte em Portugal: a construção do imaginário “eterno acampamento”pt_PT
dc.typejournal article
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.endPage124pt_PT
oaire.citation.issue9pt_PT
oaire.citation.startPage109pt_PT
oaire.citation.titleRevista M. - Estudos sobre a morte, os mortos e o morrerpt_PT
oaire.citation.volume5pt_PT
rcaap.rightsopenAccesspt_PT
rcaap.typearticlept_PT

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